Publicado em

No mês da Consciência Negra, Francisco Noa, escritor e professor moçambicano, participa de eventos no Brasil.

No mês da Consciência Negra, o professor moçambicano Francisco Noa fez conferência no Rio de Janeiro e participou de atividades de Festa da Cultura Negra, em São Paulo.

O professor, ensaísta e reitor moçambicano Francisco Noa, autor de três livros publicados pela Editora Kapulana no Brasil, retornou ao nosso país para importantes atividades de intercâmbio cultural entre Moçambique e Brasil, em novembro deste ano:

Em 14/11/2017, Prof. Noa proferiu palestra na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, a convite da Prof. Dra. Regiane Matos, em atividade coordenada pelo Grupo de Estudos de História da África , Departamento de História e Departamento de Letras da conceituada universidade. O tema abordado, que despertou grande interesse de alunos e outros pesquisadores de literatura africana, foi “O telúrico e o mar: Moçambique entre a concentração e a dispersão identitária”.

No período de 16 a 18/11/2017, Prof. Noa participou da 5a edição da “FlinkSampa – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra”, tradicional evento em comemoração ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro), que ocorreu na Faculdade Zumbi dos Palmares,  na cidade de São Paulo.

No dia 16 de novembro, na FlinkSampa, Francisco Noa integrou uma mesa temática intitulada “No contexto das políticas públicas”. Fizeram também parte da mesa autoridades da Faculdade Zumbi dos Palmares e de órgãos governamentais brasileiros das áreas de Educação e de Políticas de Igualdade Racial. Ao público presente, majoritariamente formado por educadores da rede pública de ensino, foram apresentadas questões relativas às experiências educacionais do Brasil e de Moçambique, discutidas ao final da sessão.

No dia 18 de novembro, Francisco Noa participou de uma Roda de Conversa intitulada “África-Brasil: versos em laços”, com dois poetas de cabo-verdianos Filinto Elíseo e Armênio Vieira. A atividade foi mediada pela conceituada pesquisadora de literaturas africanas de língua portuguesa, Maria Nazareth Fonseca, professora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Na ocasião, os três escritores africanos tiveram a oportunidade de apresentar suas ideias sobre as influências mútuas entre as literaturas do Brasil e Cabo Verde, o que despertou grande interesse do público, que interagiu com os escritores, colocando questões pertinentes à influência cultural entre os dois países.

O reitor moçambicano atendeu a um amplo programa de sessões culturais e literárias com destaque para as representações afro-brasileiras, como desfile de moda afro-brasileira, concurso literário, oficinas de artesanato etc.

A Editora Kapulana esteve presente na Feira de Livros da FlinkSampa, com obras de todos seus escritores moçambicanos como Aldino Muianga, Clemente Bata, Lica Sebastião, Lucílio Manjate, Luís Carlos Patraquim, Noémia de Sousa, Sangare Okapi, Suleiman Cassamo, Ungulani Ba Ka Khosa. Seus títulos infantis, de Moçambique e Angola, também estiveram à venda.

Os três livros de Francisco Noa publicados pela Kapulana tiveram bastante procura, particularmente o recém-lançado Uns e outros na literatura moçambicana, ensaios.

A Editora Kapulana agradece ao estimado escritor Francisco Noa, que sempre apoiou a editora em ações incansáveis para a promoção da literatura moçambicana no Brasil. A Kapulana agradece também à organização da FlinkSampa e da Faculdade Zumbi dos Palmares pela oportunidade de apresentar seu trabalho em prol da interação das culturas africana e brasileira por meio da literatura.

São Paulo, 20 de novembro de 2017.

Veja as fotos das atividadeshttp://18.231.27.148/16-18112017-francisco-noa-escritor-mocambicano-na-flinksampa-em-sao-paulo-sp/

Sobre o escritor Francisco Noahttp://18.231.27.148/biografia-de-francisco-noa/

Livros de Francisco Noa publicados no Brasil pela Kapulana: http://18.231.27.148/cientificos/