PEPETELA LANÇA LIVRO NO BRASIL EM OUTUBRO: “O QUASE FIM DO MUNDO”

PEPETELA, consagrado escritor angolano, participa em outubro de circuito de lançamentos no Brasil de seu  romance O quase fim do mundo, da Editora Kapulana.

Trata-se de romance distópico em que o leitor acompanha um grupo de pessoas que sobrevive a um evento apocalíptico de origem desconhecida, na cidade fictícia de Calpe, em alguma região da África Central. 

Leia um trecho de O quase fim do mundo, de Pepetela:

“Foi quando se deu o relâmpago, chamo-lhe assim à falta de melhor palavra. Uma luz intensa, como um flash num céu azul, indolor. As trovoadas secas são comuns na região, a chuva vem depois. Até pode não vir chuva nenhuma. E foi isso mesmo que pensei, apenas uma trovoada seca. Só muito mais tarde associei essa luz intensa e o fato de ir passando, a partir daí, por carros mal estacionados ao longo da estrada, alguns mesmo no meio da estrada, vazios, imbambas abandonadas ao deus dará, bicicletas caídas, e nem rastro de gente. Alarmado, cheguei aos bairros periféricos, onde se acumulavam os excluídos de todos os processos econômicos e sociais, milhares e milhares de seres a lutarem desesperadamente para viverem um dia a mais. E os bairros estavam vazios. Pensei, terá havido um festival de música, única razão levando toda a gente para fora dos bairros? Ou um culto monstro de uma igreja que oferece todas as curas?

Acompanhe os eventos já confirmados:

15/10/2019 (3a. f.), 19h30
Sesc 24 de maio (programa “Sempre um Papo”, com mediação de Afonso Borges)
R. 24 de maio, 109 – CEP 01041-001
São Paulo – SP

16/10/2019 (4a. f.), 19h
Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP)
Prédio de Ciências Sociais – Sala 14
Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária
CEP: 05508-010
São Paulo – SP

18 de setembro de 2019.

Saiba mais:

 

Lançamento do livro CineGrafias Moçambicanas em Maputo, Moçambique

CineGrafias moçambicanas – Memórias & crônicas & ensaios, livro publicado pela editora brasileira Kapulana, em 2019, foi lançado também em Moçambique.
O evento foi organizado pela Kapicua Livros e teve lugar no Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, em 28 de agosto de 2019.
A mesa contou com as presenças de João Ribeiro (cineasta), Sol de Carvalho (cineasta) e José V. Capão (Diretor da Kapicua Livros).
O público presente era formado principalmente por estudantes de cinema e comunicação, profissionais do livro, representantes de bibliotecas e pesquisadores de artes cênicas em geral.
O livro é considerado uma obra de referência na área de estudos do cinema moçambicano pois, além de trazer informações bem documentadas sobre os cineastas e seus filmes, aponta para possíveis pesquisas futuras sobre o cinema de Moçambique.
A obra, uma coletânea de textos organizada por Carmen Tindó Secco, Ana Mafalda Leite e Luís Carlos Patraquim, é composta por entrevistas, crônicas e ensaios de pesquisadores, cineastas e escritores renomados, a saber:
 
  • Ana Mafalda Leite
  • Camilo de Sousa
  • Carmen Tindó Secco
  • Guido Convents
  • Isabel Noronha
  • João Ribeiro
  • Júlio Machado
  • Licínio Azevedo
  • Luís Carlos Patraquim
  • Olivier Hadouchi
  • Ruy Guerra
  • Sol de Carvalho
  • Ute Fendler
  • Vavy Pacheco Borges
  • Yara Costa
A Kapulana conta também em seu catálogo com outro livro do mesmo segmento: Pensando o cinema moçambicano, ensaios, organizado pela Profa. Dra. Carmen Lucia Tindó Secco (da UFRJ).

 

Sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/cinegrafias-mocambicanas-memorias-cronicas-ensaios/

Fotos do evento: http://www.kapulana.com.br/28-08-2019-lancamento-cinegrafias-mocambicanas-memorias-cronicas-ensaios-em-maputo-mocambique/

São Paulo, 30 de agosto de 2019.

 

 

Aldino Muianga e Mariana Fujisawa representam a Kapulana na XIII Bienal Internacional do livro do Ceará

ALDINO MUIANGA (escritor moçambicano) e MARIANA FUJISAWA (artista plástica brasileira) representaram a Kapulana na XIII Bienal Internacional do livro do Ceará (2019).

Durante a Bienal, no estado do Ceará, Aldino Muianga e Mariana Fujisawa participaram de atividades diversificadas, como bate-papos, oficinas e lançamento de livro, tanto no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, como no campus da Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), em Redenção.

Aldino Muianga é autor de vasta obra literária e tem 3 livros publicados no Brasil pela Kapulana: O domador de burros e outros contos (2015), A noiva de Kebera, contos (2016), e o romance Asas quebradas (2019 – lançado na Bienal do Ceará).

Mariana Fujisawa, artista plástica, é autora da maior parte das capas e ilustrações dos livros do catálogo da Kapulana, como obras de Suleiman Cassamo, Ungulani Ba Ka Khosa, Luandino Vieira, Ana Paula Tavares, João Paulo Borges e Binyavanga Wainaina, dentre outros, além de livros dedicados ao público infantil.

Roteiro de atividades de Aldino Muianga e Mariana Fujisawa na XIII Bienal Internacional do livro do Ceará:

21/08/2019, Campus da Unilab:
Mariana Fujisawa participou da mesa intitulada “O traço e o verso das cidades” com o poeta Júlio Machado, sob mediação do Professor André Telles, em conversa sobre trajetórias, identidades e processos de criação.
Aldino Muianga conversou com os estudantes, mediado pela professora Andrea Muraro, sobre seu novo romance Asas Quebradas, a temática da representação da mulher e seus processos de escrita.
 
23/08/2019, Centro de Eventos da Bienal:
Mariana Fujisawa teve duas participações: uma conversa com crianças de escolas públicas sobre a ilustração de livros infantis e a mesa novamente compartilhada com Júlio Machado, com mediação de Andrea Muraro.
 
24/08/2019, na Bienal:
Aldino Muianga lançou oficialmente Asas Quebradas, em conversa mediada por Sueli Saraiva, que contou com intensa participação do público presente.
Como parte da “Bienal fora da Bienal”,Mariana Fujisawa visitou a biblioteca comunitária Casa Camboa, oferecendo uma oficina de ilustração para crianças da comunidade.”
 

São Paulo, 30 de agosto de 2019.

 

Aldino Muianga, escritor moçambicano, lança no Brasil o romance “Asas quebradas”

O consagrado escritor moçambicano, Aldino Muianga, lança em agosto na XIII Bienal Internacional do livro do Ceará, seu romance Asas Quebradas, publicado pela Editora Kapulana.

ALDINO MUIANGA, autor de vasta obra literária, tem forte vínculo com o Brasil, tendo já participado de várias atividades culturais no país em 2016, ocasião em que divulgou seus dois livros anteriores. 

Asas quebradas é o terceiro livro de Aldino Muianga que a Editora Kapulana publica no Brasil, dentro de seu projeto de divulgação da literatura africana “Vozes da África”. O primeiro foi O domador de burros e outros contos (2015) e o segundo foi A noiva de Kebera, contos (2016).

Asas quebradas é um romance sobre os caminhos de duas mulheres, Maria Cecília (Macisse) e sua filha Marcela (Celinha), separadas no tempo e no espaço, em busca de suas identidades. A partir do percurso de resistência e luta dessas mulheres, que enfrentam abusos, carências, discriminação e opressão, e têm que tomar decisões dramáticas para sobreviverem, o autor nos apresenta a saga de várias gerações da família e discute questões bastante atuais sobre a situação da mulher na sociedade. De Inhambane, local de origem dos antepassados, até Maputo,  mais ao sul, dados de história, geografia e cultura do sul de Moçambique são revelados ao leitor com emoção e esmero literário.

Asas quebradas tem prefácio da Profa. Ana Beatriz Matte Braun, pesquisadora brasileira de literatura moçambicana e atualmente docente da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus Guarapuava. A capa do livro é ilustrada pelo brasileiro Dan Arsky, que também ilustrou os livros anteriores de Aldino Muianga publicados pela Kapulana.

Sobre Aldino Muianga e sua vasta obra literária: http://www.kapulana.com.br/aldino-muianga/

Sobre os livros de Aldino Muianga publicados pela Kapulana:

Sobre a participação de Aldino Muianga na XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará:
http://www.kapulana.com.br/eventos/kapulana-na-xiii-bienal-internacional-do-livro-do-ceara-16-25-08-2019/

20 de agosto de 2019.

★★★

Oyinkan Braithwaite, nigeriana, autora de “Minha irmã, a serial killer”, participa de eventos culturais no Brasil

A jovem escritora nigeriana Oyinkan Braithwaite participou de eventos culturais em Salvador e São Paulo, Brasil, no período de 07 a 14 de agosto de 2019.

Autora do aclamado Minha irmã, a serial killer, thriller psicológico traduzido por Carolina Kuhn Facchin e publicado pela Editora Kapulana, a nigeriana Oyinkan Braithwaite veio ao Brasil para participar da Festa Literária do Pelourinho (Flipelô), em Salvador, e da Pré-Balada Literária, em São Paulo. Além da participação nesses eventos,  concedeu entrevistas a jornalistas de diversas mídias.

Alguns dos eventos dos quais a escritora participou no Brasil:
 

Salvador (BA), 09/08 – sexta-feira, Festa Literária do Pelourinho (Flipelô), no Teatro SESC-SENAC Pelourinho (Largo do Pelourinho, 19 – Pelourinho), às 18h00 – Mesa: “Uma nova escrita africana”. Com: Oyinkan Braithwaite (escritora), Rodrigo Casarin (mediador) e Carolina Kuhn Facchin (intérprete). O evento foi organizado pela Fundação Casa de Jorge Amado.

Após a mesa de conversa, que contou com bastante público, a autora participou de sessão de autógrafos da edição brasileira do livro Minha irmã, a serial killer.

Durante sua estada na Bahia, a escritora teve a oportunidade de conhecer pontos históricos e culturais de Salvador, conceder entrevistas e conviver com um público bastante interessado em literatura africana.

São Paulo (SP)12/08 – segunda-feira, Pré-Balada Literária, no Centro Cultural b_arco (R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros), às 19h30. Com: Oyinkan Braithwaite (escritora), Geovani Martins (escritor convidado), Bruna Tamires (mediadora) e Carolina Kuhn Facchin (intérprete).

No Centro Cultural b_arco, em São Paulo, Oyinkan participou de bate-papo sobre o processo criativo de uma obra literária, como escolha dos temas, modos de registro e relacionamento com leitores. O debate contou com o apoio do escritor brasileiro Marcelino Freire e foi finalizado com o esclarecimento das perguntas do público e posterior sessão de autógrafos do livro pela escritora.

Ainda em São Paulo, a escritora visitou a sede da Kapulana onde gravou entrevistas, fez leitura de trechos de seu livro e participou de sessões de fotos e vídeos. 

Sobre o livro Minha irmã, a serial killer e sua autora Oyinkan Braithwaite.

“Ayoola está empoleirada no vaso sanitário, os joelhos dobrados e os braços ao redor deles. O sangue no vestido dela secou e não há risco de pingar no chão branco e, agora, brilhoso. Seus dreadlocks estão amontoados no topo da cabeça, para não encostarem no chão. Ela fica me olhando com grandes olhos castanhos, com medo que eu esteja brava, que eu logo vá levantar das minhas mãos e joelhos para dar uma bronca nela.
Não estou brava. Se estou qualquer coisa, é cansada. O suor da minha testa cai no chão e uso a esponja azul para secá-lo.”

Primeiro livro da escritora, foi lançado originalmente em Inglês, em 2018, com o título de My sister, the serial killer. O sucesso foi imediato: foi indicado como finalista no “The Booker Prize 2019”, importante prêmio literário internacional, e já foi traduzido para 26 idiomas! Várias produtoras também já reservaram o direito para o cinema.

Oyinkan nasceu na Nigéria, África, onde ainda reside, na cidade de Lagos. Em 2014, foi indicada entre as dez melhores artistas spoken word no concurso de poesia slam “Eko Poetry Slam”, em Lagos, Nigéria. Em 2016, foi finalista do “Commonwealth Short Story Prize”, que premia os melhores textos ainda não publicados do ano, e em 2019, finalista do “The Booker Prize”. 

[Notícia atualizada em 20 de agosto de 2019.]

 

Ana Paula Tavares, escritora angolana, lançou no Brasil livro inédito de crônicas “Um rio preso nas mãos”

Ana Paula Tavares, premiada escritora e historiadora angolana, lançou no Brasil o livro inédito Um rio preso nas mãos, crônicas, publicado pela Editora Kapulana.

Um rio preso nas mãos, lançado em primeira mão no Brasil, é um conjunto de 38 crônicas publicadas anteriormente, de forma esparsa, no jornal online Rede Angola. A maestria da escritora revela-se delicadamente quando combina oralidade e escrita, passado e presente, poesia e prosa, abordando situações e temas sobre Angola que transcendem o regional, provocando reflexões sobre questões atuais e universais, como o papel e os direitos da mulher na sociedade, seja ela angolana, brasileira ou de outra região. 

Há séculos que não chove, não há música no telhado nem pingam gatos arrepiados de frio. Tudo está saturado de calor e seca.
Uma mulher antiga tem um rio preso nas mãos e guarda-o como a aranha do deserto a sua preciosa gota.

Ana Paula Tavares, poeta, cronista, historiadora e professora universitária, nasceu em Lubango, Angola. É autora de vasta obra literária em prosa e poesia e de textos científicos. A escritora tem vínculos fortes com o Brasil, com participação em pesquisa e eventos no país. 

Para lançar seu livro no Brasil, Ana Paula Tavares participou de eventos em 3 estados: Rio Grande do Norte, São Paulo e Rio de Janeiro:

Natal (RN) de 29 a 31/07/2019: III Encontro da Afrolic (Associação Internacional de Estudos Culturais e Literários Africanos)
Ana Paula Tavares foi uma das escritoras homenageadas nesse importante encontro nacional de professores e pesquisadores. Participou de várias mesas de debates e sessão de autógrafos de seu novo livro: Um rio preso nas mãos, crônicas.

A Kapulana esteve também representada na edição da Afrolic-2019 por Mariana Fujisawa (ilustradora) e Jacqueline Kaczorowski (prefaciadora).

São Paulo (SP): 

02/08/2019: Biblioteca Mário de Andrade
A escritora participou de um bate-papo mediado pela pesquisadora Larissa Lisboa, sobre sua obra em geral e o novo livro em particular. Após a mesa, houve sessão de autógrafos.

05/08/2019: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP). Sob coordenação da Profa. Tania Macêdo, com apoio do CEA-USP.
A autora participou de uma roda de conversa que contou com a participação das professoras Rita Chaves (FFLCH-USP) e Leila Leite Hernandez (CEA-USP). Em um auditório lotado, a escritora falou para alunos, professores, pesquisadores e interessados em geral na sua obra, sobre o seu trabalho de escrita na literatura: 

O que sempre me ajudou, no trabalho de escrita, foi o respeito à palavra. Eu acho que a palavra, muitas vezes, nos sai das mãos, nos escapa. Não se sai vivo do poema. Cada poema é uma pequena transformação. Esse aprendizado é uma luta imensa. Então, há de se respeitar a palavra. Porque a palavra é côncava, convexa, ela alarga, encurta. E é preciso muito cuidado. É ter rigor e ciência da palavra que está a fazer.  

Rio de Janeiro e Niterói (RJ), de 06 a 09/08/2019:
A escritora participou de mesas de debates na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade Federal Fluminense (UFF), sob a coordenação dos Profs. Carmen L. T. Secco (UFRJ) e Júlio Machado (UFF).
Além disso, ministrou na UFRJ um minicurso sobre “Cinema, poesia e história”.

[Notícia atualizada em 20 de agosto de 2019.]

SAIBA MAIS:

Sobre o livro Um rio preso nas mãos, crônicas, de Ana Paula Tavares:

O livro: http://www.kapulana.com.br/produto/um-rio-preso-nas-maos-cronicas/

A autora: http://www.kapulana.com.br/ana-paula-tavares/

O Prefácio do livro, por Carmen Lucia Tindó Secco: http://www.kapulana.com.br/avisos-a-navegacao-por-carmen-tindo-secco/

Fotos e vídeos:

Afrolic 2019 (fotos): *créditos organização Afrolic
https://www.flickr.com/photos/afrolic2019/albums

Biblioteca Mário de Andrade (fotos):
http://www.kapulana.com.br/02-08-2019-lancamento-e-sessao-de-autografos-de-um-rio-preso-nas-maos-de-ana-paula-tavares-na-biblioteca-mario-de-andrade-em-sao-paulo-sp/nggallery/page/1

Biblioteca Mário de Andrade (vídeo):
 https://www.facebook.com/ekapulana/videos/398609767702137/

FFLCH-USP (fotos):
http://www.kapulana.com.br/a-literatura-angolana-hoje-roda-de-conversa-com-ana-paula-tavares-na-fflch-usp-em-sao-paulo-sp/

FFLCH-USP (vídeo):
https://www.facebook.com/ekapulana/videos/2310952762554032/

UFRJ e UFF (fotos):
http://www.kapulana.com.br/06-08-a-09-08-de-2019-ana-paula-tavares-na-ufrj-uff-rj/

Entrevista Kapulana (vídeo): https://www.youtube.com/watch?v=Z8lA8EGbs9o&feature=youtu.be

Martinho da Vila em circuito de lançamentos de seu livro “2018 – Crônicas de um ano atípico”.

MARTINHO DA VILA, cantor, compositor e escritor lançou em Salvador o livro “2018 – Crônicas de um ano atípico”, publicado pela Kapulana

Em continuidade ao circuito de lançamentos de seu novo livro 2018 – Crônicas de um ano atípico, publicado pela Kapulana em 2019, o escritor e músico participou de roda de conversa e sessão de autógrafos, no Sesc-Senac do Pelourinho, em Salvador (BA), em 8 de agosto. A roda de conversa “Literatura que dá samba? Somos muitos Martinhos e Helenas” fez parte da programação da Flipelô ( Festa Literária Internacional do Pelourinho) e foi mediada por Helena Theodoro. O evento contou com o apoio da Fundação Casa de Jorge Amado.

Veja fotos do circuito de lançamentos em várias cidades brasileiras:

22/05/2019: Rio de Janeiro (RJ), na Livraria da Travessa (Leblon):
http://www.kapulana.com.br/22-05-2019-lancamento-de-2018-cronicas-de-um-ano-atipico-de-martinho-da-vila-na-livraria-da-travessa-do-rio-de-janeiro-rj/

12/06/2019: São Paulo (SP), no Sesc Av. Paulista:
http://www.kapulana.com.br/lancamento-martinho-sesc/

14/07/2019: Paraty (RJ), na Casa Paratodxs, na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty):
http://www.kapulana.com.br/14-07-2019-martinho-da-vila-lanca-2018-cronicas-de-um-ano-atipico-na-flip-em-paraty-rj/

 08/08/2019: Salvador (Ba), na Flipelô (Festa Literária do Pelourinho)
http://www.kapulana.com.br/08-08-09-08-2019-martinho-da-vila-na-flipelo-em-salvador-ba/

O livro 2018 – Crônicas de um ano atípico reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano de 2018. Com humor e leveza, Martinho fala da comemoração dos seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Também aborda fatos marcantes, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula em Curitiba e a derrota do Brasil na Copa do Mundo.

[Notícia atualizada em 20 de agosto de 2019.]

Sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/2018-cronicas-de-um-ano-atipico/

Sobre Martinho da Vila: http://www.kapulana.com.br/martinho-da-vila/

 

 

 

Kapulana na Flip/Casa Paratodxs com lançamentos e participação de Martinho da Vila

A editora maca presença em Paraty, durante a Flip, com lançamentos de seu catálogo à venda e participação de Martinho da Vila

A Editora Kapulana participa novamente da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que acontece de 10 a 14 de julho, na organização da Casa Paratodxs, com os recentes lançamentos de seu catálogo à venda e, também, a participação de Martinho da Vila na programação.

Este ano a Casa Paratodxs completa três anos em Paraty. Formada pelas editoras Nós, Edith, Demônio Negro, Relicário, Dublinense, Kapulana, Macondo e Cepe, a Paratodxs homenageará Chico Buarque e contará, entre outras, com as presenças de diversos nomes da literatura, música, mercado editorial e cinema. O cantor, compositor e escritor Martinho da Vila marca presença com um bate-papo e lançamento do livro 2018 – Crônicas de um ano atípico, publicado pela Kapulana, no domingo, 14 de julho, ao meio-dia. A mediação da mesa de conversa ficará a cargo do escritor Paulo Lins (autor de Cidade de Deus). 

Outra grande novidade será a venda, com exclusividade na Casa, da obra Nós, os do Makulusu, do premiado escritor angolano José Luandino Vieira. Considerado um dos maiores clássicos da literatura do século XX, a obra narra a história do personagem Mais-Velho, que se junta a outras três personagens que cresceram juntas no Makulusu, bairro pobre de Luanda: Maninho, Paizinho e Kibiaka. O enredo, ambientado em um momento agudo da luta de libertação nacional de Angola, demonstra como a violência do colonialismo obriga os companheiros de aventuras infantis a escolherem caminhos inconciliáveis, alguns se envolvendo na luta armada e sendo presos, outros omitindo-se ou atendo-se apenas ao trabalho clandestino.

A Casa Paratodxs estará aberta entre os dias 11 e 14 de julho. Venha nos visitar! 

3 de julho de 2019

★★★

O Campo de Concentração do Tarrafal, onde Luandino Vieira escreveu “Nós, os do Makulusu”

O autor passou 8 anos preso, onde escreveu muitos de seus livros, dentre eles o “Nós, os do Makusulu”

Grande parte de  Nós, os do Makulusu foi escrito por José Luandino Vieira, em 1967, quando estava preso no Campo de Concentração do Tarrafal, na ilha de Santiago, em Cabo Verde (Campo de Trabalho de Chão Bom), e que a Editora Kapulana publica neste mês.

CAMPO DE CONCENTRAÇÃO

Inaugurado em 1936, quando Portugal vivia no regime ditatorial do Estado Novo, sob o comando do ditador Oliveira Salazar, que pretendia, por meio da repressão, aprisionar todos que se opunham ao seu governo. Por isso, a criação do Campo de Concentração do Tarrafal, localizado na ilha de Santiago, região norte caboverdiana, Cabo Verde era colônia portuguesa e o terreno havia sido adquirido pelo Estado português, separado da jurisdição do Governo do arquipélago. Na primeira fase do campo de concentração, que foi de 1936 até 1954, passaram 360 prisioneiros, 32 morreram nesse período. 

Em junho de 1961, o Tarrafal foi reaberto, seis anos depois de seu encerramento, instituindo-se no Chão Bom, região noroeste de Cabo Verde, um Campo de Trabalho, mas, na realidade, era um novo campo de concentração de presos políticos das ex-colônias portuguesas. Com o advento da Revolução dos Cravos, em Portugal, em 1974, o regime ditatorial de Salazar foi deposto e o Campo de Trabalho de Chão Bom terminou no dia 1º de maio do mesmo ano. Todos os presos foram libertados. Nessa segunda fase, 4 pessoas morreram. Em 2009, o local foi aberto como Museu da Resistência.

ANOS DE CÁRCERE

Por sua participação nas lutas de libertação nacional de Angola, José Luandino Vieira foi preso pela PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado) em 1961 e condenado a 14 anos de prisão e medidas de segurança. Foi, então, transferido, em 1964, para o Campo de Concentração do Tarrafal, onde escreveu a obra Nós, os do Makulusu. Lá passou 8 anos, e foi libertado em 1972, em regime de residência vigiada em Lisboa. Iniciou então a publicação da sua obra, na grande maioria escrita nas diversas prisões por onde passou. Depois da independência de Angola, em 1975, Luandino voltou ao país, morando até 1992, quando se mudou para Portugal, onde vive atualmente.

Considerado um dos maiores clássicos da literatura do século XX, a obra narra a história do personagem Mais-Velho, que se junta a outras três personagens que cresceram juntas no Makulusu, bairro pobre de Luanda: Maninho, Paizinho e Kibiaka. O enredo, ambientado em um momento agudo da luta de libertação nacional de Angola, demonstra como a violência do colonialismo obriga os companheiros de aventuras infantis a escolherem caminhos inconciliáveis, alguns se envolvendo na luta armada e sendo presos, outros omitindo-se ou atendo-se apenas ao trabalho clandestino.

2 de julho de 2019

★★★

Kapulana publica livro de crônicas da escritora angolana Ana Paula Tavares

As crônicas de Ana Paula Tavares são marcadas por uma escrita profundamente poética e incisiva

Chega às livrarias do Brasil, o livro de crônicas inéditas da premiada escritora angolana Ana Paula Tavares: Um rio preso nas mãos. Publicadas originalmente de forma esparsa no jornal Rede Angola, as 38 crônicas que compõem o livro viajam por diferentes assuntos e narrativas, deslizando entre a autobiografia e o ficcional, a oralidade e a escrita, o passado e o presente, além de abordar temas sobre Angola em uma magistral linguagem poética e incisiva: “Uma mulher antiga tem um rio preso nas mãos e guarda-o como a aranha do deserto a sua preciosa gota”. O escritor angolano Ondjaki destacou sobre esta obra de Ana Paula Tavares: “Chegam, ao Brasil, as palavras embrulhadas em pedra antiga, como um lugar feito canoa: a cultura de Angola a navegar o universo africano para pousar nessa américa tão latina”.

Ana Paula Tavares é poeta, cronista, historiadora e professora, nasceu em Lubango, Angola. Autora de textos científicos e poesia dispersa em antologias da Galícia, Itália, França e em Portugal, e de vasta obra literária em prosa e poesia. Tavares tem vínculos fortes com o Brasil, com pesquisa e participações em eventos no país. Também diz ter sido influenciada por escritores brasileiros e pela música brasileira.

1 de julho de 2019

★★★

 

Leia três curiosidades sobre “Água doce”, de Akwaeke Emezi

Festejada obra de estreia de Akwaeke Emezi chega em agosto no Brasil

A Editora Kapulana publica em agosto no Brasil o aclamado livro Água doce, do autor nigeriano Akwaeke Emezi. A obra conta a história de Ada, estudante do último ano de faculdade nos EUA. Quando criança, vivendo no sul da Nigéria, a família se preocupa com ela. Seguindo a tradição, os pais rezaram para consolidar a existência da criança ainda no ventre, mas algo deu errado: talvez os deuses tenham esquecido de fechar a porta, pois Ada nasceu com “um pé do outro lado”, e começa a desenvolver diferentes personalidades. Akwaeke brilhantemente cria uma obra que traz à tona reflexões universais e questões bastante atuais como o fortalecimento de identidades e o empoderamento pela diversidade, além do diálogo entre o tradicional e o inovador.

O livro foi pré-finalista do “Carnegie Medal of Excellence” e do “The Brooklyn Public Library Literary Prize”, além de receber resenhas elogiosas de jornais internacionais como New York Times, Wall Street JournalNew YorkerGuardian e LA Times.

Separamos três curiosidade sobre a obra: 

Akwaeke Emezi: É autor nigeriano de Água doce. Akwaeke é ọgbanje e fez algumas cirurgias para adequar seu corpo – seu receptáculo – para que reflita sua natureza, incluindo a retirada do útero e redução dos seios. Por sua realidade espiritual, identifica-se como não-binário/trans e em inglês usa pronomes neutros; no Português, pede que seja referido no masculino – lido como neutro.

ọgbanje: Traduzido diretamente do Igbo, ọgbanje significa “criança que vem e vai”. São espíritos intrusos que nascem dentro de corpos humanos e não permitem que se desenvolvam até muito além da puberdade, quando, então, morrem propositalmente e retornam em outro corpo, para reiniciar o ciclo de infortúnio. Costumam afetar a mesma mãe, que, assim, perde diversos filhos durante a vida. No livro, os ọgbanje são narradores de grande parte da história e são personagens fundamentais. 

Ala: Ala é uma deusa do povo Igbo, natural do leste da Nigéria. Ela é a deusa da fertilidade, guardiã do mundo inferior e mãe da terra. Segundo a crença Igbo, as pessoas nascem na boca de Ala e, ao morrer, vão para seu ventre, que guarda o domínio dos mortos. Seu agente na terra é a cobra píton, mensageira de seus desejos e advertências. Na obra de Akwaeke Emezi, A Ada, personagem principal e ọgbanje, é filha de Ala. Ela conhece a Mãe ainda criança, uma píton enrolada no chão do banheiro, que a assusta. A jornada de A Ada para autoconhecimento e autoaceitação é a jornada de volta para a Mãe Ala.

26 de junho de 2019

★★★

Kapulana publica no Brasil livro inédito do escritor moçambicano Adelino Timóteo

Adelino narra a história de um homem rico com ideias excêntricas, entre as quais a crença de que cada homem é, na verdade, um pássaro, e tomaria essa forma após a morte

A Editora Kapulana publica no Brasil o romance inédito do escritor moçambicano Adelino Timóteo, Cemitério dos pássaros. Na obra, Adelino narra a história de Dazanana de Araújo Simplíssimo, um homem rico com ideias excêntricas, entre as quais a crença de que cada homem é, na verdade, um pássaro, e tomaria essa forma após a morte. Seguindo essa convicção, Dazanana constrói um cemitério para seus familiares, no qual cada um é nomeado como um pássaro. A partir disso, a história se desenrola com tons de literatura fantástica. O romance faz parte da série “Vozes da África”, composta por obras de ficção em prosa e poesia, dedicadas a crianças e a adultos.

Adelino Timóteo nasceu na Beira, em Moçambique. Formou-se na área de docência em Língua Portuguesa, mas não exerceu a profissão. Ingressou no Jornalismo em 1994, na cidade da Beira, no Diário de Moçambique, e, mais tarde, tornou-se correspondente do semanário Savana, da mesma cidade. É licenciado em Direito e exerce a função de jornalista no semanário Canal de Moçambique, também da cidade da Beira. Além disso, é artista plástico e já realizou várias exposições individuais de artes, em Moçambique e no estrangeiro. Recebeu diversos prêmios, como o de “Melhor Escritor da Cidade da Beira”.

18 de junho de 2019

★★★

Publicado pela Kapulana, Martinho da Vila lança em São Paulo o livro “2018 – Crônicas de um ano atípico”

A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses de 2018

O cantor, compositor e escritor Martinho da Vila realizou, na última quarta-feira (12), no Sesc Avenida Paulista, o lançamento de seu mais recente livro 2018 – Crônicas de um ano atípico, publicado pela Editora Kapulana. O evento, que também contou com um bate-papo com Martinho, teve a mediação do escritor e jornalista Tom Farias.

Durante a conversa, Martinho comentou sobre a elaboração do livro: “Escrever é trabalhar com a emoção. No primeiro momento, eu pensei em escrever uma crônica sobre os meus 80 anos de idade e o que aconteceu comigo nesses anos todos. Além de pegar esses momentos pessoais, também decidi escrever sobre os fatos que me cercaram. Vi que o ano de 2018 foi realmente atípico. Aí tive a ideia de colocar o título 2018 – Crônicas de um ano típico.

O livro reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano de 2018. Com humor e leveza, Martinho fala da comemoração dos seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Também aborda fatos marcantes, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula em Curitiba e a derrota do Brasil na Copa do Mundo.

Martinho da Vila é um grande e legítimo representante da MPB, com várias composições gravadas por cantores e cantoras de diversas vertentes musicais, intérpretes consagrados no Brasil. Além disso, também é autor de quinze livros, tanto de ficção quanto de não ficção, lançados no Brasil e em Portugal, e alguns deles traduzidos para o francês. Continua em plena atividade como artista e como escritor, fazendo turnês nacionais e internacionais.

Assista trechos do bate-papo e lançamento:

 

13 de junho de 2019

★★★

João Paulo Borges Coelho visita Kapulana, editora oficial do autor no Brasil

O premiado escritor moçambicano participou de um bate-papo audiovisual com a Profª Drª Rita Chaves na sede da Kapulana, editora que lançará dois livros do autor no Brasil

A Kapulana recebeu, no dia 6 de junho, em sua sede, a visita do premiado escritor e historiador moçambicano, João Paulo Borges Coelho, que publicará, pela primeira vez no Brasil, duas obras de sua carreira, As visitas do Dr. Valdez (setembro de 2019) e Crônica da Rua 513.2 (em 2020), pela Editora Kapulana. O autor também participou de uma entrevista audiovisual, conduzida pela Profa. Dra. Rita Chaves (USP) sobre os dois livros e a sua trajetória literária.

Na conversa com Rita Chaves, Borges Coelho comentou sobre o seu processo de escrita, o começo na ficção, o desenvolvimento e o trabalho narrativo das duas obras que a Kapulana lançará, como distingue as atividades de historiador e de escritor, assim com influências literárias que marcaram a sua escrita e os estudos universitários realizados em sua obra. O bate-papo será publicado em breve no canal da Kapulana no YouTube.

Apesar de a obra do consagrado escritor já ser objeto de muitos estudos acadêmicos no Brasil, será a primeira vez a ser publicada em nosso país.

OBRAS DA KAPULANA

13 de junho da 2019.

★★★

Saiba mais:

Canal FX anuncia a adaptação para série do livro “Água doce”, de Akwaeke Emezi

Obra de estreia de Akwaeke Emezi será publicada no Brasil pela Editora Kapulana

O canal por assinatura FX anunciou, por meio da revista americana Variety, que está desenvolvendo a adaptação para série da obra Água doce, livro de estreia de Akwaeke Emezi, da Nigéria, e que a Editora Kapulana publica no Brasil em agosto. A obra, lançada originalmente com o nome Freshwater, foi traduzida para o português por Carolina Kuhn Facchin. Emezi também escreverá e produzirá o seriado ao lado da diretora e roteirista Tamara P. Carter. O projeto contará com a supervisão de Kevin Wandell e Lindsey Donahue. A rede televisiva FX é responsável por trazer ao público premiadas e elogiadas séries, como Atlanta, Legion, American Horror Story, Fargo, entre outras. 

A obra conta a história de Ada, estudante do último ano de faculdade nos EUA. Quando criança, vivendo no sul da Nigéria, a família se preocupa com ela. Seguindo a tradição, os pais rezaram para consolidar a existência da criança ainda no ventre, mas algo deu errado: talvez os deuses tenham esquecido de fechar a porta, pois Ada nasceu com “um pé do outro lado”, e começa a desenvolver diferentes personalidades. Akwaeke brilhantemente cria uma obra que traz à tona reflexões universais e questões bastante atuais como o fortalecimento de identidades e o empoderamento pela diversidade, além do diálogo entre o tradicional e o inovador.

O livro foi pré-finalista do “Carnegie Medal of Excellence” e do “The Brooklyn Public Library Literary Prize”, além de receber resenhas elogiosas de jornais internacionais como New York Times, Wall Street JournalNew YorkerGuardian e LA Times.

27 de maio de 2019

★★★

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/agua-doce/

Saiba mais sobre Akwaeke Emezi: http://www.kapulana.com.br/akwaeke-emezi-agua-doce/

Saiba mais sobre a tradutora: http://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-facchin-tradutora/

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acessehttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

 

“O pátio das sombras”, escrito por Mia Couto e com ilustrações de Malangatana, vence Prêmio FNLIJ 2019

Obra infantojuvenil escrita por Mia Couto e com Ilustrações de Malangatana vence Prêmio FNLIJ 2019 

A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) premiou, na categoria Literatura em Língua Portuguesa, o livro infantojuvenil O pátio das sombras, de Mia Couto e com ilustrações de Malangatana. A obra é o último volume da série “Contos de Moçambique”, que, desde 2016, é publicada no país pela Editora Kapulana. A premiação é bastante relevante para o intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa.

No enredo de O pátio das sombras, um menino vive com a família em uma aldeia. Um dia, a avó se nega a ir até a plantação, pois diz estar cansada. Durante o trabalho, a família escuta ruídos de festa vindos da aldeia, e todos se perguntam se a avó tinha visitantes. O menino vai checar, mas encontra a avó sozinha. O acontecimento se repete, deixando o menino cada vez mais confuso, até que a avó lhe dá explicações ensinando-lhe uma linda lição sobre a vida e a morte. As páginas são compostas pelas deslumbrantes ilustrações de Malangatana (1936-2011). Utilizando da técnica de pintura nanquim, o artista moçambicano criou desenhos que dialogam com o texto de forma fluída e fascinante. 

A FNLIJ atribuiu, também na mesma categoria,  a outros três livros publicados em 2018 pela Editora Kapulana no Brasil a indicação de Altamente Recomendável. As obras recomendadas e que concorreram ao prêmio de 2019 foram originalmente publicadas em Moçambique pela Escola Portuguesa de Moçambique. Nas edições brasileiras, foi feita a adaptação para a versão da Língua Portuguesa em vigor no Brasil, conforme o Acordo Ortográfico atual.

Conheça as obras com o selo “Altamente Recomendável” e leia alguns trechos:

SÉRIE CONTOS DE MOÇAMBIQUE – A série “Contos de Moçambique” nasceu de um projeto de colaboração entre a “Escola Portuguesa de Moçambique” e a “Fundació Contes pel Món”, de Barcelona, Espanha. Em 2015, a Editora Kapulana fez uma parceria com a “Escola Portuguesa de Moçambique” para publicar no Brasil essa magnífica coleção, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro uma amostra da cultura moçambicana. A série é composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique. 

27 de maio de 2019

★★★

Para conhecer mais sobre os outros volumes da série “Contos de Moçambique” e os demais livros infantis da Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/infantis/

Para conhecer a FNLIJhttps://www.fnlij.org.br/

Maria Celestina Fernandes vence prêmio Globos de Ouro Angola com a obra “Kambas para sempre”

Maria Celestina Fernandes vence importante prêmio literário em Angola

A escritora angolana Maria Celestina Fernandes recebeu, na noite do último domingo (26), prêmio dos Globos de Ouro Angola 2019 na categoria Obra literária do ano por uma Autora pelo livro Kambas para sempre. A Editora Kapulana publicou o título no Brasil, com as ilustrações da artista brasileira Mariana Fujisawa. Em seu discurso de premiação, Celestina Fernandes agradeceu à família e votantes: 

“Este Globo é dedicado, primeiro às pessoas que votaram em mim e que me depositaram confiança. Depois, à minha família, em particular aos meus filhos, que são os meus grandes inspiradores”.

Em Kambas para sempre, Celestina Fernandes narra a história de Lueji, uma menina brasileira e afrodescendente, com nome de rainha. Ela gosta de ouvir as histórias da avó, que narra os episódios contados por seus bisavós, que foram trazidos ao Brasil em navios negreiros. Nesta história, Lueji passa por diversos momentos de preconceito, porém, ao final, descobre o valor da amizade e a importância de celebrar as diferenças. 

Maria Celestina Fernandes nasceu no Lubango, província da Huíla. Ainda muito jovem foi para Luanda, onde cresceu e fez toda a sua formação. É Assistente Social e licenciada em Direito. Dentre as várias funções que exerceu, destaca-se o serviço prestado no Banco Nacional de Angola, onde chefiou o departamento social e posteriormente passou para a área jurídica, aposentando-se na categoria de subdiretora. Iniciou a carreira literária no início da década de oitenta. É autora de uma vasta obra, com destaque para a literatura infantojuvenil. Tem obras premiadas e algumas traduzidas para outros idiomas.

Os Globos de Ouro Angola são a mais importante premiação do país e que prestigia o trabalho de profissionais e artistas de diversas áreas, destacando anualmente as pessoas que mais se destacaram na sua arte e ofício. O prêmio é atribuído em iniciativa e organização conjunta da STEP e da Platina Line, além de contar com a “Academia Globos de Ouro Angola”, cujos integrantes são personalidades e profissionais convidados, especializados e reconhecidos nos ramos. As categorias de premiações são diversas e consagram artistas que se destacaram nas áreas do Teatro, Televisão, Rádio, Moda e Música, assim como na Literatura, com prêmios para a Obra Literária do Ano e o Autor do Ano

A Kapulana publicou no Brasil as seguintes obras de Maria Celestina Fernandes:

27 de maio de 2019

★★★

Saiba mais sobre a autorahttp://www.kapulana.com.br/maria-celestina-fernandes/

Saiba mais sobre o Globo de Ouro Angola: https://www.globosdeouroangola.com/

Assista a premiação: https://www.youtube.com/watch?v=q-ru31ffNug

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acessehttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

Morre o escritor queniano Binyavanga Wainaina, aos 48 anos.

Binyavanga Wainaina, autor de livro Um dia vou escrever sobre este lugar, faleceu em 21 de maio de 2019.

É com enorme tristeza que a Editora Kapulana noticia o falecimento, aos 48 anos, do escritor e ativista queniano Binyavanga Wainaina, na última terça-feira (21). A Kapulana publicou, em novembro de 2018, no Brasil, a obra Um dia vou escrever sobre este lugar, em que ele entrelaça suas memórias de infância, adolescência e vida adulta à história contemporânea do continente africano.

Leitor de livros e lugares, palavras e pessoas, Binyavanga estrutura seu mundo através da linguagem. Sempre na margem e olhando para dentro, teve dificuldade para se encaixar nos padrões estipulados da sociedade. Estudou Administração na África do Sul, mas desistiu do curso, lendo vorazmente e fazendo trabalhos temporários até perceber que sua vocação era, de fato, a escrita. Seu texto “Discovering home”, sobre uma viagem com a família para Uganda, ganhou o “Caine Prize for African Writing”, em 2002, importante prêmio que reconhece o talento e a promessa de autores africanos de língua inglesa. One day I will write about this place, seu livro de memórias, foi publicado em 2011, cimentando a carreira do queniano como escritor.

22 de maio de 2019

Conheça a vida e a obra do autor:

http://www.kapulana.com.br/binyavanga-wainaina/

http://www.kapulana.com.br/produto/um-dia-vou-escrever-sobre-este-lugar-binyavanga-wainaina/

 

Obras da Kapulana contempladas com o selo de “Altamente Recomendável” da FNLIJ – 2019

Obras de literatura infantil da Kapulana receberam o selo com a indicação de “Altamente Recomendável” da FNILJ, edição 2019

A FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) atribuiu a quatro dos livros publicados em 2018 pela Editora Kapulana no Brasil a indicação de “Altamente Recomendável”, na “Categoria Literatura em Língua Portuguesa”.

Isso significa que essas obras, em sua versão brasileira, estão concorrendo ao Prêmio FNLIJ. A lista dos vencedores será divulgada pelo site da FNLIJ, até junho de 2019.

As obras recomendadas e que estão concorrendo ao prêmio de 2019 fazem parte da Série “Contos de Moçambique” publicadas no Brasil pela Kapulana. Foram originalmente publicadas em Moçambique pela Escola Portuguesa de Moçambique. Nas edições brasileiras, foi feita a adaptação para a versão da Língua Portuguesa em vigor no Brasil, conforme o Acordo Ortográfico atual.

Para atender ao jovem leitor brasileiro, as obras da série “Contos de Moçambique” publicadas pela Kapulana,  apresentam também: um glossário de termos locais, biografias atualizadas do autor e do ilustrador e um texto explicativo sobre a técnica de ilustração utilizada no livro.

A Editora Kapulana parabeniza escritores, ilustradores e todos que participaram do processo de edição dessas obras, de modo a que sua publicação e indicação para o prêmio fossem possíveis.

A Editora Kapulana apresenta agradecimentos a Escola Portuguesa de Moçambique, cuja parceria editorial foi essencial para o sucesso da série “Contos de Moçambique” no Brasil.

São Paulo, 20 de abril de 2019.

LINKS:

Para saber mais sobre as obras e ler alguns trechos:

Para conhecer mais sobre os outros volumes da série “Contos de Moçambique” e os demais livros infantis da Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/infantis/

Para conhecer a FNLIJhttps://www.fnlij.org.br/

Kapulana recebe originais em nova edição do “Seja Nosso Autor”

Autores interessados podem enviar os originais para a Kapulana até 31 de maio

De 29 de abril até 31 de maio, a Editora Kapulana está com inscrições abertas para quem quiser fazer parte de seu catálogo. A linha editorial prioriza obras que tratem de questões marginalizadas, tais como questões raciais, de gênero, de sexualidades e de minorias sociais. Os gêneros literários solicitados para esta edição são ROMANCES e CONTOS. Pode inscrever mais de uma obra por autor e o custo da publicação é por conta da editora. Escritores brasileiros que quiserem se inscrever devem preencher o formulário presente no site da Kapulana, localizado na seção Seja Nosso Autor (clique aqui).

EDIÇÃO DE 2018Ilha, do brasileiro Marcelo Jucá, foi a obra selecionada na edição do ano passado do Seja Nosso Autor, promovida pela Editora Kapulana. O livro retrata, de maneira sensível, a vida de Dado, garoto que vive em um lixão. Com suas descobertas e brincadeiras, Dado tenta entender a vida na “ilha” e imaginar o mundo que fica fora dela. Para onde vão as pessoas que conseguem ir embora, mas nunca retornam? Um livro delicado sobre questões sociais difíceis para serem enfrentadas por uma criança , como fome, pobreza e trabalho infantil. É obra infantil, ilustrada, que remete adultos e crianças a fazerem reflexões sobre a realidade. Previsão de lançamento: Segundo semestre de 2019.

Marcelo Jucá

25 de abril de 2019

★★★

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acessehttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

Kapulana publica livro com crônicas inéditas de Martinho da Vila

A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano de 2018

O escritor, cantor e compositor Martinho da Vila publica em maio pela Editora Kapulana o livro 2018 – Crônicas de um ano atípico. A obra reúne 48 crônicas divididas pelos doze meses do ano passado. Martinho descreve com originalidade literária a comemoração de seus 80 anos, da renovação dos votos de casamento com Cléo, da amada e histórica escola de samba Vila Isabel, da cidade do Rio de Janeiro, relembrando alguns de seus sucessos no samba e na literatura. Há crônicas a respeito da sua enorme admiração aos eternos sambistas, assim como a vida artísticas pelos palcos do mundo. No decorrer da obra, Martinho também aborda fatos marcantes ocorridos em 2018, como o assassinato de Marielle Franco, as eleições presidenciais, a visita ao ex-presidente Lula em Curitiba e a derrota do Brasil na Copa do Mundo. 

MARTINHO DA VILA nasceu em Duas Barras, Estado do Rio. É músico, ativista cultural e escritor. Desde 1965, suas atividades culturais e musicais estão vinculadas à escola de Samba Unidos de Vila Isabel, daí seu nome artístico – Martinho da Vila. Ficou conhecido nacionalmente a partir de 1967, quando se apresentou no III Festival da Record, com o partido alto Menina Moça. A partir de então, sua vasta produção musical cresceu e foi reconhecida nacional e internacionalmente. Como escritor, Martinho da Vila tem livros publicados desde 1986, tanto de ficção quanto de não ficção, lançados no Brasil e em Portugal, e alguns deles traduzidos para o francês. Tem se dedicado ao romance e à crônica, com regular colaboração para jornais e revistas. Continua em plena atividade como artista e escritor, fazendo turnês nacionais e internacionais, e, em 2019, lança pela Kapulana seu mais novo livro 2018 – Crônicas de um ano atípico.

18 de abril de 2019

★★★

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Kapulana publica a obra “Minha irmã, a serial killer”, da nigeriana Oyinkan Braithwaite

A obra uma história cheia de suspense e mistério, com humor peculiar e ácido, sem deixar de lado a complexidade da mente de uma sociopata

Chega ao Brasil o aclamado livro Minha irmã, a serial killer, da escritora nigeriana Oyinkan Braithwaite. Elogiada pela crítica internacional, a autora conduz com maestria literária esse thriller psicológico que surpreende e encanta o leitor a cada página.

Com um enredo ambientado na Nigéria, Braithwaite conduz com maestria literária um thriller psicológico que conta a história assustadora sobre duas irmãs com temperamentos e atitudes bem diferentes uma da outra. Korede é amargurada, mas pragmática. Sua irmã mais nova, Ayoola, é a filha favorita e, possivelmente, com sérios distúrbios comportamentais. Seus três últimos namorados aparecem mortos. Um livro com humor peculiar e ácido, cheio de suspense e drama, sem deixar de lado as complexas relações humanas.

Ayoola me convoca dizendo: – Korede, eu o matei.
Eu tinha esperado nunca mais ouvir essas palavras.

(trecho do livro Minha irmã, a serial killer)

Oyinkan Braithwaite nasceu na Nigéria, África, onde ainda reside, na cidade de Lagos. Em 2014, foi indicada entre as dez melhores artistas spoken word no concurso de poesia slam “Eko Poetry Slam”, em Lagos, Nigéria. Em 2016, foi finalista do “Commonwealth Short Story Prize”, que premia os melhores textos ainda não publicados do ano. Minha irmã, a serial killer é o seu primeiro livro.

★★★

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Kapulana participa da II Feira do Livro da Unesp

A feira acontece entre os dias 10 e 14 de abril com o catálogo da editora a 50% de desconto

A Editora Kapulana participará da II Feira do Livro da Unesp, que acontece de 10 a 14 de abril, das 9h às 21h, no câmpus da Unesp, em São Paulo, ao lado da estação Palmeiras-Barra Funda do metrô, levando o seu catálogo com 50% de desconto, além de novidades culturais e literárias. A Kapulana ficará na bancada 177, da rua 2, do galpão de exposição (confira no mapa aqui).

Em seu segundo ano, A Universidade Estadual Paulista, por meio da Fundação Editora da Unesp, realiza a Feira do Livro da Unesp e terá acesso gratuito ao público em geral, em área anexa ao Instituto de Artes e Instituto de Física Teórica e contará com diversas editoras e uma programação cultural recheada de participações especiais.

 

NOVIDADES DA KAPULANA DURANTE A FEIRA:

  • Bate-papo e lançamento: Walter de Sousa e Mariana Fujisawa, autor e ilustradora da obra infantil NINA TEM MEDO DE PALHAÇO, conversarão sobre o processo de criação e desenvolvimento do livro infantil publicado pela Kapulana. O encontro acontece no sábado, 13 de abril, às 11h00, no auditório do Circo da Barra, localizado ao lado da área expositora. O evento contará com o lançamento da obra e sessão de autógrafos. Interessados em participar das atividades devem fazer sua pré-inscrição no site da feira (clique aqui).
  • Venda especial: O livro O Brasil na poesia africana de língua portuguesa – antologia, organizado pelas Profas. Dras. Anita M. R. Moraes e Vima Lia R. Martin, estará à venda para o público durante a II Feira do Livro da Unesp – o livro chega às livrarias no dia 18 de abril. A antologia apresenta vinte e um poemas da literatura africana de língua portuguesa que, de alguma maneira, referenciam o Brasil ou os brasileiros. Com textos de onze poetas de diferentes países africanos – Angola, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe.

05 de abril de 2019

★★★

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“Nina tem medo de palhaço”: Kapulana promove sessões de autógrafos e mesas de conversas de seu mais recente livro infantil

Os eventos ocorrerão nas livrarias da Vila e Cultura, além de participações nas programações culturais nas Cidade do Circo e Unesp

A Kapulana realizará sessões de autógrafos e mesas de conversas de sua mais recente publicação, o livro infantil  Nina tem medo de palhaço, com as participações de Walter de Sousa e Mariana Fujisawa – autor e ilustradora da obra – e Gabi Winter, atriz e a palhaça Jurubeba, homenageada no livro.

Na obra, a jovem Nina perdeu a casa em uma tragédia e passa a viver em um campo de refugiados. O que fazer para enfrentar os medos e anseios durante a infância? É o que acontece quando Nina conhece a palhaça Jurubeba! A palhaça conforta e conversa com a protagonista sobre muitas coisas e lugares que podem ser a nossa casa. Este incrível livro, escrito por Walter de Sousa e ilustrado pela artista Mariana Fujisawa, é uma homenagem ao trabalho social e cultural da palhaça brasileira Jurubeba (Gabi Sigaud Winter), e de todas as palhaças e palhaços que divertem e confortam crianças pelo mundo todo.

 Os eventos acontecerão na cidade de São Paulo em:

★★★

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acessehttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

Confira as obras da Kapulana disponíveis no formato e-book

São mais de 15 obras da editora em e-book nas diversas plataformas digitais para compra

Já está disponível o catálogo – obras em prosa – da Kapulana em formato e-book. Os livros podem ser adquiridos nas plataformas digitais Amazon Brasil, Apple Books, Google Play, Kobo, Livraria Cultura e Wook.

A Kapulana é uma editora voltada para a publicação e divulgação da literatura de autores brasileiros e estrangeiros. Atualmente, o catálogo da editora é composto por livros de ficção e científicos, para adultos e crianças, em prosa e poesia. Os autores são de países como Brasil, Angola, Moçambique, Nigéria, Portugal, Quênia e Zimbábue.

 

 

Confira as seguintes obras disponíveis em e-book:

★★★

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acessehttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

Quatro autores da Kapulana estarão presentes na primeira edição da “Travessia das Letras”, festa infantojuvenil realizada em Portugal

Kely de Castro, Lucílio Manjate, Ungulani Ba Ka Khosa e Maria Celestina Fernandes conversarão sobre o exercício do pensamento, das ideias, da construção de relações sociais e afetivas que se iniciam na infância

Os escritores da Kapulana, Kely de Castro (Brasil), Maria Celestina Fernandes (Angola),  Laucílio Manjate e Ungulani Ba Ka Khosa (Moçambique) estarão presentes na Travessia das Letras1ª Festa Infantojuvenil da Língua Portuguesa, que será realizada em Oeiras, Portugal, nos dias 30 e 31 de março, no Parque dos Poetas – Templo de Poesia. A editora é membro apoiador do evento.

A participação desses escritores no evento é uma das atividades da Editora Kapulana sobre o Dia da Língua Portuguesa, dia 05 de maio. Essa data é comemorada pelos países da língua portuguesa que fazem parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).

O evento conta com o apoio institucional da Missão do Brasil na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Embaixada do Brasil em Lisboa, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (I. P. do Camões,) do Centro Cultural Português em Maputo e da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas do Governo Português (DGLAB).

OBRAS DOS AUTORES CONVIDADOS

A Kapulana publicou no Brasil as seguintes obras dos escritores presentes no evento:

 

Travessia das Letras – 1ª Festa Infantojuvenil da Língua Portuguesa:

Data: 30 e 31 de março

Horário: das 10h às 18h

Entrada Gratuita

Endereço: Parque dos Poetas – Templo da Poesia (Rua José de Azambuja Proença, 2780-257, Oeiras – Portugal)

Programação oficial da Travessia das Letras: http://travessia2019.blogspot.com

14 de março de 2019

★★★

Para conhecer o catálogo da Kapulana, acesse: http://www.kapulana.com.br/catalogo/

 

Conheça as ilustrações do livro “Nina tem medo de palhaço”, realizadas pela artista Mariana Fujisawa

Além de abordar o conteúdo sobre o medo na infância, o livro também abrange as questões sociais e políticas no mundo, como as crianças em situação de risco e que passaram por várias perdas, fornecendo, assim, importante reflexão da atualidade

Nina tem medo de palhaço, escrito por Walter de Sousa, é o novo livro infantil publicado pela Kapulana. Na obra, Nina é uma menina que perdeu a casa e vive com mãe em um campo de refugiados. Corajosa, ela enfrenta de tudo, a única questão é o seu medo de palhaço. Mas e de palhaça? É quando conhece a palhaça Jurubeba que Nina aprende sobre as coisas e lugares e que o medo é um sentimento normal. Além de abordar o conteúdo sobre o medo na infância, o livro também abrange as questões sociais e políticas no mundo, como as crianças em situação de risco e que passaram por várias perdas, fornecendo, assim, importante reflexão da atualidade.

O livro é uma homenagem ao trabalho social e cultural da palhaça brasileira Gabi Sigaud Winter, a Jurubeba, e de todas as palhaças e palhaços que divertem e confortam crianças pelo mundo todo. A obra também homenageia os Palhaços sem Fronteiras (Clowns without Borders International) organização que atua desde 1993.

Nina tem medo de palhaço conta com as ilustrações de Mariana Fujisawa. Leia abaixo um depoimento da artista sobre o processo de desenvolvimento das maravilhosas artes presentes no livro:

Ilustrei o ‘Nina tem medo de palhaço’ sempre em contato com o autor e, principalmente, com a Gabi Winters – a palhaça Jurubeba. Foi uma grande preocupação que eu pudesse retratar esta história ao mesmo tempo com liberdade e fidelidade à situação vivida por crianças nos campos de refugiados ao redor do mundo. Para isso, recebi dezenas de fotos dos trabalhos da Gabi em vários países e campos, e me baseei nelas para compor personagens e cenários.  A técnica utilizada foi tinta guache e lápis de cor sobre um papel de cor terrosa. Enquanto o guache apresenta cores vibrantes, o lápis de cor enriquece as ilustrações com textura.  Procurei manter formas simples nos desenhos: a ideia é de que todos possam reconhecer e se empatizar rapidamente pelas situações vividas por Nina e seus amigos – mesmo que estas realidades pareçam muito distantes.
 
22 de fevereiro de 2019
 

Kapulana publica a obra infantil “Nina tem medo de palhaço”

O livro trata de um tema bastante recorrente no universo infantil: os medos das crianças e como lidar com eles

Em março, a Kapulana publica Nina tem medo de palhaço, obra infantil escrita pelo brasileiro Walter de Sousa e com ilustrações da artista Mariana Fujisawa. O livro trata de um tema bastante recorrente no universo infantil: os medos das crianças e como lidar com eles. Nina, a personagem título, passa a enfrentar seus medos após conhecer a palhaça Jurubeba.  A obra já está em pré-venda.

Em um ambiente indefinido – sem fronteira e sem espaço -, e além de abordar conteúdo sobre o medo na infância, a obra também abrange as questões sociais e políticas no mundo, como as crianças em situações de risco devido as condições dos refugiados na atualidade, fornecendo, assim, uma importante reflexão. Em um trecho, pode-se destacar a competente narrativa desenvolvida pelo autor, transformando em leitura fundamental para todas as idades:

– Você tem medo de alguma coisa? – perguntou Nina.
– Todo mundo tem medo. Até palhaça.
– Tem medo de ficar sem casa?
– Tenho medo de não poder mais dar risada.
Nina entendeu que rir era a casa de Jurubeba.

HOMENAGEM

O livro Nina tem medo de palhaço é uma homenagem ao trabalho social e cultural da palhaça brasileira Gabi Sigaud Winter, a Jurubeba, e de todas as palhaças e palhaços que divertem e confortam crianças pelo mundo todo, particularmente aquelas crianças em situação de risco, vulneráveis e que passaram por várias perdas, como as crianças de campos de refugiados. A obra também é uma homenagem aos Palhaços sem Fronteiras (Clowns without Borders International) organização que atua desde 1993.

15 de fevereiro de 2019

★★★

Saiba mais sobre a obrahttp://www.kapulana.com.br/produto/nina-tem-medo-de-palhaco/

Saiba mais sobre o autorhttp://www.kapulana.com.br/walter-sousa-jr/

Saiba mais sobre a ilustradorahttp://www.kapulana.com.br/mariana-fujisawa/

Saiba mais sobre a homenageadahttp://www.kapulana.com.br/gabi-sigaud-winter-palhaca-jurubeba/

Saiba mais sobre Palhaços sem Fronteirashttp://palhacossemfronteiras.org.br/?gclid=EAIaIQobChMImJz1_9y94AIViRCRCh0GFgQJEAAYASAAEgJzjfD_BwE

Confira cinco curiosidades sobre o livro “O cão e os caluandas”, de Pepetela

A Kapulana destaca cinco curiosidades importantes sobre o seu próximo lançamento, a obra do premiado escritor angolano Pepetela

  1. PRIMEIRA PUBLICAÇÃO NO BRASIL: Clássico da literatura angolana, publicado originalmente em 1985 em Angola e Portugal, a obra é inédita no Brasil – em pré-venda – e conta com um maravilhoso projeto editorial da Kapulana, assim como uma incrível ilustração de capa feita pela artista Mariana Fujisawa, que explicou o seu processo para esta obra:

“A ilustração da capa foi feita com aquarela. As cores remetem à praia. Por cima da tinta foi utilizado sal, que em contato com a tinta absorve parte da umidade e cria texturas e manchas, além de novamente remeter ao mar. A imagem do cão foi feita em carvão, técnica que permite pouca definição. Isso foi pensado porque a figura do cão na obra é construída de forma fragmentada e difusa”.

  1. ORIGINALIDADE NA ESCRITA: Em mais um enredo singular da trajetória literária de Pepetela, a obra aborda as histórias em Luanda, capital de Angola, na década de 1980, e trazem episódios e anedotas sobre as andanças do cão que leva título da obra. Os relatos, coletados por um autor anônimo, contam as diversas versões da vida do cão, seus diferentes donos, e os muitos lugares por onde passou e onde foi visto. Em O cão e os caluandas, Pepetela faz uma análise profunda e crítica do período após a Independência de Angola.

 

  1. O AUTOR: Nascido em 1941, em Benguela, Angola, Pepetela é licenciado em Sociologia e trabalhou na representação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola). Autor dos clássicos As aventuras de Ngunga (1973), Mayombe (1980), A geração da utopia (1992) e O quase fim do mundo (2008) – que também será publicado pela Kapulana -. Pepetela recebeu diversas homenagens literárias, como o Prêmio Camões, em 1997, um dos maiores da literatura, pelo conjunto da obra.

 

  1. SÉRIE VOZES DA ÁFRICA: A série nasceu de um projeto da Editora Kapulana para divulgar a literatura africana no Brasil. Com esse propósito, a fundadora da editora brasileira, que é doutora em Literatura e teve experiência como docente em Moçambique, passou a coordenar, a partir de 2015, a publicação de livros de origem africana. A série é composta por obras de ficção em prosa e poesia, dedicadas a crianças e a adultos. Já foram publicadas as obras de Ungulani Ba Ka Khosa, Luís Bernardo Honwana, Suleiman Cassamo, Noémia de Sousa, entre outros.

 

  1. LEIA UM TRECHO:

As cenas que se vão narrar passaram no ano de 1980 e seguintes, nessa nossa cidade de Luanda. No século passado, portanto. Século sibilino.

Peço esforço para compreenderem a linguagem, que é a da época em que aconteceram os casos. Os que conheceram o cão pastor-alemão deixaram os documentos escritos ou gravados, que me resumi a pôr em forma publicável. Foi preciso um inquérito rigoroso, muitas solas gastas, a procurar as pessoas e, sobretudo, convencê-las a falar, a escrever, ou a darem-me na candonga fotocópias de documentos. O pouco conseguido aí está. E ficou guardado muitos anos na gaveta, por promessa feita a alguns dos informadores benévolos. Hoje, passado tanto tempo, será difícil descobrir a maior parte dos narradores. Há pessoas mal intencionadas que só leem livros para neles encontrarem alusões a conhecidos. Mas aqui os segredos ficam resguardados. E mesmo os herdeiros não me podem vir exigir os direitos de autor, o que é uma vantagem.

Trata-se pois de estórias dum cão pastor-alemão na cidade de Luanda. Também se trata duma toninha, ser todo de espuma, algas como cabelos, que talvez só tenha vivido na minha cabeça. E na do cão, claro. Será mesmo só isso? Responda o leitor.

Mais previno que qualquer dissemelhança com fatos ou pessoas pretendidos reais foi involuntária.

Calpe, ano de 2002.

O autor.

 

1 de fevereiro de 2019

 

★★★

A obra: http://www.kapulana.com.br/produto/o-cao-e-os-caluandas/

O autor: http://www.kapulana.com.br/pepetela/

Leia também – A crítica de Pepetela, por Tania Macêdo: http://www.kapulana.com.br/a-critica-de-pepetela-tania-macedo/

Volta às aulas: Kapulana faz indicações de leituras para estudantes da pré-escola ao ensino universitário

A Editora Kapulana indica livros de seu catálogo para estudantes da pré-escola ao ensino universitário para o ano de 2019!

INDICAÇÕES DE LEITURAS DA KAPULANA

PRÉ-ESCOLA

  • Sonho da lua – Sílvia Bragança – poesia – infantil – Moçambique.
  • Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas – Pedro P. Lopes– poesia – inf. – Moçambique.

FUNDAMENTAL I

  • Clarinha e Berenice e o Dicionário do Inesperado – Carolina Mondin – Brasil (inf./bilíngue).
  • Contos de Moçambique (volumes de 1 a 10) (contos infantis ilustrados)
  • Kalimba – Maria Celestina Fernandes – Angola (infantil).
  • Kambas para sempre – Maria Celestina Fernandes – Angola (infantil).
  • O jovem caçador e a velha dentuça – Lucílio Manjate – Moçambique (infantil).
  • Serei sereia? – Kely de Castro – Brasil (infantil/ inclusão social) .
  • Sonho da lua – Sílvia Bragança – Moçambique (poesia – infantil).
  • Titus e as galinhas – Aurélio de Macedo – Brasil (infantil/bilíngue).
  • Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas – Pedro P. Lopes – Moçambique (poesia – infantil).

FUNDAMENTAL II

  • A triste história de Barcolino, o homem que não sabia morrer – Lucílio Manjate – Moçambique (novela).
  • Nós matamos o Cão Tinhoso! – Luís Bernardo Honwana – Moçambique (novela).

MÉDIO

  • Esperança para voar – Rutendo Tavengerwei – Zimbábue (romance).
  • Nós matamos o Cão Tinhoso! – Luís Bernardo Honwana – Moçambique (novela).
  • A triste história de Barcolino, o homem que não sabia morrer – Lucílio Manjate – Moçambique (novela).
  • O caso de Pedro e Inês: Inês(quecível) até o fim do mundo – Francisco M. Silveira – Brasil (poesia/cordel).
  • O domador de burros e outros contos – Aldino Muianga – Moçambique (contos).
  • A noiva de Kebera, contos – Aldino Muianga – Moçambique (contos).
  • Sangue negro – Noémia de Sousa – Moçambique (poesia).

UNIVERSITÁRIO

  • Perto do Fragmento, a totalidade:  olhares sobre a literatura e o mundo – Francisco Noa – Moçambique (ensaios).
  • Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador – Ungulani Ba Ka Khosa – Moçambique (romance).
  • O cão e os caluandas – Pepetela – Angola (romance).
  • Império, mito e miopia:  Moçambique como invenção literária – Francisco Noa – Moçambique (ensaios).
  • Uns e outros na literatura moçambicana – Francisco Noa – Moçambique (ensaios).
  • Pensando o cinema moçambicano: ensaios  – Carmen Lucia Tindó Secco – Brasil (ensaios).
  • O cão e os caluandas – Pepetela – Angola (novela). em pré-venda.

31 de janeiro de 2019.

Saiba mais sobre as obras: http://www.kapulana.com.br/catalogo/

Saiba mais sobre os escritores: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

 

 

 

Kapulana publica obra inédita no Brasil do premiado escritor angolano Pepetela

Em O cão e os caluandas, Pepetela faz uma análise profunda e crítica da situação do período após a Independência de Angola

Inédito no Brasil, o livro O cão e os caluandas, do consagrado escritor angolano Pepetela, narra os caminhos de um cão que, sucessivamente, é adotado por pessoas diferentes. A partir desse olhar do narrador, que revela as histórias das famílias que o adotam, o leitor passa a ter contato com o cenário histórico e político de Angola. O resultado é uma análise profunda e crítica da situação do período após a Independência de Angola. A obra já está em pré-venda e chega às livrarias na metade de fevereiro.

O livro, da série Vozes da África, criada pela Kapulana, aborda as histórias em Luanda, capital de Angola, na década de 1980, e trazem episódios e anedotas sobre as andanças do cão que leva título da obra, que invade desde passeatas até reuniões de sindicato, sempre lembrando ao leitor e os caluandas – palavra para designar os moradores de Luanda – deste pedaço do colonizador deixado para trás. Os relatos, coletados por um autor anônimo, contam as diversas versões da vida do cão, seus diferentes donos, e os muitos lugares por onde passou e onde foi visto. Há um poeta, uma prostituta, um funcionário público, um mecânico, diversas pessoas que conheceram o cão de alguma maneira.

Pepetela

Nascido em 1941, em Benguela, Angola, Pepetela é licenciado em Sociologia e trabalhou na representação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola). Autor dos clássicos As aventuras de Ngunga (1973), Mayombe (1980), A geração da utopia (1992) e O quase fim do mundo (2008). Pepetela recebeu diversas homenagens literárias, como o Prêmio Camões, em 1997, um dos maiores da literatura, pelo conjunto da obra.

Série Vozes da África

A série “Vozes da África” nasceu de um projeto da Editora Kapulana para divulgar a literatura africana no Brasil. Com esse propósito, a fundadora da editora brasileira, que é doutora em Literatura e teve experiência como docente em Moçambique, passou a coordenar, a partir de 2015, a publicação de livros de origem africana. A série é composta por obras de ficção dedicadas a crianças e adultos.

29 de janeiro de 2019.

★★★

Saiba mais sobre a obra: http://www.kapulana.com.br/produto/o-cao-e-os-caluandas/

Saiba mais sobre o autor: http://www.kapulana.com.br/pepetela/

Leia – A crítica de Pepetela, por Tania Macêdo: http://www.kapulana.com.br/a-critica-de-pepetela-tania-macedo/

Em parceria com a Kapulana, Biblioteca Mário de Andrade realiza clube de leitura da obra “O que acontece quando um homem cai do céu”, de Lesley Nneka Arimah

Encontro literário abordou a originalidade dos contos escritos pela autora 

Na última quarta-feira, 9 de janeiro,  a Biblioteca Mário de Andrade realizou o Clube de Prosa da Mário com o livro O que acontece quando um homem cai do céu, de Lesley Nneka Arimah, publicado pela Kapulana. Com mais de trinta leitores e leitoras, foram discutidos os doze contos que contemplam a obra, destacando a originalidade e a atualidade dos temas desenvolvidos pela autora. 

Em seu livro de estreia, Arimah desenvolve as diversas formas literárias que abrangem o insólito, a distopia, as memórias da guerra na Nigéria, as relações entre mãe e filha, a convivência humana com as tecnologias, a infância e o embate entre as tradições de seus familiares e o cotidiano na América, muitas vezes com uma visão afrofuturista. Lesley nasceu no Reino Unido, viveu na Nigéria e agora mora nos EUA. O livro fez parte das listas de “Melhores de 2018” nas mídias especializadas em literatura, como o “Suplemento Pernambuco”, a “CartaCapital” e o “Plano Crítico”.

★★★

Saiba mais sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/lesley-nneka-arimah/

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/o-que-acontece-quando-um-homem-cai-do-ceu/

Conheça os livros da Kapulana para 2019

O catálogo inclui autores angolanos, nigerianos, moçambicanos, zimbabuenses e brasileiros, como Pepetela, Akwaeke Emezi, Adelino Timóteo, Tsitsi Dangarembga, Walter Sousa Jr. e Marcelo Jucá

A Kapulana divulgou o seu calendário de publicações para 2019. O catálogo inclui autores angolanos, moçambicanos, zimbabuenses e brasileiros. Entre os títulos estão as obras O cão e os caluandas e O quase fim do mundo, ambas do consagrado autor angolano Pepetela, e o romance Cemitério dos pássaros, do moçambicano Adelino Timóteo. A editora também lançará duas obras infantis de autores brasileiros, com temáticas que abordam reflexões socais acerca de temas atuais: Nina tem medo de palhaço, de Walter de Sousa Júnior, e Ilha, de Marcelo Jucá – este, vencedor do concurso “Seja Nosso Autor”, promovido pela Kapulana.

Dando continuidade às publicações de autores africanos de língua inglesa – projeto que teve início em 2018 para o catálogo da editora -, a Kapulana prepara o livro Nervous conditions, da escritora e cineasta Tsitsi Dangarembga, do Zimbábue, premiado e classificado entre os 12 primeiros livros no ranking dos “100 Melhores Livros Africanos do Século XX”, e contemplado, em 2018, na lista da BBC de “100 Histórias que Formaram o Mundo”. A obra retrata a história da uma família Shona, durante o período pós-colonial, no Zimbábue (Rodésia, antes da independência). O aclamado Freshwater, de Akwaeke Emezi, da Nigéria, utiliza uma linguagem crua e, ao mesmo tempo, sensível, a obra celebra a possibilidade do ser múltiplo, os muitos “eus” que podem existir dentro de qualquer um. Já em Minha irmã, a serial killer, Oyinkan Braithwaite, também da Nigéria, conta uma história ao mesmo tempo bem-humorada e assustadora sobre duas irmãs com temperamentos e atitudes bem diferentes uma da outra.

Leia as sinopses de cada obra: http://www.kapulana.com.br/proximos-lancamentos/?mc_cid=44f2daace9&mc_eid=d9a246dbcb

Conheça os autores: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

Saiba mais sobre a Editora Kapulana: http://www.kapulana.com.br/a-editora/

Kapulana participa de roda de conversa “Como Montar e Gerir Uma Editora Independente” no Sesc Paulista

Diretora e fundadora da Kapulana conversou sobre o desenvolvimento da editora em encontro no Sesc Avenida Paulista

A diretora editorial da Kapulana, Rosana Weg, participou, em novembro, no Sesc Avenida Paulista, de uma roda de conversa sobre como desenvolver uma editora independente. Intitulada “Como Montar e Gerir uma Editora Independente”, o bate-papo contou também com as presenças dos editores Eduardo Lacerda, da Patuá; Marcelo Nocelli, da Reformatório; e Marciano Ventura, da Ciclo Contínuo.  A mediação ficou a cargo do escritor e produtor cultural Jorge Ialanji Filholini. 

No encontro, os quatro editores conversaram sobre as fases do mercado editorial brasileiro, como são escolhidas as obras e autores que farão parte do catálogo, a elaboração do material físico e/ou virtual do livro, os meios de comunicação na divulgação e promoção dos livros, o lançamento, relação com as livrarias, os eventos literários e, assim, as vendas. O bate-papo aprofundou um pouco do desenvolvimento e dinâmica das editoras independentes no Brasil.

 

Editora Kapulana traz mais uma vez ao Brasil o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa para lançamento de novo livro sobre o imperador Gungunhana

O premiado escritor moçambicano esteve em novembro no Brasil para lançar seu novo livro e participar de diversos eventos culturais e acadêmicos no país

O premiado escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa esteve em novembro no Brasil para realizar o lançamento de seu novo livro Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador, publicada pela Editora Kapulana, além de participar de eventos pelo país onde conversou sobre a sua trajetória literária. O autor passou pelas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Salvador.

O livro é composto por duas obras em um só volume. As duas obras têm o imperador Gungunhana como elo. Na primeira história, publicada em 1987, Ualalapi, classificado em rancking internacional entre “os 100 melhores romances africanos do século XX”, conta a história de Gungunhana, de sua ascensão à sua queda. Na segunda história, As mulheres do Imperador (2018), Ungulani traz de volta a mesma personagem Gungunhana, mas as protagonistas são suas mulheres, que são separadas do Imperador no exílio e retornam a Moçambique após quinze anos de isolamento.

Em São Paulo

Na Universidade de São Paulo (USP), em 5 de novembro, seu primeiro encontro no país, o escritor compartilhou com o público, durante a programação do “XVIII Encontro de Estudos Comparados de Literatura de Língua Portuguesa”, a sua carreira na escrita literária e a nova edição de Ualalapi, obra bastante estudada no país. O encontro contou com a participação da diretora da Kapulana, Rosana Weg, que explicou o processo editorial do novo volume, e da pesquisadora Jaqueline Kaczorowski, que conversou com o autor sobre Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador. Segundo Ungulani:

“A literatura tem dessas pretensões de não moralizar os personagens que escolhemos, torna-se importante socializar essas figuras histórias. A minha vontade foi tentar deixar o Gungunhana mais humano. Já em “As mulheres do Imperador” eu quis encontrar o ponto certo e entrar naquele universo. O escritor escolhe um enredo e entrega o resultado de corpo e alma”.

Na Blooks Livraria, do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, na noite do dia 12 de novembro, o autor bateu um papo com o jornalista e crítico literário Rodrigo Casarin. Durante a conversa, Ungulani destacou a homenagem que prestou às esposas de Gungunhana, e a todas as mulheres, em sua mais recente obra:

“Foi uma ideia que eu vinha tendo ultimamente e, de repente, enxerguei um tema que dá para eu tratar sobre isto. Procurei por documentos sobre elas e não encontrei nada. Anos depois recebi alguns documentos se tratando do exílio delas em São Tomé, capital de São Tomé e Príncipe, e, à medida que fui analisando, percebi o papel secundário que a História renega às mulheres”.

Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em Campinas-SP, no dia 14 de novembro, Ungulani esteve com estudantes de diversos cursos, inclusive estudiosos de suas obras. O encontro foi organizado pelo GELCA – Grupo de Estudos de Literaturas e Culturas Africanas e mediado pela Profa. Dra. Elena Brugioni. Contou com as presenças da pesquisadora Natasha Magno e da diretora da Kapulana, Rosana Weg.

Ainda em São Paulo, em 23 de novembro, Ungulani Ba Ka Khosa participou de mesa de debate no “II Seminário A língua portuguesa na educação, na literatura e na comunicação”, promovido pela CPCLP, Comissão para a Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa, da Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizado no Sesc – Centro de Pesquisa e Formação. Participaram do bate-papo o escritor moçambicano e a premiada escritora brasileira Maria Valéria Rezende, sob a mediação da escritora e jornalista Josélia Aguiar. Os convidados debateram com o público presente sobre sua produção literária, sua experiência em educação, e também sobre as principais influências culturais e literárias em suas obras. Na ocasião, Ungulani realizou o lançamento, com sessão de autógrafos, da edição brasileira de Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador.

No Rio de Janeiro

Na cidade carioca, Ungulani Ba Ka Khosa, participou de dois eventos organizados para a sétima edição da Festa Literária das Periferias, FLUP, realizada no Cais do Valongo.

Em 7 de novembro, na Flup Parque, Ungulani conversou com alunos do ensino fundamental da região sobre o seu processo de desenvolvimento do livro infantil O rei mocho – que faz parte da série Contos de Moçambique, publicada pela Kapulana -, assim como sobre sua experiência como educador.

Em 9 de novembro, na Flup, realizou o lançamento nacional da obra Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador e compartilhou a sua experiência literária ao lado dos pesquisadores e escritores brasileiros Tom Farias e Djamila Ribeiro. Em uma noite de teatro cheio, Ungulani destacou a importância da literatura no país moçambicano:

“A literatura tem desempenhado o papel de recuperar a memória, porque a memória é uma amnésia em nosso país. As elites que nascem no nosso continente muitas vezes se afastam de seu chão cultural. Desta forma, as jovens gerações perdem as suas ancestralidades. No entanto, para encontrá-los e trazê-los de volta para a nossa cultura, eu faço por meio da literatura. E se não consigo desta maneira, acabo não sendo ninguém para este mundo”

Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, participou de vários encontros sobre literatura e cinema de Moçambique, em seminário organizado pela Profa. Dra. Carmen Lucia Tindó Secco: “Literaturas Africanas & Cinema & História: olhares múltiplos, perspectivas críticas, leituras cruzadas”:

Em 21 de novembro, debate e lançamento do livro de ensaios organizado da Profa. Carmen L. T. Secco, publicado pela Editora Kapulana: Pensando o cinema moçambicano – ensaios.

Em 22 de novembro, debate e lançamento do livro da Kapulana, Gungunhana: Ualalapi e as Mulheres do Imperador, seguido de sessão de autógrafos.

Recebido por estudantes, professores, pesquisadores de sua obra literária e da cultura moçambicana em geral, Ungulani conversou sobre o seu processo criativo em geral e sobre a obra Ualalapi (1987), e sobre sua mais recente obra As mulheres do imperador (2018), juntas agora na edição brasileira da Kapulana.

Em Salvador

Em sua 13ª edição, a já tradicional “Balada Literária” convidou o escritor Ungulani Ba Ka Khosa para a sua programação realizada em Salvador (BA).

Em 17 de novembro, na Casa do Benin, no Pelourinho, o escritor moçambicano participou da mesa “Sei dos caminhos – Moçambique e Brasil”, ao lado dos professores e escritores Nelson Maca, também curador da Balada na Bahia, Wesley Correia e Rodrigo Dultra. Ungulani falou sobre o seu processo criativo e da sua paixão pela Literatura. Depois da conversa, o escritor moçambicano lançou Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador.

O escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa ainda visitou livrarias brasileiras, no Rio e em São Paulo, onde seus livros estão à venda. Lá encontrou os livros publicados pela Kapulana no Brasil: O rei mocho, Orgia dos Loucos e o mais recente Gungunhana. Nessas visitas, os profissionais do livro tiveram a oportunidade rara de conhecer pessoalmente um grande escritor de ficção moçambicana.

São Paulo, 27 de novembro de 2018.

***

FOTOS das atividades:

SÃO PAULO

05/11/2018 – Encontro com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa na USP, em São Paulo, SP.

http://www.kapulana.com.br/05-11-2018-encontro-com-o-escritor-mocambicano-ungulani-ba-ka-khosa-na-usp-em-sao-paulo-sp/

12/11/2018 – Resistência na Literatura: bate-papo com Ungulani Ba Ka Khosa, na Blooks Livraria, em São Paulo, SP.

http://www.kapulana.com.br/12-11-2018-resistencia-na-literatura-bate-papo-com-ungulani-ba-ka-khosa-na-blooks-livraria-em-sao-paulo-sp/

14/11/2018 – Encontro com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, na Unicamp, Campinas, SP.

http://www.kapulana.com.br/14-11-2018-encontro-com-o-escritor-mocambicano-ungulani-ba-ka-khosa-na-unicamp-sp/

23/11/2018 – Lançamento de Gungunhana: Ualalapi e as Mulheres do Imperador, de Ungulani Ba Ka Khosa, no Sesc Centro de Pesquisa e Formação, em São Paulo, SP.

http://www.kapulana.com.br/lancamento-de-gungunhana-ualalapi-e-as-mulheres-do-imperador-de-ungulani-ba-ka-khosa-no-sesc-centro-de-pesquisa-e-formacao-em-sao-paulo-sp/nggallery/page/1

 

RIO DE JANEIRO

22/11/2018 – Lançamento de Gungunhana: Ualalapi e as Mulheres do Imperador, de Ungulani Ba Ka Khosa, na UFRJ, Rio de Janeiro, RJ.

http://www.kapulana.com.br/lancamento-e-sessao-de-autografos-do-livro-gungunhana-de-ungulani-ba-ka-khosa-na-ufrj-rj/

 

SALVADOR

17/11/2018 – Ungulani Ba Ka Khosa na Balada Literária de Salvador, BA.

http://www.kapulana.com.br/ungulani-ba-ka-khosa-na-balada-literaria-de-salvador-ba/

 

VÍDEOS com o escritor:

Flup Parque (07/11/2018) – Rio de Janeiro, RJ

https://www.facebook.com/FlupRJ/videos/345874612637916/

FLUP (09/11/2018) – Rio de Janeiro, RJ

https://www.facebook.com/FlupRJ/videos/vl.1966763803623029/2109192102465286/?type=1

https://www.facebook.com/FlupRJ/videos/vl.319463598867952/254753368535403/?type=1

 

ENTREVISTAS E LEITURAS de texto com o autor, para a Editora Kapulana, São Paulo, SP.

Entrevista: http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-ungulani-ba-ka-khosa-autor-de-gungunhana-ualalapi-as-mulheres-do-imperador/

Entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=ZI-PMk9HrA4&t=8s

Leitura de trechos: https://www.youtube.com/watch?v=2X_t52b4xwA

 

ARTIGOS E MATÉRIAS sobre a obra:

Por Rita Chaves (Profa. da USP): http://www.kapulana.com.br/ualalapi-a-narrativa-e-os-ciclos-por-rita-chaves/

Por Carmen Lucia Tindó Secco (Profa. da UFRJ): http://www.kapulana.com.br/as-mulheres-do-imperador-entrelaces-de-historias-e-estorias-por-carmen-l-tindo-secco/

Por José dos Remédios (jornalista de Moçambique): http://www.kapulana.com.br/a-degradacao-da-personagem-em-gungunhana-por-jose-dos-remedios/

Jornal O GLOBO (RJ): Destaques culturais na Semana da Consciência Negra: https://oglobo.globo.com/cultura/selecionamos-destaques-culturais-na-semana-da-consciencia-negra-23244197

SOBRE OS LIVROS DO AUTOR publicados pela Kapulana:

Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador: http://www.kapulana.com.br/produto/gungunhana-ualalapi-as-mulheres-do-imperador/

O rei mocho: http://www.kapulana.com.br/produto/o-rei-mocho-1-contos-de-mocambique/

Orgia dos loucos: http://www.kapulana.com.br/produto/orgia-dos-loucos/

 

SOBRE O AUTOR: http://www.kapulana.com.br/ungulani-ba-ka-khosa/

Cinco curiosidades sobre “Um dia vou escrever sobre este lugar”, de Binyavanga Wainaina

A Kapulana destacou cinco curiosidades importantes sobre o seu próximo lançamento, a obra de memórias de um dos escritores mais geniais da atualidade

  1. O Livro

Publicado pela primeira vez em Língua Portuguesa, com impecável trabalho editorial da Kapulana, em Um dia vou escrever sobre este lugar, Binyavanga Wainaina, a partir de suas memórias da infância à vida adulta, apresenta-nos nessa preciosa obra literária, um retrato pessoal, político e cultural da África, a partir de sua vivência no  Quênia, seu país natal, e em outros países onde viveu, como a África do Sul, Uganda, Gana e Togo. Para celebrar este livro incrível, a editora realizou uma parceria com a TAG – Experiências Literárias. O livro está à venda na TAG Loja (compre aqui) do período de 5 a 25 de novembro. No site da Kapulana e nas demais livrarias, o livro estará à venda a partir de 26 de novembro.

  1. O Autor

Binyavanga Wainaina é um defensor incansável da África, do poder do continente africano a partir de suas raízes e seu povo. Fala abertamente sobre questões referentes à realidade LGBTQ+ na África em comparação à realidade de outros países. Nasceu em Nakuru, Quênia, em 18 de janeiro de 1971.

Estudou Economia na África do Sul, mas desistiu do curso até perceber que sua vocação era, de fato, a escrita. Em 2002, ganhou o “Caine Prize for African Writing”, com “Discovering home”, sobre uma viagem com a família para Uganda. No ano de 2008, com o ensaio “How to write about Africa” ganhou reconhecimento mundial.  Em 2011 lançou o livro One day I will write about this place, seu livro de memórias. No ano de 2016, Dia Mundial de Combate à AIDS, o autor assumiu, em seu perfil do Twitter, que é HIV positivo e vive muito bem. 

  1. A obra foi indicada pela escritora Chimamanda Adichie 

Em outubro de 2017, quando foi curadora do clube de assinantes da TAG – Experiências Literárias, a renomada escritora nigeriana Chimamanda Adichie destacou Um dia vou escrever sobre este lugar, que ainda não havia sido publicado no Brasil, como um dos seus cinco livros favoritos. Confira aqui.

  1. Um livro aclamado pela crítica mundial 

“Wainaina é um cantor e pintor de palavras. Ele faz você cheirar, escutar, tocar, ver e, acima de tudo, sentir o drama e as vibrações da vida abaixo da superfície capturada de forma brilhante e concreta do Quênia e da África. Estas memórias explodem com vida e risadas e compaixão em todas as linhas e parágrafos” (Ngũgĩ wa Thiong’o, aclamado escritor queniano)

“O caminho de Wainaina até se tornar um escritor está entrelaçado à sua busca por sua identidade, por pertencer à sua família e, ao mesmo tempo, criar um retrato hilário, inteligente e cheio de nuances do que é ser Um Queniano-Ugandense-Gikuyu-Mufunbira-filho-irmão-estrangeiro-cidadão-artista no mundo, hoje” (por Caitlin Chandler, em Africa is a country)

“A linguagem é, claramente, o modo preferido pelo autor para estruturar o mundo, mas também é o brinquedo que ele usa com elegância idiossincrática e imediatismo brilhante para capturar ‘as sensações esparsas, oscilantes’ de memórias e emoções do passado” (Kirkus Prize, da edição na “BEA Big Books”)

  1. Edição brasileira conta com “capítulo perdido”

Em janeiro de 2014, após uma série de leis anti-homossexualidade terem sido aprovadas na África, Binyavanga escreveu o texto “Eu sou homossexual, Mãe”, no qual reinventa os eventos da morte da mãe, imaginando como teria sido lhe contar que é um homem gay. O texto, nomeado pelo autor como um “capítulo perdido” de suas memórias, publicadas em 2011, saiu inicialmente no site Africa is a country, e posteriormente foi publicado também no The Guardian e outros veículos da grande imprensa. Por sua coragem de se assumir como homossexual no Quênia, país no qual a homossexualidade é punida criminalmente, Binyavanga foi eleito, em 2014, uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, pela TIME. A edição brasileira de Um dia vou escrever sobre este lugar inclui este comovente e importante capítulo da vida de Binyavanga.

Leia um trecho do texto:

“- Nunca abri meu coração para você, Mamãe. Você nunca me pediu para fazer isso.

Só minha mente diz. Isso. Não minha boca. Mas com certeza o solavanco da minha respiração e do meu coração, ali, ao lado dela, foi percebido? Ela está me deixando entrar?

Ninguém, ninguém na minha vida ouviu isso, nunca. Nunca, mamãe. Eu não confiei em você. Mamãe. E. Eu. Puxei o ar com uma força e o segurei em uma bola no meu umbigo, e soltei pela boca devagar e continuamente, regular e sem tropeços, alto e claro por cima de um ombro, em seu ouvido.

– Mamãe, eu sou homossexual”.

 

Conheça o catálogo da Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

Kapulana publica o livro “Um dia vou escrever sobre este lugar”, do escritor queniano Binyavanga Wainaina

Binyavanga entrelaça suas memórias de infância, adolescência e vida adulta à história contemporânea do continente africano

A Kapulana publica em novembro um dos livros mais aguardados do ano, a obra Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina. E para celebrar este incrível livro, a editora realizou uma parceria com a TAG – Experiências Literárias para as primeiras vendas dos exemplares.  A obra estará à venda na TAG Loja do período de 5 a 25 de novembro. No site da Kapulana e nas livrarias, o livro estará à venda a partir de 26 de novembro

Em Um dia vou escrever sobre este lugar, Binyavanga entrelaça suas memórias de infância, adolescência e vida adulta à história contemporânea do continente africano. Utilizando referências políticas, da cultura africana e da cultura popular mundial, o autor nos apresenta as constantes transformações acontecidas em países como Quênia, África do Sul, Uganda, Gana e Togo, a partir de seu próprio crescimento e amadurecimento como pessoa e, principalmente, escritor e constante observador do mundo ao seu redor.

Fascinado pelas diversas linguagens humanas, de palavras ao corpo, Binyavanga descreve, na obra, as diversas nuances e facetas de uma África gigante, complexa, mal compreendida, presenteando os leitores com histórias, acontecimentos e anedotas contadas com um olhar de dentro que não se pauta pelo externo, que não quer acomodar visões e conceitos restritos sobre África, mas, sim, explodi-los, para dar lugar a uma rica constelação de pessoas, impressões, línguas, costumes e situações, utilizando a própria vida, seus percalços, sua história para afogar ideias pré-concebidas e constantemente disseminadas sobre o continente africano.

A edição da Kapulana, traduzida por Carolina Kuhn Facchin, contém, ainda, o que o autor considera como um “capítulo perdido” de suas memórias, chamado “Mãe, eu sou homossexual”, publicado em 2014, três anos após o livro original. No texto, Binyavanga reinventa como teriam sido os últimos momentos de vida de sua mãe se ele tivesse viajado até o Quênia para estar com ela, e lhe contado que é um homem gay. Com muita sensibilidade, ele nos apresenta uma vida de autoconsciência mas, também, de restrição, devido ao medo, à vergonha e a profundas amarras culturais.

Em depoimento sobre o livro, o célebre escritor queniano Ngũgĩ wa Thiong’o destacou:

“Wainaina é um cantor e pintor de palavras. Ele faz você cheirar, escutar, tocar, ver e, acima de tudo, sentir o drama e as vibrações da vida abaixo da superfície capturada de forma brilhante e concreta do Quênia e da África”.

Para a cantora e compositora Ellen Oléria, que assina o texto de orelha da versão brasileira da obra:

“em um dia vou escrever sobre este lugar pregamos e liberamos cada passo numa teia diversa de povos, costumes, idiomas de uma áfrica múltipla em visões e memórias que falam com a verdade da autonomia, da conexão ancestral, da força de laços e rompimentos”.

Um dia vou escrever sobre este lugar é uma admirável leitura sobre o retrato reflexivo de um momento recente da história da África, pela perspectiva criativa de Binyavanga, onde a linguagem é o mote fundamental para a composição destas memórias afetivas e atenciosas, dialogando com cultura pop e tradições africanas. Uma obra mais que necessária para acompanhar a profunda jornada das sensações marcantes da escrita de um dos autores mais geniais da literatura deste começo de século.

Conheça o catálogo da Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/catalogo/

 

“Ilha”, de Marcelo Jucá, foi a obra selecionada pelo processo Seja Nosso Autor da Editora Kapulana

Além da qualidade literária do texto, a obra se destaca por trazer à tona a discussão de temas de relevância cultural que fazem parte do mundo da criança

Ilha, do brasileiro Marcelo Jucá, retrata, de maneira sensível, a vida de Dado, garoto que vive em um lixão. Com suas descobertas e brincadeiras, Dado tenta entender a vida na “ilha” e imaginar o mundo que fica fora dela. Para onde vão as pessoas que conseguem ir embora, mas nunca retornam? Um livro delicado sobre questões sociais difíceis para serem enfrentadas por uma criança , como fome, pobreza e trabalho infantil. É obra infantil, ilustrada, que remete adultos e crianças a fazerem reflexões sobre a realidade.

Além da qualidade literária do texto, a obra se destaca por trazer à tona a discussão de temas de relevância cultural que fazem parte do mundo da criança. Desta forma, sensibiliza tanto as crianças como os adultos a refletirem sobre questões sociais como fome, moradia inadequada, relações de afeto. O livro atende tanto ao leitor já alfabetizado, que pode fazer uma leitura independente, ao mediador de leitura, momento em que um leitor alfabetizado pode ler o texto para uma criança. As ilustrações também funcionam como complemento para a compreensão do texto, como forma de sensibilizar as crianças.

Sobre o autor

MARCELO JUCÁ, brasileiro, é escritor, educador e jornalista. É mestre em Comunicação e Semiótica com orientação psicanalítica. Tem desenvolvido sua pesquisa e produção a partir das relações, do lúdico e do tempo. É autor de obras infantis e infantojuvenis, tendo conquistado reconhecimentos literários. No processo de seleção da Editora Kapulana, edição de 2018, foi o primeiro classificado, com seu livro Ilha, dedicado ao público infantil. Atua como artista-educador em oficinas e programas da prefeitura. Como jornalista colaborou em jornais, revistas e agências de comunicação. 

 

Premiado escritor moçambicano, Ungulani Ba Ka Khosa vem ao Brasil lançar a obra “Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador”

O autor moçambicano participa de mesas de conversas nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Salvador, além de realizar sessões de autógrafos de sua recente obra publicada pela Kapulana

O premiado escritor moçambicano virá ao Brasil em novembro para realizar o lançamento de sua obra Gungunhana: Ualalapi e As mulheres do Imperador, publicada pela Editora Kapulana, além de participar de eventos pelo país sobre a sua trajetória literária. O autor estará presente nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Salvador.

O livro Gungunhana é composto por duas obras em um só volume. As duas obras têm o imperador Gungunhana como elo. Na primeira história, publicada em 1987, Ualalapi recebe a missão de matar o rei Mafename, a mando de seu próprio irmão Ngungunhane (Gungunhana) que se torna, assim, o imperador de Gaza. Este imperador é famoso pela resistência que opôs aos portugueses nos finais do séc. XIX, mas a narrativa revela que Ngungunhane era um homem cruel e violento, um tirano para o seu povo. Eleito um dos cem melhores romances africanos do século XX, conta a história de Gungunhana de sua ascensão até sua queda. Na segunda história, As mulheres do Imperador (2018), Ungulani Ba Ka Khosa traz de volta a mesma personagem Gungunhana, mas as protagonistas são suas mulheres, que acompanham o Imperador ao exílio e retornam a Moçambique após quinze anos de isolamento.

Em depoimento para a editora, Ungulani destacou o seu trabalho de pesquisa histórica e a realização de escrita de suas obras:

“Quando escrevo, deixo-me levar pelo texto, pelos personagens. Não tenho um guião à priori. O tema do livro dá-me a estrutura e o movimento dos personagens. O que me ficou dos tempos de aprendizagem, ou seja, o meu mote, foi o de construir uma narrativa que tivesse por base os movimentos do cavalo: passo, trote e galope. Quero que o texto vibre como os tambores que ressoam pela noite adentro na savana tropical. O resto não me interessa”.

<http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-ungulani-ba-ka-khosa-autor-de-gungunhana-ualalapi-as-mulheres-do-imperador/>

Com uma longa trajetória literária, o autor e também professor, em 2018 recebeu o Prêmio de Literatura José Craveirinha, um dos maiores da área literária de Moçambique. Foi também condecorado, pelo Governo do Brasil, com o grau de comendador ao receber a “Ordem de Rio Branco”.  

Ungulani participará no Brasil de encontros culturais e universitários, assim como de conversas com o público sobre o seu processo criativo e a pesquisa para a elaboração da história de uma das  figuras simbólicas de Moçambique: Gungunhana.

Confira abaixo a agenda de Ungulani Ba Ka Khosa no Brasil:

SÃO PAULO – SP

5 de novembro, segunda-feira – 19h30

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA na

Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Letras, no

XVIII Encontro de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa.

Mesa: “Encontro com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa”

Mediação: Profa. Dra. Tania Macedo (USP)

 

12 de novembro, segunda-feira – 19h00

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA na

Blooks Livraria (Shopping Frei Caneca)

Mesa: “Resistências literárias” – Bate-papo com Ungulani Ba Ka Khosa

Mediação: Rodrigo Casarin, jornalista e editor do blog literário “Página Cinco”, do UOL

 

14 de novembro, quarta-feira (cidade de Campinas) – 15h

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA na

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)/ IEL

“Encontro com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa”

Mediação: Profa. Dra. Elena Brugioni

 

23 de novembro, sexta-feira – 10h30

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA no

SESC – Centro de Pesquisa e Formação, durante o

II Seminário “A língua portuguesa na educação, na literatura e na comunicação”

Mesa: “Brasil e Moçambique: leituras, influências e produção literária”, ao lado da premiada escritora Maria Valéria Rezende

Mediação: Josélia Aguiar, jornalista e escritora

 

RIO DE JANEIRO – RJ

7 de novembro, quarta-feira – 10h40

ENCONTRO LITERÁRIO NA FLUP PARQUE (Festa Literária das Periferias)

Mesa: “Encontro literário: música e literatura”, ao lado de Carlos Carvalho

Mediação: Janine Rodrigues, professora e escritora

 

9 de novembro, sexta-feira – 18h00

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA na Flup (Festa Literária das Periferias)

Mesa: “Nossos passos vêm de longe”,  ao lado da escritora e pesquisadora Djamila Ribeiro e do escritor e biógrafo Tom Farias.

Mediação: Thiago Ansel, professor e escritor

 

21 de novembro, quarta-feira – 15h25

Participação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Faculdade de Letras, no evento

“Literaturas Africanas & Cinema & História: olhares múltiplos, perspectivas críticas, leituras cruzadas”

Debate sobre o filme O silêncio da mulher, do cineasta moçambicano Gabriel Mondlane

 

22 de novembro, quinta-feira – 15h25

LANÇAMENTO DO LIVRO GUNGUNHANA na

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Faculdade de Letras, no evento

Mesa de debate sobre o livro com:

Profa. Dra. Rita Chaves (USP)

Profa. Dra. Carmen L. T. Secco (UFRJ)

Rosana M. Weg (Mediadora – Ed. Kapulana)

 

SALVADOR – BA

Balada Literária

(Ainda em desenvolvimento)

 

São Paulo, 31 de outubro de 2018.

 

LINKS

Saiba mais sobre o autor: http://kapulana.com.br/ungulani-ba-ka-khosa/

Saiba mais sobre “Gungunhana: Ualalapi | As mulheres do Imperadorhttp://kapulana.com.br/produto/gungunhana-ualalapi-as-mulheres-do-imperador/

Saiba mais sobre “Orgia dos loucos”: http://kapulana.com.br/produto/orgia-dos-loucos/

Saiba mais sobre “O rei mocho”: http://kapulana.com.br/produto/o-rei-mocho-1-contos-de-mocambique/

Leia – “A degradação da personagem em Gungunhana – por José dos Remédios”: http://www.kapulana.com.br/a-degradacao-da-personagem-em-gungunhana-por-jose-dos-remedios/

Leia – “As Mulheres do Imperador: Entrelaces de Histórias e Estórias – por Carmen L. Tindó Secco”: http://www.kapulana.com.br/as-mulheres-do-imperador-entrelaces-de-historias-e-estorias-por-carmen-l-tindo-secco/

Leia – “Ualalapi: a narrativa e os ciclos – por Rita Chaves”: http://www.kapulana.com.br/ualalapi-a-narrativa-e-os-ciclos-por-rita-chaves/

Leia – “Escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa é condecorado pelo Brasil com a Ordem de Rio Branco”: http://www.kapulana.com.br/escritor-mocambicano-ungulani-ba-ka-khosa-e-condecorado-pelo-brasil-com-a-ordem-de-rio-branco/

Leia – “Orgia dos Loucos: Moçambique sem saída de emergência – por Vanessa Ribeiro Teixeira”: http://www.kapulana.com.br/orgia-dos-loucos-mocambique-sem-saida-de-emergencia-por-vanessa-ribeiro-teixeira/

Leia – “A instabilidade social em O rei mocho, de Ungulani Ba Ka Khosa – por José dos Remédios”: http://www.kapulana.com.br/a-instabilidade-social-em-o-rei-mocho-de-ungulani-ba-ka-khosa-por-jose-dos-remedios/

 

★★

 

 

Conheça o projeto gráfico e a capa do livro de memórias “Um dia vou escrever sobre este lugar”, de Binyavanga Wainaina – por Mariana Fujisawa e Daniela Miwa Taira

 
Capa de Mariana Fujisawa: A arte da capa de Um dia vou escrever sobre este lugar surgiu após cuidadosa leitura da obra, tendo como base a ideia de mapeamento, fazendo referência aos diversos locais geográficos e sensíveis pelos quais o autor passou ao longo de sua vida. Optou-se pela utilização de formas abstratas coloridas, preenchidas com padrões distintos em cada cor, sugerindo ao mesmo tempo diversidade e construção minuciosa – fatores marcantes da obra literária de Binyavanga Wainaina. A pintura foi elaborada com tinta acrílica sobre papel, técnica que permite cores vibrantes e interessantes texturas. No conjunto, as cores e padronagens lembram estampas de tecidos quenianos.
 
Projeto gráfico de Daniela Miwa Taira: O projeto gráfico do livro foi pensado especialmente para o leitor. Tivemos como objetivo um visual limpo e elegante. Escolhemos tipografias projetadas especialmente para textos que proporcionam ao leitor um conforto na leitura e melhor apreciação da obra. O livro foi projetado para ser menor e impresso em folhas de gramatura mais fina, de modo a ser leve e de fácil manuseio e transporte. Os guias internos, como numeração de página, foram dispostos em locais a não atrapalhar a leitura. O projeto gráfico é pensado cuidadosamente para dar a melhor experiência ao leitor de acordo com a análise do conteúdo e necessidade da obra.
 
5 de outubro de 2018
 
 
O catálogo da Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/catalogo/
 

Kapulana lança em outubro a obra “O pátio das sombras”, escrita por Mia Couto e com ilustrações de Malangatana

Décimo e último volume da série “Contos de Moçambique”, o livro, escrito por Mia Couto e com deslumbrantes ilustrações do célebre artista Malangatana, narra a história sobre vida e morte pela perspectiva infantil

A Editora Kapulana publica em outubro o décimo volume da série de literatura infantil “Contos de Moçambique”, o livro O pátio das sombras, escrito por Mia Couto, com ilustrações de Malangatana.  A obra já está em pré-venda.

No enredo, um menino vive com a família em uma aldeia. Um dia, a avó se nega a ir até a plantação, pois diz estar cansada. Durante o trabalho, a família escuta ruídos de festa vindos da aldeia, e todos se perguntam se a avó tinha visitantes. O menino vai checar, mas encontra a avó sozinha. O acontecimento se repete, deixando o menino cada vez mais confuso, até que a avó lhe dá explicações ensinando-lhe uma linda lição sobre a vida e a morte. Mia Couto, em depoimento para o livro, explicou o motivo da escolha desta história que faz parte da tradição oral moçambicana.  “Este conto maconde foi a história escolhida por mim como base do conto que intitulei ‘O Pátio das Sombras’ por ser um conto muito sugestivo. Através dele podemos ver que os mortos, quando lembrados, não chegam nunca a morrer […] Do ponto de vista formal, pensei que seria bom criar um clima de mistério e introduzir um núcleo de conflito que se adensaria para, no final, se resolver de forma positiva”.

O livro é composto de deslumbrantes ilustrações do artista moçambicano Malangatana. Utilizando da técnica de pintura nanquim, os desenhos dialogam com o texto de forma fluída e fascinante. Com talento reconhecido em diversas vertentes da arte, Malangatana foi também poeta, cantor, dramaturgo, músico e dançarino. Durante sua carreira artística, foi premiado e celebrado no mundo, seu nome está ligado à criação de várias instituições culturais, como o Museu Nacional de Arte, Centro de Estudos Culturais, atual Escola Nacional de Artes Visuais, Centro Cultural de Matalana, e outras organizações artísticas. Malangatana faleceu em 2011, em Portugal.

O pátio das sombras é o último volume da série “Contos de Moçambique”, que, desde 2016, é publicada no país pela Editora Kapulana, tendo como objetivo divulgar no Brasil as histórias das tradições orais moçambicanas aos leitores brasileiros. O projeto surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. São histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato.

Ilustração de Malangatana, que faz parte da obra “O pátio das sombras”

 

★★★

Saiba mais sobre a obra: http://www.kapulana.com.br/produto/o-patio-das-sombras-10-contos-de-mocambique/

Saiba mais sobre o autor: http://www.kapulana.com.br/mia-couto/

Saiba mais sobre o ilustrador: http://www.kapulana.com.br/malangatana-mocambique-patio-das-sombras/

Saiba mais sobre a ilustração: http://www.kapulana.com.br/nanquim-as-ilustracoes-de-malangatana-em-o-patio-das-sombras-de-mia-couto/

Conheça a série “Contos de Moçambique”: http://www.kapulana.com.br/serie-contos-de-mocambique/

Poeta e artista plástica moçambicana Sónia Sultuane participa de eventos no Brasil em setembro

Sónia Sultuane realiza mesas de conversas e sessões de autógrafos em eventos culturais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Paraíba

A Editora Kapulana trouxe em setembro para o Brasil a poeta e artista plástica moçambicana Sónia Sultuane, que publicou pela editora o livro Roda das encarnações. A poesia de Sultuane passa pelo feminismo, tradições africanas, principalmente as de Moçambique, maternidade, assim como pelo universo sensorial e místico. A poeta realizou mesas de conversas e sessões de autógrafos em eventos nas cidades de São Paulo, Campinas, São José dos Campos e Rio de Janeiro. No final do mês, a poeta ainda fará encontros literários em Recife, capital de Pernambuco, e João Pessoa, na Paraíba.

Com um vasto trabalho cultural, Sónia, além de poeta, é artista plástica e curadora de eventos. Sua poesia emociona ao trazer à tona suas impressões mais profundas, reveladoras das marcas de seu percurso como mulher, mãe, poeta e trabalhadora. Seus versos transportam o leitor por um universo sensorial e místico, com movimentos harmoniosos, no tempo e no espaço, muitas vezes em diálogo com a dicotomia vida e morte. Seus poemas transitam por mares, ares e terras, em meio a odores, sons, imagens e texturas surpreendentes.

Em São Paulo

Na cidade de São Paulo, Sónia participou, na quarta-feira (12), de bate-papo na “IV Feira Literária da Zona Sul” (Felizs), na Biblioteca Marcos Rey, em Campo Limpo, bairro da capital paulistana, ao lado do professor e escritor José de Nicola e do poeta angolano Ermi Panzo. Com a mediação da docente Érica Cristina Ferreira, a conversa teve como tema “Literatura Africana de Língua Portuguesa – Das heranças aos processos identitário de resistência”. Durante a conversa, Sónia contou sobre o seu processo criativo na literatura e nas artes plásticas, inclusive em relação à construção de seus poemas:

“A palavra para mim tem muito poder. Ela está sempre em trânsito, principalmente aqui no Brasil, onde pude trazer as linguagens que produzo no meu país, tendo sempre que buscar uma nova interpretação da linguagem”. Com um público de sua maioria professores da rede pública, Sónia destacou que “são os professores que nos formam e é incrível poder conversar e mostrar as diversidades literária de Moçambique”.

Sobre o trabalho artístico, a poeta abordou as recompensas que as artes fornecem:

“A arte tem a função de tornar as pessoas mais ricas intelectualmente. Sou mulher e sou da África e, destas formas, quero, de alguma maneira, escrever poemas de como enxergo o mundo”.

Em Campinas, na quinta-feira (13), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), localizada no interior de São Paulo, Sultuane realizou uma roda de conversa com alunos do curso de Letras, sob a mediação da mestranda Jéssica Fabricia da Silva. O evento contou com o apoio do Grupo de Estudos de Literaturas e Culturas Africanas (GELCA), do IEL-Unicamp. Sónia falou sobre as suas motivações na escrita de Roda das Encarnações:

“Eu tive um câncer e poderia ser que eu não tivesse mais a possibilidade de escrever outro livro, queria terminar o Roda das encarnações pelas pessoas que eu amo e que me apoiaram. O amor é dá genuinamente sem estar à espera de nada e o Roda foi o meu ato de amor”.

Durante a sua fala, Sónia comentou sobre a interlocução com as artes plásticas e poesias:

“A poesia e as artes plásticas têm lugares em diversas outras formas, principalmente em transmitirmos a nossa evolução artística para as pessoas”.

De volta à capital paulista, Sónia esteve presente, na sexta-feira (14), na palestra com os alunos da Universidade da São Paulo (USP). O evento, com coordenação da Profa. Dra. Tania Macêdo e da Profa. Dra. Rita Chaves, contou com apoio do Centro de Estudos Africanos (CEA) e do Centro de Estudos das Literaturas e Culturas de Língua Portuguesa (CELP), da FFLCH-USP, e teve a mediação da pesquisadora de doutorado Jacqueline Kaczorowski. A poeta moçambicana conversou sobre Literatura e o começo de sua escrita: “Fiquei grávida muito cedo, aos treze anos, e, como forma de comunhão, comecei a escrever, de modo a compartilhar os meus sentimentos”.

Sónia também falou sobre seu projeto artístico “Walking Words”, em que se veste com uma roupa confeccionada com diversas palavras, tendo como intuito caminhar pelas ruas de Moçambique a compartilhar as variadas maneiras que a linguagem fornece: “Este projeto é essencial para tornar as palavras em algo físico, que se sente, para que elas não se diluem”.

No sábado, 15 de setembro, Sónia fez parte da programação da “V Festa Literomusical” (FLIM) do Parque Vicentina Aranha, na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo. O evento, realizado entre os dias 14 e 16 deste mês, teve a curadoria do escritor Marcelino Freire. A mesa literária com o tema “Por dentro dos gêneros” contou com as participações de Sónia Sultuane, da poeta e editora Jarid Arraes e da cantora e compositora Ellen Oléria, sob a mediação da apresentadora do programa Metrópolis, da TV Cultura, Adriana Couto. Muito emocionada, Sultuane comentou com o público sobre a produção de escrita de seu livro de poemas Roda das encarnações:

“A poesia para mim é um lugar sagrado. Quem escreve poesia conta sempre um pouco de nosso interior, ou seja, é parte de nós”. “O Roda das encarnações vem todo de um processo de minha luta pelo câncer, e é uma possibilidade de estar aqui no mundo”.

No Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, Sónia participou de palestras e debates sobre a cultura moçambicana, nos dias 18 e 19 de setembro, com alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realizou sessão de autógrafos de seu livro de poesia publicado pela Kapulana, Roda das encarnações. O evento, intitulado “África & Brasil – trânsitos culturais: literatura, cinema e educação”, foi organizado pela Profa. Dra. Carmen Lucia Tindó Secco. Durante sua participação, Sónia falou com professores, estudantes e outros pesquisadores, sobre a sua produção poética, literatura infantil e o cinema moçambicano.

Em Pernambuco

Na capital de Pernambuco, Recife, em sua última semana no Brasil, a poeta moçambicana Sónia Sultuane participou de rodas de conversas e sessões de autógrafos em duas faculdades: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE).  Sultuane falou sobre o seu processo criativo e a publicação no Brasil, do livro de poemas Roda das encarnações. As atividades foram conduzidas pelo Prof. Dr. Sávio de Freitas (UFRPE) e Profa. Dra. Luiza Reis  (UFPE).

“Escrevi este livro pensando que seria a última vez que a literatura seria o porto seguro para minhas confidências, mas o Senhor Deus mostrou que me ama e me deu a oportunidade de fazer minha roda girar no mundo como um objeto de cura da alma”

Além das participações em mesas de conversas, debates e palestras, Sónia Sultuane foi muito bem recebida em centros culturais, exposições de artes e nas grandes livrarias, tendo, assim, a oportunidade de vivenciar um pouco da vida cultural brasileira e de reencontrar seu próprio livro nas estantes à disposição do leitor brasileiro.

Na Paraíba

Em João Pessoa, capital da Paraíba, a poeta e artista plástica moçambicana Sónia Sultuane realizou uma roda de conversa sob a mediação dos docentes acadêmicos Vanessa Riambau e Sávio Freitas. No encontro, Sónia abordou o desenvolvimento do seu livro de poemas Roda das encarnações, publicado pela Kapulana, e seus mais de dezessete anos dedicados às artes. O evento aconteceu na terça-feira, 25 de setembro, às 10h00, na sala 401 CCHLA, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

“Sou mulher e mestiça, não me considero negra, respeito as discussões sobre raça, mas não devemos alimentar o discurso racista, minha literatura é livre, universal, dialoga com os propósitos da humanidade. A literatura é uma arte, não faço poesia combate, pois José Craveirinha e Noémia de Sousa já o fizeram”.

São Paulo, 20 de setembro de 2018

Saiba mais sobre o livro Roda das Encarnações:

http://www.kapulana.com.br/produto/roda-das-encarnacoes/

Saiba mais sobre a escritora Sónia Sultuane:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane/

 

Veja fotos das atividades:

SÃO PAULO

11/09/2018 – Sónia Sultuane na Editora Kapulana, em São Paulo, SP:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane-na-editora-kapulana-em-sao-paulo-sp/

12/09/2018 – Sónia Sultuane na IV Feira Literária da Zona Sul (FELIZS), em São Paulo, SP:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane-na-iv-feira-literaria-da-zona-sul-felizs-em-sao-paulo-sp/

13/09/2018 – Sónia Sultuane no IEL-Unicamp, em Campinas, SP:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane-na-unicamp-iel-em-campinas-sp/

14/09/2018 – Mesa de conversa com Sónia Sultuane na FFLCH-USP, em São Paulo, SP:

http://www.kapulana.com.br/mesa-de-conversa-com-sonia-sultuane-na-fflch-usp-em-sao-paulo-sp/

11/09/2018 – Sónia Sultuane nas livrarias brasileiras:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane-nas-livrarias-brasileiras-sao-paulo/

15/09/2018 – Sónia Sultuane na Festa Literomusical do Parque Vicentina Aranha (FLIM), em São José dos Campos, SP:

http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane-na-festa-literomusical-do-parque-vicentina-aranha-flim-em-sao-jose-dos-campos-sp/

RIO DE JANEIRO

19/09/2018 – Debate sobre o cinema moçambicano com Sónia Sultuane na UFRJ, no Rio de Janeiro, RJ.

LINK: http://www.kapulana.com.br/palestra-e-sessao-de-autografos-com-sonia-sultuane-na-ufrj-no-rio-de-janeiro-rj/

Assista aos vídeos com a escritora:

Entrevista: 

https://www.youtube.com/watch?v=EH1R5-uOy0c

Leitura dos poemas do livro “Roda das encarnações”: 

https://www.youtube.com/watch?v=9p7SA1VeGjQ&feature=youtu.be

Vídeo 3ª Mesa Literária: POR DENTRO DOS GÊNEROS

https://www.youtube.com/watch?v=fGXR2Pm9NkU

 

 

 

Escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa é condecorado pelo Brasil com a Ordem de Rio Branco

O premiado autor foi consagrado pela Governo do Brasil, pelos serviços meritórios e virtudes cívicas, estimulando a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção

O escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa foi condecorado com o grau de comendador, pelo governo brasileiro, através do decreto de 18 de Abril de 2018,  pelos seus 30 anos de carreira literária, iniciada com a publicação de Ualalapi, em 1987, clássico livro do autor e considerado uma das 100 melhores obras africanas do século XX.

A “Ordem de Rio Branco” foi instituída, em 1963, com o objetivo de homenagear personalidades brasileiras e estrangeiras que, pelos seus serviços ou méritos excepcionais, são merecedoras desta distinção. A cerimônia de entrega aconteceu na última quinta-feira, 30 de agosto, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, em Maputo, e contou com as presenças do Embaixador do Brasil Rodrigo Baena Soares e do Ministro da Cultura e Turismo Silva Armando Dunduro.

Com onze livros publicados, o autor é uma das principais referências da literatura moçambicana, tendo também recebido o prêmio literário José Craveirinha, em 2007. Ainda sobre a obra “Ualalapi”, que foi aclamado como o primeiro romance histórico moçambicano, além de vencer, em 1990, o Grande Prêmio de Ficção Narrativa Moçambicana e, mais tarde, em 1994, Prémio Nacional de Ficção.

O autor publicou pela a Editora Kapulana o livro infantil O rei mocho, primeiro volume da série “Contos de Moçambique”, e a obra Orgia dos loucos (2016), originalmente publicado em Moçambique no ano de 1990, é uma compilação de histórias sobre cruéis enchentes, secas devastadoras, devaneios e alucinações em que animais, fantasmas e gente compartilham os mesmos momentos.

Ungulani Ba Ka Khosa, nome tsonga (grupo étnico do sul de Moçambique) de Francisco Esaú Cossa, nasceu em 1º de agosto de 1957, em Inhaminga, distrito de Cheringoma, província de Sofala, Moçambique. Professor de carreira, exerceu funções importantes em Moçambique como as de Diretor do Instituto Nacional do Livro e do Disco e Diretor Adjunto do Instituto Nacional de Cinema e Audiovisual de Moçambique. Durante a década de 90, foi cronista assíduo de vários jornais. Atualmente exerce as funções de Diretor do Instituto Nacional do Livro e do Disco (INLD) e Secretário-Geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO).

O célebre escritor tem  forte vínculo com a cultura brasileira, tendo participado de vários eventos culturais e acadêmicos no Brasil, como FlinkSampa (São Paulo/SP), Afrolic (Recife/PE), FliPoços (Poços de Caldas – MG), USP (São Paulo/SP) e Unicamp (Campinas/SP).

Ungulani durante cerimônia de entrega da Ordem de Rio Branco (Crédito: Centro Cultural Brasil-Moçambique)

Ordem de Rio Branco

A Ordem de Rio Branco foi instituída pelo Decreto nº 51.697, de 5 de fevereiro de 1963, com o objetivo de, ao distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas, estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção.

A Ordem de Rio Branco, assim intitulada em homenagem ao Patrono da diplomacia brasileira – o Barão do Rio Branco -, consta de 5 graus, a saber: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro, além de uma Medalha anexa à Ordem.

A Ordem é dividida em dois Quadros – Ordinário e Suplementar. O primeiro, com vagas limitadas, reúne os diplomatas brasileiros da ativa e o segundo congrega os diplomatas aposentados e todas as demais pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que venham a ser agraciadas com a Ordem.

O Conselho da Ordem é constituído pelo Presidente da República, Grão-Mestre da Ordem, pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores, na qualidade de Chanceler da Ordem, pelos Chefes das Casas Civil e Militar da Presidência da República e pelo Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores. O Chefe do Cerimonial do Itamaraty é o Secretário da Ordem.

31 de agosto de 2018

★★★

Sobre O rei mochohttp://www.kapulana.com.br/produto/o-rei-mocho/

Sobre Orgia dos loucoshttp://www.kapulana.com.br/produto/orgia-dos-loucos/

Sobre o autor: http://www.kapulana.com.br/ungulani-ba-ka-khosa/

Ordem de Rio Branco: http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/cerimonial/5698-ordem-de-rio-branco

Crédito das fotos: Centro Cultural Brasil-Moçambique

Kapulana lança em agosto “Leona, a filha do silêncio”, nono volume da série “Contos de Moçambique”

A série apresenta histórias tradicionais recriadas com narrativas que revelam os múltiplos universos do país

A Kapulana lança em agosto o nono volume da sérire de literatura infantil “Contos de Moçambique”, chega às livrarias o livro “Leona, a filha do silencio”, de Marcelo Panguana e ilustrações a aquarela de Luís Cardoso.

Em um lugar de mil encantos, vivem o Leão, a Leoa e sua filha, Leona. Leona é muito bela e encanta a todos que enxergam sua beleza, mas é triste e há muito tempo que não fala nada, nem ri. Um dia, seus pais viajam para um reino distante e, ao retornarem, trazem um vestido de noiva e decretam que aquele que conseguisse fazer Leona falar, a levaria ao altar. O que ninguém sabe é que Leona já está apaixonada e espera a volta do seu amado. Será que algum dia seu amor vai retornar e ela vai voltar a falar e a rir?

Marcelo Panguana nasceu em 1951, na cidade de Lourenço Marques, atual Maputo, capital de Moçambique. Escreve desde o momento em que conheceu as primeiras letras do alfabeto. Começou por pequenas histórias para as páginas e revistas culturais. A página literária “Diálogo”, do Notícias da Beira, foi o espaço onde começou a amadurecer a sua escrita. Em Maputo, junta-se a um grupo de escritores do projeto da revista “Charrua”. Deste grupo nasceram alguns dos que constituem, hoje, a nata dos melhores escritores do país. Foi fundador da Editora Lithangu.

Luís Cardoso nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, em 1962. É artista e publicitário. Desde pequeno conviveu com o universo das cores, das artes. Participou, desde muito jovem, de núcleos de arte e cultura, onde estabeleceu seu primeiro contato com as várias vertentes das artes plásticas. Teve formação como professor de Português e História, e, mais tarde, como designer. Desenvolve, também, projetos de ilustração, onde utiliza várias técnicas como a fotografia, o desenho, a aquarela e a ilustração digital.

Arte de Luis Cardoso

CONTOS DE MOÇAMBIQUE

A série “Contos de Moçambique” surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. A Editora Kapulana fez uma parceria com a Escola Portuguesa de Moçambique para publicar no Brasil a coleção, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro um pouco da cultura moçambicana. A série é composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique. São histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato.

Arte de Luis Cardoso

20 de julho de 2018

★★★

Saiba mais sobre a obra: http://www.kapulana.com.br/produto/leona-a-filha-do-silencio/

Saiba mais sobre o autor: http://www.kapulana.com.br/marcelo-panguana/

Saiba mais sobre o ilustrador: http://www.kapulana.com.br/luis-cardoso/

Saiba mais sobre a ilustração: http://www.kapulana.com.br/ilustracoes-de-leona-a-filha-do-silencio-aquarela/

Conheça a série “Contos de Moçambique”: http://www.kapulana.com.br/serie-contos-de-mocambique/

À VENDA NAS SEGUINTES LIVRARIAS:

Amazon.com.br: https://amzn.to/2mvBrwz
Livraria Cultura: https://bit.ly/2mxlVjX
Livraria Travessa: https://bit.ly/2NzlNvN
Martins Fontes Paulista: https://bit.ly/2O426NG
Cia dos Livros: https://bit.ly/2uRQXXp
Fnac: https: //bit.ly/2LE8ZUo
Mundo da Leitura: https://bit.ly/2uPhTHq

Escritora Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue, participa de sessões de lançamento de seu livro no Brasil

Rutendo Tavengerwei, jovem escritora do Zimbábue, esteve no Brasil, nas cidades de São Paulo (SESC Paulista) e Salvador (Flipelô), de 4 a 12 de agosto de 2018, para promover seu novo livro Esperança para voar, da Editora Kapulana

Em dois bate-papos e visitas a livrarias, a autora conversou sobre seu livro Esperança para voar (Hope is our only wing), seu processo criativo e de escrita, suas opiniões e visões sobre a literatura africana e literatura negra, sua existência como mulher, negra e africana, além de questões sobre a política e a economia do Zimbábue em 2008, época dos acontecimentos do livro. Conversou também sobre a situação atual no Zimbábue e da conexão com o momento político brasileiro.

Em 7 de agosto, terça-feira, participou do bate-papo “Vozes da África”, em São Paulo, no SESC Avenida Paulista, na companhia de Luciana Bento, do Instagram @amaepreta e do canal Quilombo Literário, no YouTube, e de Bianca Gonçalves, do blog “Bianca Não É Branca” e idealizadora do projeto “Leia Mulheres Negras”.

A conversa focou na construção das personagens do livro, na dinâmica de escrita da autora e na questão dos autores negros e, principalmente, autoras negras no Brasil e no mundo, além da situação da literatura africana dentro do mercado editorial brasileiro e mundial. O público, que se envolveu ativamente nas perguntas e nos comentários acerca dos assuntos trazidos durante o evento, fez fila para cumprimentar a autora, levar para casa livros assinados e tirar fotos com Rutendo.

No dia seguinte, 8 de agosto, a escritora, acompanhada de equipe da Editora Kapulana, embarcou para Salvador, capital do estado da Bahia. A convite da “Fundação Casa de Jorge Amado”, marcou presença na 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) onde, no dia 9, quinta-feira, participou de bate-papo com a historiadora Profa. Luiza Reis (UFPE) sobre literatura “Esperança para voar – uma conversa sobre África”.

Em Salvador, as questões principais foram sobre o livro Esperança para voar, como as referências literárias presentes na obra, dentre elas os nigerianos Chimamanda Ngozi Adichie e Chinua Achebe, e a presença musical no livro, representada pela mbira, instrumento tradicional africano, que é uma personagem dentro da história.

O público, que lotou o auditório do SESC-SENAC Pelourinho, também quis conhecer as impressões de Rutendo sobre o Brasil e a Bahia e as aproximações possíveis entre Brasil e Zimbábue. Após o debate, que contou com a participação ativa do público, houve fila para a sessão de autógrafos e fotos com a autora.

Além das duas mesas de conversa para as quais foi convidada, Rutendo, acompanhada da equipe da Kapulana, também visitou diversas livrarias, nas quais assinou exemplares de seu livro que estão disponíveis para compra e fez sessões de fotos. Em São Paulo, a autora foi sempre muito bem recebida pelas equipes das livrarias Martins Fontes Paulista, Cultura do Conjunto Nacional, Giostri na Casa das Rosas e  Blooks do Shopping Frei Caneca. Em Salvador, visitou e deu autógrafos na LDM, livraria oficial da Flipelô, e foi recepcionada na Livraria Cultura do Salvador Shopping.

As atividades da escritora foram divulgadas por alguns dos maiores veículos de comunicação brasileiros, como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Carta Capital e Geledés.

Nos bate-papos, nas visitas, nas entrevistas e em outros momentos em que trocou ideias com o público brasileiro, Rutendo Tavengerwei esteve sempre acompanhada da intérprete da Kapulana, Carolina Kuhn Facchin, a tradutora de seu livro para o Português.

A Kapulana agradece às equipes da “Fundação Casa de Jorge Amado”, de Salvador, Bahia, e do SESC Unidade Av. Paulista, de São Paulo, SP, pelo apoio dado à escritora no Brasil.

São Paulo, 17 de agosto de 2018.

 

LINKS:

Livro: http://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=TnIMNidh-8g&t=11s

 

FOTOS:

Na Flipelô:

http://www.kapulana.com.br/09-08-2018-rutendo-tavengerwei-na-flipelo-festa-literaria-internacional-do-pelourinho-em-salvador-ba/

No Sesc Av. Paulista:

http://www.kapulana.com.br/07-08-2018-bate-papo-com-rutendo-tavengerwei-lu-bento-e-bianca-goncalves-no-sesc-avenida-paulista-em-sao-paulo-sp/

Nas livrarias:

http://www.kapulana.com.br/04-a-11-08-2018-rutendo-tavengerwei-nas-livrarias-brasileiras-sao-paulo-e-salvador/

Na Editora Kapulana:

http://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei-no-brasil/

Rutendo Tavengerwei, escritora do Zimbábue, no Sesc Av. Paulista

Rutendo Tavengerwei participou de mesa literária no Sesc Paulista e conversou com o público de São Paulo sobre o seu romance “Esperança para voar”

A escritora Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue, que lançou pela Kapulana o romance young adult Esperança para voar, está no Brasil para participar de conversas literárias e conhecer o seu público leitor no país. Na última terça-feira (7), a autora realizou uma mesa de conversa no Sesc Avenida Paulista ao lado das blogueiras Lu Bento, do portal A Mãe Preta e canal Quilombo Literário, e Bianca Gonçalves, do site Bianca não é Branca e do projeto Leia Mulheres Negras. A mesa também contou com a participação da tradutora da obra, Carolina Kuhn Facchin

Durante a conversa, a jovem autora comentou sobre o processo de desenvolvimento do livro e das personagens Shamiso e Tanyaradzwa, assim como da sua infância no país africano em que se passa o enredo. “O livro é muito querido por mim, pois é narrado da perspectiva de quem nasceu no Zimbábue. Isto é muito importante, que um habitante do país contasse a história e situação que ocorreu naquela época”. A obra se passa no Zimbábue de 2008, ano de forte crise financeira, social e política. Sobre as personagens, Rutendo apontou que “as duas são formadas a partir de mim, dos meus sentimentos. Elas apresentam um pouco das minhas características. Mas as circunstâncias desenvolvidas no livro foram por causa do que eu observava, além de escutar os problemas que meus amigos me passaram e nos assuntos que meus pais comentavam sobre o país”.

Em relação à sua forma de escrita, Rutendo comentou: “A primeira dica é sempre escrever. Escreva do jeito e sobre o que quiser. Não importa, pratique cada vez mais a sua escrita. Volte, releia e, dessa forma, você melhorará o seu texto”. “O mercado editorial pode ser muito cruel, mas acredite no que você escreve e terá sempre uma boa história para contar”, finalizou.

A escritora ainda participa de um bate-papo em Salvador, durante a 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (FLIPELÔ), na quinta-feira, 9 de agosto, às 18h00, no Teatro Sesc-Senac, ao lado da professora e historiadora Luiza Reis.

Bianca Gonçalves, Carolina Kuhn Facchin, Rutendo Tavengrwei e Lu Bento durante conversa

Sobre o livro

Em Esperança para voar, Rutendo narra a história de amizade de duas adolescentes. Depois de anos morando no Reino Unido, Shamiso precisa voltar para o Zimbábue após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. A obra apresenta um lugar destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo, mas amado por seu povo resiliente. Abre-se um enredo sobre como jovens do século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é contada de forma a mostrar que aqueles fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país, em qualquer tempo.

Sobre a autora

Rutendo Tavergerwei – jovem escritora africana nasceu, cresceu e estudou no Zimbábue, onde morou até os 18 anos. Continuou, então, seus estudos na África do Sul, na área de Direito na Universidade de Witwatersrand, onde recebeu o diploma de especialização em Direito Comercial Internacional. Na Suíça, completou um Mestrado no World Trade Institute, Universidade de Berna. Atualmente, trabalha na Organização Mundial do Comércio, em Genebra. Esperança para voar (Hope is our only wing) é seu primeiro livro de ficção publicado no Brasil em 2018, pela Kapulana.

8 de agosto de 2018

★★★

 

Confira as fotos do evento: http://www.kapulana.com.br/07-08-2018-bate-papo-com-rutendo-tavengerwei-lu-bento-e-bianca-goncalves-no-sesc-avenida-paulista-em-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre a escritorahttp://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei/

Saiba mais sobre o livrohttp://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Saiba mais sobre a tradutorahttp://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

Uma entrevista com Rutendo Tavengerwei: http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-rutendo-tavengerwei-autora-de-esperanca-para-voar/

Assista ao vídeo com Rutendo Tavengerwei: https://www.youtube.com/watch?v=0oZBCwnbfTk&t=3s

Assista o booktrailer: https://www.youtube.com/watch?v=Vu0x0XTGnkw

Leia a resenha de Lu Bentohttp://www.kapulana.com.br/esperanca-para-voar-um-livro-envolvente-e-emocionante-por-luciana-bento/

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

 

“Serei sereia?”, da Editora Kapulana, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A Kapulana participa da Bienal Internacional do Livro de São Paulo com duas mesas, uma com a autora e a ilustradora do livro, e outra com a diretora editorial Rosana M. Weg

A 25ª edição da Bienal Internacional de Livro de São Paulo terá um estande dedicado exclusivamente a livros publicados em múltiplos formatos acessíveis e inclusivos, destinados não apenas ao público com deficiência, mas a todos os tipos de leitores. Cada obra reúne vários recursos de acessibilidade, como narração em áudio, texto original e/ou em Leitura Fácil, interpretação em Libras e descrição das imagens em áudio. Os livros contam ainda com animações e trilhas sonoras desenvolvidas especialmente para as versões acessíveis.

Foram produzidos livros em domínio público, que poderão ser acessados por todo público, e livros proprietários que, segundo a legislação brasileira, são conectados de forma gratuita por pessoas com deficiência, a Coleção de Livros Acessíveis.

A coleção tem 10 títulos da literatura infantil e infantojuvenil: Uma nova amiga, de Lia Crespo; O discurso do urso, de Julio Cortàzar e O menino no espelho, de Fernando Sabino; Peter Pan, de J. M. Barrie; A volta ao mundo em 80 Dias, de Júlio Verne; Frritt-Flacc, de Júlio Verne; A bolsa amarela, de Lygia Bojunga; Bem do seu tamanho, de Ana Maria Machado e Sei por ouvir dizer, de Bartolomeu Campos de Queiros.

Publicado pela Kapulana, o livro infantil Serei sereia?, de Kely de Castro, com ilustrações de Amanda Azevedo, também faz parte dessa importante Coleção de Livros Acessíveis

Programação na BIENAL: Mesas de conversas

06/08 – 14h – estande O030: A Kapulana estará presente, na segunda-feira, 6 de agosto, na Bienal, com duas mesas de conversas. Será realizada a roda de conversa “Livro e leitura para todos”, com Rosana M. Weg, diretora da Editora Kapulana.

06/08 – 16h – estande O030: acontecerá um bate-papo com a autora Kely de Castro e a ilustradora Amanda de Azevedo.

A venda de livros será feita no Clube do Livro (estande A098).

Sobre o livro

Serei sereia? é a história de Inaê, uma menina que já nasceu com um grande desafio a vencer: o fato de não poder andar. Nessa narrativa, contada pela artista Kely de Castro, Inaê, como todas as crianças, passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. A bordo de sua cadeira de rodas, enfrenta obstáculos e, aos poucos, com o apoio de sua mãe, descobre que pode construir sua própria história. O livro é ilustrado por Amanda de Azevedo e por fotos de bonecas confeccionadas pela autora.

A Bienal

A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 03 a 12 de Agosto de 2018 no Pavilhão de Exposições do Anhembi. O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 70 mil m². Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura e negócios.

3 de agosto de 2018

 

 

Saiba mais:

Sobre as atividades: http://www.kapulana.com.br/eventos/kapulana-na-bienal-internacional-do-livro-de-sao-paulo/

Sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/kely-de-castro/

Sobre a ilustradora: http://www.kapulana.com.br/amanda-de-azevedo/

Sobre a diretora editorialhttp://www.kapulana.com.br/rosana-morais-weg/

Sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/serei-sereia/

Sobre a Bienalhttp://www.bienaldolivrosp.com.br/

Conheça a Kapulanahttp://kapulana.com.br/a-editora/

 

Kapulana participa de eventos na Flip – 2018

A Kapulana participa de programação no Sesc Paraty  e se reúne com outras editoras na Casa Paratodxs

A Editora Kapulana estará na 16ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty (RJ). Durante a festa, a Kapulana participa da Casa Paratodxs, ao lado das editoras Nós, Edith, Demônio Negro, Relicário, Dublinense, TAG – Experiências Literárias, assim como da Papel Pólen, com vendas de livros de seu catálogo.

A Paratodxs também está recheada de programação, com mesas de conversas, sessões de autógrafos, lançamentos e pocket show. A casa ficará localizada na Galeria Aecio Sarti (Rua Dr. Samuel Costa, 254), no Centro Histórico da cidade carioca. 

No dia 29 de julho, domingo, às 11h00, na Casa Edições Sesc (Rua Marechal Santos Dias, 43 – Rua da Matriz), no Centro Histórico, acontece a mesa de conversa “Promoção Internacional da Língua Portuguesa”. A mesa reúne profissionais que atuam na promoção da língua portuguesa junto aos países e comunidades que falam esse idioma. 

Com Paula Alves de Souza, bacharel em Relações Internacionais pelo Richmond College, mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics and Political Science e atual Diretora do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, que abordará a agenda brasileira de promoção da língua portuguesa no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; Lúcia Riff, agente literária que representa mais de 50 autores brasileiros e seus herdeiros, falará sobre o seu trabalho de gestão do capital literário de alguns dos nossos principais escritores; Rosana Weg, Doutora em Letras Clássicas pela USP, sócia e diretora editorial da Kapulana, falará sobre a publicação de autores africanos de língua portuguesa, no Brasil; Leonardo Tonus, professor da Paris-Sorbonne IV e criador do projeto Printemps Littèraires, tratará de alguns cenários para a divulgação de escritores brasileiros contemporâneos no mundo. Mediação: Francis Manzoni, coordenador editorial nas Edições Sesc e coordenador da Comissão para Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa, da Câmara Brasileira do Livro.

 

23 de julho de 2018

★★★

Saiba mais sobre a programação da Casa Paratodxshttp://www.kapulana.com.br/eventos/casa-paratodxs-kapulana-na-flip-2018/

Saiba mais sobre a programação do Sesc na Fliphttps://www.sescsp.org.br/programacao/161348_INTERCAMBIOS+DA+LINGUA+PORTUGUESA

Saiba mais sobre Rosana Morais Weghttp://www.kapulana.com.br/rosana-morais-weg/

Saiba mais sobre a Flip 2018http://flip.org.br/

Revelação literária do Zimbábue, Rutendo Tavengerwei participa de eventos no Brasil

A jovem escritora e revelação literária do Zimbábue, Rutendo Tavengerwei, virá ao Brasil para participar em agosto de dois eventos. Em São Paulo, no Sesc Paulista, e em Salvador, na Flipelô.

Em 07/08/2018, 3a. feira, em São Paulono Sesc Paulista, Rutendo Tavengerwei, autora do livro Esperança para voar, da Editora Kapulana, participará da atividade “Vozes da África – Rutendo Tavengerwei”, um bate-papo com as blogueiras Lu Bento e Bianca Gonçalves, e a tradutora de seu livro.  .

Saiba mais sobre Rutendo no Sesc Paulista:

https://www.sescsp.org.br/programacao/161881_VOZES%20DA%20AFRICA%20RUTENDO%20TAVENGERWEI

Em 09/08/2018, 5a. feira, em Salvador, na Flipelô (2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho), participará da “Roda de Conversa – Esperança para voar – Uma conversa sobre a África”, na companhia da Profa. Luiza Reis e da tradutora do livro, Carolina Kuhn Facchin. O evento será no Teatro do Sesc-Senac, no Pelourinho. Durante o evento, a autora, que lançou recentemente no Brasil pela Kapulana o romance young adult “Esperança para voar”, conversará sobre a obra de estreia, assim como o seu  processo criativo, a literatura young adult (jovem adulto), a  construção da narrativa, das personagens, repressão e do país em que cresceu, no Zimbábue de 2008, ano em que o país sofreu uma forte crise financeira. 

Saiba mais sobre a programação da Flipelô: www.flipelo.com.br

 

Sobre a autora

Rutendo Tavergerwei – jovem escritora africana nasceu, cresceu e estudou no Zimbábue, onde morou até os 18 anos. Continuou, então, seus estudos na África do Sul, na área de Direito na Universidade de Witwatersrand, onde recebeu o diploma de especialização em Direito Comercial Internacional. Na Suíça, completou um Mestrado no World Trade Institute, Universidade de Berna. Atualmente, trabalha na Organização Mundial do Comércio, em Genebra. Esperança para voar (Hope is our only wing) é seu primeiro livro de ficção publicado no Brasil em 2018, pela Kapulana.

Sobre o livro

Em Esperança para voar, Rutendo narra a história de amizade de duas adolescentes. Depois de anos morando no Reino Unido, Shamiso precisa voltar para o Zimbábue após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. A obra apresenta um lugar destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo, mas amado por seu povo resiliente. Abre-se um enredo sobre como jovens do século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é contada de forma a mostrar que aqueles fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país, em qualquer tempo.

“Quando refleti sobre 2008, percebi que a maioria das minhas lembranças e a maneira como eu via o mundo era da perspectiva de uma adolescente, então fez sentido para mim que as protagonistas fossem adolescentes”, explicou Rutendo em entrevista para a Kapulana. “Ainda mais porque lições sobre esperança e perseverança são importantes, e eu queria compartilhá-las especialmente com o público jovem”, concluiu.

2º FLIPELÔ – FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DO PELOURINHO

A 2ª Festa Literária Internacional do Pelourinho – FLIPELÔ tem como tema  a frase de Jorge Amado “a amizade é o sal da vida” e é em homenagem ao escritor itaparicano João Ubaldo Ribeiro, grande amigo de Jorge. Assim, de 8 a 12 de agosto a 2ª FLIPELÔ, uma realização da Fundação Casa de Jorge Amado, ganha as ruas, largos, praças e casarões do Centro Histórico e promove, em 13 espaços de cultura, de forma absolutamente gratuita,  uma ampla programação com mais de 50 atividades. Nos cinco do evento são esperados cerca de 50 mil participantes, apaixonados pelo mundo das palavras.

Autores locais, nacionais e internacionais estarão em contato direto com o público em mesas de debates, bate-papos com jovens, lançamentos de livros, saraus de poesia e slans e na programação infantil. Haverá também exposições, apresentações teatrais e shows musicais e, pela primeira vez, a Rota Gastronômica Amados Sabores, que contará com a participação de 20 restaurantes do Centro Histórico, que produzirão pratos com preços especiais com receitas inspiradas no livro de Paloma Amado, “A Comida Baiana de Jorge Amado”.

Nos dias da Flipelô haverá uma programação paralela promovida por instituições com sede no Centro Histórico e 46 lojas da região oferecerão descontos nas compras realizadas durante os cinco dias do evento. Nas ruas, monitores cuidarão da orientação ao público.

A 2ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho, a FLIPELÔ 2018, conta com o patrocínio do Ministério da Cultura, Instituto CCR, Banco do Nordeste do Brasil e TPC Logística, por meio da Lei Rouanet,  e do Estado da Bahia e Bahiagás. O evento tem ainda o apoio da CCR Metrô e do Shopping da Bahia, corealização do SESC, produção da Sole Produções e realização da Fundação Casa de Jorge Amado.

A Fundação Casa de Jorge Amado é mantida com apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e é considerada um ponto de referência na geografia cultural de Salvador.

18 de julho de 2018

★★★

Saiba mais sobre a escritorahttp://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei/

Saiba mais sobre o livrohttp://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Saiba mais sobre a tradutorahttp://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

Uma entrevista com Rutendo Tavengerwei: http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-rutendo-tavengerwei-autora-de-esperanca-para-voar/

Assista ao vídeo com Rutendo Tavengerwei: https://www.youtube.com/watch?v=0oZBCwnbfTk&t=3s

Assista o booktrailer: https://www.youtube.com/watch?v=Vu0x0XTGnkw

Leia a resenha de Lu Bentohttp://www.kapulana.com.br/esperanca-para-voar-um-livro-envolvente-e-emocionante-por-luciana-bento/

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

Os recentes lançamentos da Kapulana, “O que acontece quando um homem cai do céu” e “Esperança para voar”, já estão disponíveis em e-book

As obras estão disponíveis nas plataformas da Amazon.com.br, Livraria Cultura, Apple iBooks Store, Google e Kobo

Os dois novos lançamentos deste ano também estão disponíveis em e-book.  Os livros Esperança para voar, de Rutendo Tavengerwei, e O que acontece quando um homem cai do céu, de Lesley Nneka Arimah, já estão disponíveis nas plataformas da Amazon.com.br, Livraria Cultura, Apple iBooks Store, Google e Kobo

A obra de estreia da jovem autora narra a história de amizade de duas adolescentes. Shamiso retorna com sua família do Reino Unido para o Zimbábue, após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. Ocorrido em 2008, ano de grave crise política nesse país africano, o livro mostra um lugar destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo. Abre-se um enredo de como jovens no século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é uma espécie de fábula universal, cujos fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país em qualquer tempo. O livro foi traduzido por Carolina Kuhn Facchin.

Confira as livrarias com o romance disponível em e-book:

Amazon.com.br: https://amzn.to/2Iar9KR
Livraria Cultura: https://bit.ly/2QIJaJq
Apple iBooks Store: https://apple.co/2lzBwPu
Google: http://bit.ly/2yGdlbs
Kobo: https://bit.ly/2Mpg2jN

Em O que acontece quando um homem cai do céu, a escritora Lesley Nneka desenvolve, em doze contos, diversas formas literárias que abrangem o insólito, a distopia, as memórias da guerra na Nigéria, as relações complexas entre mãe e filha, a convivência humana com as tecnologias,  a infância e o embate entre as tradições de seus familiares e o cotidiano na América, muitas vezes com uma visão afrofuturista. Lesley nasceu no Reino Unido, viveu na Nigéria e agora mora em Minnesota, nos Estados Unidos. A obra original foi publicada nos Estados Unidos, em 2017, com o título de What it means when a man falls from the sky, e será lançada pela Editora Kapulana em julho de 2018. A escritora ganhou o “Kirkus Prize”, além da obra ter recebido aclamação da crítica e de leitores internacionais.  O livro também foi traduzido por Carolina Kuhn Facchin.

Confira as livrarias com o livro de contos disponível em e-book:

Amazon.com.br: https://amzn.to/2uFfUVR
Livraria Cultura: https://bit.ly/2JFX6QV
Apple iBooks Store: https://apple.co/2uwDbdc
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Kobo: https://bit.ly/2Lj6iY1

 

★★★

Saiba mais sobre Lesley Nneka Arimah: http://www.kapulana.com.br/lesley-nneka-arimah/

Saiba mais sobre “O que acontece quando um homem cai do céu”: http://www.kapulana.com.br/produto/o-que-acontece-quando-um-homem-cai-do-ceu/

Saiba mais sobre Rutendo Tavengerweihttp://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei/

Saiba mais sobre “Esperança para voar”http://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Saiba mais sobre a tradutora: http://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

 

Kapulana lança o aclamado livro de contos “O que acontece quando um homem cai do céu”, de Lesley Nneka Arimah

Evocativo e provocativo, O que acontece quando um homem cai do céu anuncia a chegada de uma autora com capacidade narrativa extraordinária, uma nova voz da literatura contemporânea

A Kapulana lança no Brasil nesta quinta-feira, 12 de julho, o elogiado O que acontece quando um homem cai do céu, da autora de origem nigeriana Lesley Nneka Arimah.

Em seu livro de estreia, a escritora desenvolve, em doze contos, diversas formas literárias que abrangem o insólito, a distopia, as memórias da guerra na Nigéria, as relações complexas entre mãe e filha, a convivência humana com as tecnologias, a infância e o embate entre as tradições de seus familiares e o cotidiano na América, muitas vezes com uma visão afrofuturista.

Aclamado pela crítica internacional, a autora ganhou o “Kirkus Prize” e recentemente o “Young Lions Fiction Award”, promovido por The New York Public Library, premiação que celebra os autores em ascensão no mundo da literatura. O livro também foi indicado para o “John Leonard Prize”, da National Book Critics Circle.

Evocativo e provocativo, O que acontece quando um homem cai do céu anuncia a chegada de uma autora com capacidade narrativa extraordinária, uma nova voz da literatura contemporânea. O The Washington Post, na resenha da jornalista Tayla Burney, destacou: “A voz de Arimah é vibrante e nova, os assuntos que ela traz são, ao mesmo tempo, oportunos e atemporais. Este é um volume raro que fui forçada a colocar nas mãos de amigos dizendo ‘Você tem que ler isso’”. Segundo o The New York Times Book Review, o livro é “estranho e maravilhoso. Uma contadora sagaz, oblíqua e provocativa, Arimah consegue encaixar a história de uma família em poucas páginas, e inventar parábolas utópicas, fábulas mágicas e cenários aterrorizantes”.

No Brasil, a obra, traduzida por Carolina Kuhn Facchin, já está ganhando boas críticas, como na resenha do escritor Allan da Rosa, publicada na edição de julho do Suplemento Pernambuco: “Lesley Arimah abre o ser humano como uma cebola. Despetala, corta, pica e não perdemos seu ardor. Conta histórias com excelência e seus enredos magnetizam quem ouve, como tirei a prova lendo em aulas pra turma e em casa pro meu guri. Mas como ela domina sobretudo a linguagem da escrita por seus ritmos e imagens, referências e funduras, encanta a cabeça e infla o peito de quem a lê em silêncio, desenhando no seu tempo e na sua mente as figuras e passagens que nos entortam no desfrute nem sempre doce. Com apenas este livro, compilação, Lesley Arimah já é uma das grandes”. A slammer e apresentadora, Roberta Estrela D’Alva, no texto da versão brasileira da orelha do livro escreveu: “Vozes negras de um feminino diaspórico, que sempre chegando ou partindo de algo (uma pessoa, uma lembrança, um país, um medo) criam territórios imaginários, emocionais, familiares que nos transportam para o centro da ação”.

Com lançamento em 12 de julho de 2018, O que acontece quando um homem cai do céu é o segundo livro de autores das literaturas africanas de língua inglesa que a Kapulana lança neste ano. Em maio, a editora publicou o romance Esperança para voar, da jovem escritora Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue, e em novembro será a vez do livro de memórias Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

12 de julho de 2018

 

★★★

Saiba mais sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/lesley-nneka-arimah/

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/o-que-acontece-quando-um-homem-cai-do-ceu/

Saiba mais sobre a tradutora: http://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

Assista ao booktrailer: https://www.youtube.com/watch?v=co_yxwtmq08

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

Leia as resenhas internacionais sobre o livro “O que acontece quando um homem cai do céu”, de Lesley Nneka Arimah, que a Kapulana lança no Brasil

O foco de Arimah é na construção do enredo que permeia a originalidade de contar surpreendentes histórias

Elogiado por jornais e revistas internacionais, o livro O que acontece quando um homem cai do céu, da autora de origem nigeriana Lesley Nneka Arimah, finalmente chega ao Brasil em uma extraordinária publicação da Editora Kapulana.

Em doze contos, a autora aborda histórias contadas majoritariamente de uma perspectiva feminina, e trazem questões como maternidade e relação mãe e filha, sacrifício, feminilidade, amadurecimento e violência. Alguns dos contos apresentam aspectos da literatura fantástica e afrofuturismo, outros são mais realistas. A autora ganhou o “Kirkus Prize” e recentemente o “Young Lions Fiction Award”, promovido por The New York Public Library, premiação que celebra os autores em ascensão no mundo da literatura. O livro também foi indicado para o “John Leonard Prize”, da National Book Critics Circle.

O foco de Arimah é na construção do enredo que permeia a originalidade de contar surpreendentes histórias. Sua habilidade narrativa é fascinante em textos concisos que abordam as relações humanas. Elogiada por diversos jornais e revistas internacionais, Arimah aborda o rompimento da rotina e a vulnerabilidade de seus personagens. O livro, traduzido por Carolina Kuhn Facchin, será lançado no dia 12 de julho. 

Com a publicação em julho, O que acontece quando um homem cai do céu é o segundo livro de autores das literaturas africanas de língua inglesa que a Kapulana lança neste ano. Em maio, a editora publicou o romance Esperança para voar, da jovem escritora Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue, e em novembro será a vez do livro de memórias Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

Confira os trechos de resenhas e críticas na imprensa internacional:

 

“A voz de Arimah é vibrante e nova, os assuntos que ela traz são, ao mesmo tempo, oportunos e atemporais […] Este é um volume curto e raro que fui forçado a colocar nas mãos de amigos dizendo ‘Você tem que ler isso’.” (Washington Post, EUA, 13 de abril de 2017)

 

“[…] uma escritora surpreendente, cujas palavras desafiam o coração e a mente a permanecerem impassíveis. Com sua mistura fluida de humor sombrio, tristeza e visitas a um realismo mágico, algumas das histórias de Arimah parecem com as de Octavia Butler e Shirley Jackson. Porém, não há nada derivativo aqui. A escrita de Arimah é deliciosamente imprevisível. As palavras dela pulsam, verdadeiras.” (Boston Globe, EUA, 14 de abril de 2017)

 

“Arrepiante, surreal, frequentemente arrebatador… As histórias de Arimah são espirituosas, poéticas e queimantes, cheias de personagens com falhas, mas amáveis, e imagens que fazem o leitor querer reler algumas passagens. A autora tem um senso apurado de fantasia e do absurdo, e o seu trabalho se baseia em experiências e impulsos que parecem muito familiares.” (The Seattle Times, EUA, 16 de abril de 2017)

 

“Estranho e maravilhoso… uma contadora de histórias sagaz, oblíqua e provocativa, Arimah consegue encaixar a história de uma família em poucas páginas, e inventar parábolas utópicas, fábulas mágicas e cenários aterrorizante, movendo-se com desembaraço entre um distanciamento cômico e um realismo psicológico perspicaz […] As suas histórias de ficção científica, que trazem questões feministas e relativas ao meio-ambiente, lembram as de Margaret Atwood.” (New York Times Book Review, EUA, 11 de maio 2017)

 

“Arimah capta o senso de tempo narrativo e muda o tom caótico. Contos rápidos e impiedosos, deixando os enredos fora de nossas mãos”. (The Guardian, Reino Unido, 2 de setembro de 2017)

 

“Em sua coleção de estreia, Lesley Nneka Arimah mistura realismo mágico e elementos de ficção científica para criar um conjunto de histórias realmente únicas sobre família, amizade e a ideia de um lar, que vão deixar o leitor faminto para ler mais do seu trabalho.” (Cosmopolitan, EUA, 11 de dezembro de 2017)

 

“Deslumbrante… Cada história no conjunto de estreia de Arimah consegue cumprir a tarefa difícil de ser, ao mesmo tempo, complexa e convidativa. Parte da atração se deve às frases maravilhosas construídas por Arimah. Os temas são duros, e as situações são frequentemente desesperadoras, mas há algo estranhamente reconfortante sobre essas histórias. Talvez seja o fato de que nesses mundos problemáticos há personagens com os quais conseguimos nos conectar. Ou talvez seja mais simples do que isso. Talvez eles sejam nós.” (Critical Mass, EUA, 16 de janeiro de 2018)

26 de junho de 2018

★★★

Saiba mais sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/lesley-nneka-arimah/

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/o-que-acontece-quando-um-homem-cai-do-ceu/

Saiba mais sobre a tradutora: http://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

 

EM PRÉ-VENDA NAS SEGUINTES LIVRARIAS:

“Esperança para voar”, de Rutendo Tavengerwei, disponível em e-book

Kapulana lançou em maio o romance “Esperança para voar”, da jovem autora do Zimbábue, Rutendo Tavengerwei. E uma grande novidade, o livro também está disponível em e-book 

A obra de estreia da jovem autora narra a história de amizade de duas adolescentes. Shamiso retorna com sua família do Reino Unido para o Zimbábue, após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. Ocorrido em 2008, ano de grave crise política nesse país africano, o livro mostra um lugar destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo. Abre-se um enredo de como jovens no século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é uma espécie de fábula universal, cujos fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país em qualquer tempo. O livro foi traduzido por Carolina Kuhn Facchin.

 

Confira as livrarias com o romance disponível em e-book:

Amazon.com.br: https://amzn.to/2Iar9KR
Livraria Cultura: https://bit.ly/2IoUscH
Apple iBooks Store: https://apple.co/2lzBwPu
Google: http://bit.ly/2yGdlbs
Kobo: https://bit.ly/2Mpg2jN

Esperança para voar é o primeiro livro de literatura em língua inglesa que a Kapulana lança neste ano. Em 12 de julho, será publicado o livro de contos O que acontece quando um homem cai do céu, da autora de origem nigeriana Lesley Nneka Arimah. Em novembro, ocorrerá a publicação do livro de memórias, Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

 

★★★

Saiba mais sobre a escritorahttp://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei/

Saiba mais sobre o livrohttp://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Saiba mais sobre a tradutorahttp://www.kapulana.com.br/carolina-kuhn-faccin/

Uma entrevista com Rutendo Tavengerwei: http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-rutendo-tavengerwei-autora-de-esperanca-para-voar/

Assista ao vídeo com Rutendo Tavengerwei: https://www.youtube.com/watch?v=0oZBCwnbfTk&t=3s

Assista o booktrailer: https://www.youtube.com/watch?v=Vu0x0XTGnkw

Leia a resenha de Lu Bentohttp://www.kapulana.com.br/esperanca-para-voar-um-livro-envolvente-e-emocionante-por-luciana-bento/

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

Confira a capa do livro “O que acontece quando um homem cai do céu”, de Lesley Nneka Arimah, com lançamento em julho

São histórias contadas majoritariamente de uma perspectiva feminina, e trazem questões como maternidade e relação mãe/filha, sacrifício, feminilidade, amadurecimento e violência

Conheça a capa brasileira do próximo lançamento da Kapulana. Em julho, a editora publica O que acontece quando um homem cai do céu, de Lesley Nneka Arimah. Em doze contos, a autora, de origem nigeriana, desenvolve diversas formas literárias que abrangem a distopia, as memórias da guerra na Nigéria, as relações complexas entre mãe e filha e a convivência humana com as tecnologias, muitas vezes com uma visão afrofuturista. Lesley ganhou o “Kirkus Prize”, além de o livro estar em várias listas dos mais lidos e mais recomendados de 2017. A obra é traduzida por Carolina Kuhn Facchin.

 

 

“A voz de Arimah é vibrante e nova, os assuntos que ela traz são, ao mesmo tempo, oportunos e atemporais”

(Washington Post, EUA, 13 de abril de 2017)

“Estranho e maravilhoso… uma contadora de histórias sagaz, oblíqua e provocativa, Arimah consegue encaixar a história de uma família em poucas páginas, e inventar parábolas utópicas, fábulas mágicas e cenários aterrorizante, movendo-se com desembaraço entre um distanciamento cômico e um realismo psicológico perspicaz”

 (New York Times Book Review, EUA, 11 de maio 2017)

“Arimah capta o senso de tempo narrativo e muda o tom caótico. Contos rápidos e impiedosos, deixando os enredos fora de nossas mãos”.

(The Guardian, Reino Unido, 2 de setembro de 2017)

 

Conheça a capa:

 

Com o lançamento em julho, O que acontece quando um homem cai do céu é o segundo livro de autores das literaturas africanas de língua inglesa que a Kapulana lança neste ano. Em maio, a editora publicou o romance Esperança para voar, da jovem autora Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue, e em novembro será a vez do livro de memórias Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

22 de maio de 2018

★★★

 

Saiba mais sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/lesley-nneka-arimah/

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/o-que-acontece-quando-um-homem-cai-do-ceu/

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Revelação do Zimbábue, Rutendo Tavengerwei lança pela Kapulana, no Brasil, o romance “Esperança para voar”

Rutendo Tavengerwei aborda uma emocionante história, com extraordinárias personagens, dialogando e refletindo sobre as mudanças da adolescência, as questões político-sociais e, claro, a importância da amizade

Já à venda nas livrarias o novo livro publicado pela Editora Kapulana, o romance Esperança para voar, de Rutendo Tavengerwei, do Zimbábue. A obra de estreia da jovem autora narra a história de amizade de duas adolescentes. Shamiso retorna com sua família do Reino Unido para o Zimbábue, após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. Ocorrido em 2008, ano de grave crise política nesse país africano, o livro mostra um lugar destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo. Abre-se um enredo de como jovens no século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é uma espécie de fábula universal, cujos fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país em qualquer tempo.

“Quando refleti sobre 2008, percebi que a maioria das minhas lembranças e a maneira como eu via o mundo era da perspectiva de uma adolescente, então fez sentido para mim que as protagonistas fossem adolescentes”, explicou a autora em entrevista exclusiva para a Kapulana. “Ainda mais porque lições sobre esperança e perseverança são importantes, e eu queria compartilhá-las especialmente com o público jovem”, concluiu.

Promissora e com hábil desenvolvimento narrativo, Rutendo aborda uma emocionante história, com extraordinárias personagens, dialogando e refletindo sobre as mudanças da adolescência, as questões político-sociais e, claro, a importância da amizade. “De certa maneira, eu traço paralelos entre minha escrita e meu cotidiano. Acho que é importante, se você quer que a história fique plausível, usar situações reais e adicioná-las à história. Então, em alguns casos, se eu escuto algo interessante ou engraçado, às vezes eu tento incorporar isso à história. Mas tanto de minha vida está na minha escrita. Eu escrevo sobre música e os sons que escuto, escrevo sobre cenários que eu acho maravilhosos. Basicamente, eu tento compartilhar tudo que me toca com o mundo”, destacou a escritora. “O mundo é muito caótico, e muitas coisas frustrantes acontecem em nossos países e nas nossas vidas pessoais também. A história da Shamiso e da Tanyaradzwa é sobre lutar para sair de tempos difíceis, e preservar a esperança em momentos sombrios. Meu desejo é que esta história sobre esperança inspire a vida dos leitores, mesmo que de uma maneira singela”, desejou a autora.

Em seu texto na versão brasileira na orelha do romance, a blogueira Luciana Bento apontou: “Este é um YA (Young Adult) contemporâneo que apresenta questões universais , sem perder a essência africana […] Rutendo Tavengerwei tem uma voz própria que cala estereótipos sobre África ressoando jovialidade e leveza na escrita mesmo diante de temas áridos. Esperança para voar nos apresenta um novo momento da literatura de língua inglesa africana”.

Esperança para voar é o primeiro livro de literatura em língua inglesa que a Kapulana lança neste ano. Em julho, será publicado o livro de contos O que acontece quando um homem cai do céu, da autora de origem nigeriana Lesley Nneka Arimah. Em novembro, ocorrerá a publicação do livro de memórias, Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

 

 

★★★

Saiba mais sobre a escritorahttp://www.kapulana.com.br/rutendo-tavengerwei/

Saiba mais sobre o livrohttp://www.kapulana.com.br/produto/esperanca-para-voar/

Uma entrevista com Rutendo Tavengerwei: http://www.kapulana.com.br/uma-entrevista-com-rutendo-tavengerwei-autora-de-esperanca-para-voar/

Assista ao vídeo com Rutendo Tavengerwei: https://www.youtube.com/watch?v=0oZBCwnbfTk&t=3s

Assista o booktrailer: https://www.youtube.com/watch?v=Vu0x0XTGnkw

Leia a resenha de Lu Bentohttp://www.kapulana.com.br/esperanca-para-voar-um-livro-envolvente-e-emocionante-por-luciana-bento/

Leia as sinopses dos três livros africanos de língua inglesa: http://kapulana.com.br/em-2018-kapulana-lanca-tres-livros-de-autores-de-literaturas-africanas-de-lingua-inglesa/

 

À VENDA NAS SEGUINTES LIVRARIAS:

Kapulana esteve na III Jornada do GELCA-Unicamp e realizou o lançamento do livro de poemas “Outras fronteiras: fragmentos de narrativas”, de Ana Mafalda Leite

Na obra, Ana Mafalda apresenta um conjunto de poemas organizados em quatro momentos, em que a poeta viaja por paisagens diversas, que conversam entre si

 

A III Jornada de Teoria Literária e Estudos Africanos do GELCA (Grupo de Estudos de Literaturas e Culturas Africanas) ocorreu nos dias 25, 26 e 27 de abril, no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp). Na última sexta-feira (27),  a ensaísta, docente e poeta Ana Mafalda Leite realizou o lançamento de seu livro Outras fronteiras: fragmentos de narrativas, publicado pela Kapulana.

Na obra, Ana Mafalda apresenta um conjunto de poemas organizados em quatro momentos, em que a poeta viaja por paisagens diversas, que conversam entre si. As viagens começam no interior do eu-lírico e percorrem cenários de Moçambique, em terra e no Índico, repletos de portais, jardins, templos, minaretes, serpentes e flautas mágicas, em um universo em que história e poesia convivem.

Ana nasceu em Portugal, mas cresceu e realizou os primeiros estudos acadêmicos na Universidade Eduardo Mondlane, de Maputo, Moçambique. É docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com Mestrado em Literaturas Brasileira e Africanas de Língua Portuguesa, além do Doutora em Literaturas Africanas, sua área principal de investigação.  Desenvolveu pesquisa de Doutorado e Pós-Doutorado na Escola de Estudos Orientais e Africanos (SOAS) da Universidade de Londres, na Universidade de Roma e na Universidade de Dakar.

Ana Mafalda Leite durante sessão de autógrafos no Gelca

Com mais de 30 anos de trajetória literária, Mafalda lançou seu primeiro livro de poemas, Em sombra acesa (Vega), no ano de 1984. Em seguida, a autora publicou as obras Canções de Alba (Vega), de 1989, Mariscando Luas (Vega), em colaboração com Luís Carlos Patraquim e Roberto Chichorro. de 1992, Rosas da China (Quetzal Editores), de 1999, entre outros. Em 2015, Mafalda recebeu o prêmio Femina Lusofonia de Literatura, honraria que contempla as “Notáveis Mulheres Portuguesas e da Lusofonia, mérito ao nível profissional, cultural e humanitário no Mundo, pelo Conhecimento e pelo seu relacionamento com outras Culturas”.

Pela kapulana, a autora lançou, no ano passado, Outras Fronteiras: Fragmentos de narrativas. Sobre o livro, a Professora Titular de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Carmen L. Tindó Secco, escreveu no posfácio: “O eu lírico conversa com quem escreve. Ana no espelho. E os pirilampos na noite, com sua luz, enfeitam lembranças. Como os vaga-lumes de Didi-Huberman, resistem, revelando-se metáforas da poesia em meio a um mundo-espetáculo de luzes ofuscantes”.

GELCA – A III Jornada de Teoria Literária e Estudos Africanos do GELCA (Grupo de Estudos de Literaturas e Culturas Africanas) reuniu os resultados de projetos de iniciação e pesquisa científica realizados por alunos de pós-graduação da Unicamp e de outras instituições nacionais e internacionais, assim como professores de escolas públicas e particulares e professores universitários. O Gelca tem o apoio do Programa de Pós-graduação em Teoria Literária e Direção do IEL, da Pró-reitoria de graduação da Universidade Estadual de Campinas e da Editora Kapulana.

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/outras-fronteiras-fragmentos-de-narrativas/

Saiba mais sobre a autora Ana Mafalda Leite: http://www.kapulana.com.br/ana-mafalda-leite/

Assista uma entrevista com a autora: https://www.youtube.com/watch?v=pHcdN6beuFY

Veja fotos das atividades: http://www.kapulana.com.br/28-02-a-13-03-2018-ana-mafalda-leite-no-brasil/

Livro ‘Serei sereia?’, de Kely de Castro e publicado pela Kapulana, disponível em múltiplos formatos acessíveis

 DIVERSOS – LIVROS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS surge do compromisso e da necessidade de disponibilizar clássicos da literatura infantil e infantojuvenil em múltiplos formatos acessíveis

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo apresentou, na tarde desta quarta-feira (25), na Biblioteca de São Paulo, o projeto DIVERSOS – LIVROS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS, que reúne obras de diversos autores, em múltiplos formatos acessíveis e publicado no site do Centro de Tecnologia e Inovação (CTI). ‘Serei sereia?’, livro de Kely de Castro e com ilustrações de Amanda Azevedo, lançado pela Kapulana, foi escolhido para fazer parte do formato. Estão também disponíveis as obras ‘Uma nova amiga’, de Lia Crespo, ‘O discurso do urso’, de Julio Cortázar e ‘O menino no espelho’, de Fernando Sabino.  A iniciativa irá fornecer gratuitamente títulos com recursos de acessibilidade como legenda, narração, libras, ilustrações e audiodescrição das imagens em formato digital para pessoas com deficiência. 

‘Serei sereia?’ é a história de Inaê, uma menina que já nasceu com um grande desafio a vencer: o fato de não poder andar. Nessa narrativa, contada pela artista Kely de Castro, Inaê, como todas as crianças, passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. A bordo de sua cadeira de rodas, enfrenta obstáculos e, aos poucos, com o apoio de sua mãe, descobre que pode construir sua própria história. O livro é ilustrado por Amanda de Azevedo e por fotos de bonecas confeccionadas pela autora.

O projeto

Em parceria com a organização Mais Diferenças, o DIVERSOS – LIVROS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS surge do compromisso e da necessidade de disponibilizar clássicos da literatura infantil e infanto-juvenil em múltiplos formatos acessíveis, como contribuição à leitura no processo de formação da cidadania responsável e sustentável. 

Nos últimos anos, o Brasil avançou muito em relação aos direitos das pessoas com deficiência em diferentes campos e áreas de atuação, segmento que alcança 45,6 milhões no Brasil, e 9,3 milhões no estado de São Paulo.  Nos diferentes espaços, quer sejam escolas, bibliotecas, livrarias e os próprios lares, não existem ainda livros audiovisuais em formatos bilíngues – Português/Libras, ou mesmo livros que considerem as características das pessoas com deficiência intelectual.

O Brasil garante a educação inclusiva em todas as etapas e modalidades de ensino, com salas de aula organizadas por grupos heterogêneos e múltiplos, assegurando às crianças com e sem deficiência o direito de aprender e conviver juntas nas salas de aula. No entanto, muitas vezes, o livro – que apresenta diferentes formas de ler e de levar o leitor a se relacionar com o texto, com as imagens, com o som, os movimentos, os códigos e as línguas – pode ser muito rico para todas as pessoas, com e sem deficiência, se contar com recursos alternativos e adaptáveis, para seu pleno acesso.

O acesso à informação, à comunicação, ao livro, à leitura e à literatura continuam sendo desafios importantes, que demandam conscientização, pesquisa, produção e disseminação de materiais acessíveis para pessoas com diferentes tipos de deficiência. O Projeto DIVERSOS – LIVROS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS apresenta bloco de livros desenvolvido para que todas as pessoas com e sem deficiência possam ter acesso à leitura, por via digital –  computador, notebook, tablet ou celular.

Como o próprio nome diz, os livros são diversos! São histórias divertidas, animadas, de suspense, de aventura, de amor, de fantasia. São histórias de hoje e de antigamente. São histórias que se passam aqui e em outros lugares do mundo. Crianças e adolescentes, com e sem deficiência, podem escutar a história que está sendo contada; podem ouvir os sons que ajudam a imaginar; podem ver o texto escrito na tela; podem ver as imagens que estão nos livros e escutar as descrições delas. Também podem ver o livro ser contado em Libras, o idioma de muitas pessoas surdas.

As memórias que nos acompanham ao longo da vida em relação às histórias, aos livros, aos contos de fadas e às diferentes narrativas que sobrevivem ao tempo são fundamentais e carregam uma carga simbólica expressiva. Em alguns livros, o texto foi reescrito de uma forma mais simples, ao qual denominamos Leitura Fácil, com glossário explicativo para facilitar o entendimento de palavras menos usuais. DIVERSOS – LIVROS ACESSÍVEIS E INCLUSIVOS é o projeto de leitura fácil da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo – para todos.

Saiba mais:

Sobre a escritora: http://www.kapulana.com.br/kely-de-castro/

Sobre a ilustradora: http://www.kapulana.com.br/amanda-de-azevedo/

Sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/serei-sereia/

Veja fotos da atividadehttp://kapulana.com.br/livro-serei-sereia-disponivel-em-multiplos-formatos-acessiveis/

Conheça a Kapulanahttp://kapulana.com.br/a-editora/

Confira a capa do romance ‘Esperança para voar’, da jovem escritora Rutendo Tavengerwei

O romance, com lançamento para maio, é a primeira obra das literaturas de língua inglesa que a Kapulana publica neste ano. Os títulos, inéditos e com primeiras traduções em língua portuguesa, são de diversas temáticas e estilos literários

Esperança para voar narra a história de superação e amizade de duas adolescentes. Shamiso retorna com sua família do Reino Unido para o Zimbábue, após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. O cenário é o Zimbábue, em 2008, ano de grave crise política nesse país africano, destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo. Abre-se um enredo de como jovens no século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Delicado e emocionante, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, a obra é uma espécie de fábula universal, cujos fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país em qualquer tempo.

Rutendo Tavengerwei nasceu, cresceu e estudou no Zimbábue, onde morou até os dezoito anos. Em seu primeiro romance, a jovem autora constrói uma emocionante narrativa, com extraordinárias personagens, dialogando diretamente com o público jovem, além de abordar as mudanças da adolescência, a superação e, claro, a importância da amizade. A obra, traduzida por Carolina Kuhn Facchin, será lançada no Brasil pela Editora Kapulana.

Veja abaixo a capa:

O romance é o primeiro das literaturas de língua inglesa que a editora lança neste ano. Os títulos, inéditos e com primeiras traduções em língua portuguesa, são de diversas temáticas e estilos literários. Em julho será publicado o livro de contos O que acontece quando um homem cai do céu, da autora de origem nigeriana Lesley Nneka Arimah. E em novembro ocorrerá o lançamento do livro de memórias Um dia vou escrever sobre este lugar, do queniano Binyavanga Wainaina.

Saiba mais:

Kapulana celebra o Dia da Mulher Moçambicana

A data é comemorada em 7 de abril e homenageia Josina Machel

O Dia da Mulher Moçambicana é comemorado no dia 7 de abril. Na ocasião, é lembrado do aniversário de morte de Josina Machel (1945-1971), segunda esposa de Samora Machel (1933-1986), primeiro presidente de Moçambique após a independência. Josina, que se juntou à Luta Armada de Libertação Nacional ainda jovem, é destacada como heroína de Moçambique, por batalhar a favor da independência de seu país, além de ser inspiração do movimento feminino moçambicano.

A Kapulana tem muito orgulho de publicar as obras literárias de magníficas autoras moçambicanas e homenagear a data simbólica do país africano.

Josina Machel

Confira as autoras moçambicanas que fazem parte do catálogo da editora:

Lica Sebastião – Nasceu em Maputo, capital de Moçambique. Fez a licenciatura em Ensino do Português em 1994. Concilia a atividade docente com as artes plásticas e a poesia desde 2006. Participou de exposições coletivas e realizou várias mostras individuais. É membro do “Núcleo de Arte” em Maputo.

Livro publicado pela Kapulana: 

de terra, vento e fogo, da série “Vozes da África”, é uma coletânea inédita de poemas da escritora moçambicana. Em seu primeiro livro publicado no Brasil, a poeta expressa um lirismo incontido quando expõe corajosamente suas alegrias e angústias. Para o título, escolheu três dos quatro elementos da natureza, terra, vento e fogo. O quarto elemento, a água, aparecerá para o leitor durante a leitura deste precioso conjunto de versos. Amanda de Azevedo criou as delicadas vinhetas para esta edição.

 

Noémia de Sousa – Nasceu em 1926, em Catembe, vila no litoral Sul de Moçambique, banhada pelo Oceano Índico, na baía de Maputo, bem em frente à capital de Moçambique. Faleceu em 2002, em Cascais, Portugal. Por sua influência nas gerações de poetas de Moçambique, ficou conhecida como “Mãe dos poetas moçambicanos”. É autora de densa obra poética, que representa a resistência da mulher africana e luta do povo moçambicano por sua liberdade. 

Livro publicado pela Kapulana: 

Seu único livro, Sangue negro, é composto por 49 poemas, escritos entre os anos de 1948 e 1951 do século passado, que circularam em jornais como O brado africano. Em 2001, seus poemas foram reunidos no livro Sangue negro, publicado pela Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO) e, dez anos mais tarde, uma nova edição foi publicada pela editora moçambicana Marimbique. No ano de 2016, a Editora Kapulana publicou a primeira edição brasileira da obra, com os 49 poemas mais marcantes da literatura moçambicana.

 

Sílvia Bragança – Nasceu em Goa, na Índia, e vive em Moçambique há muitos anos. É professora, pintora, poeta e escritora. Sempre teve paixão por crianças e dedica-se a projetos de educação com crianças moçambicanas. É artista bastante conhecida internacionalmente e faz várias exposições de arte na Índia, em Portugal e em Moçambique. Silvia foi casada com Aquino de Bragança, figura importante na libertação dos povos africanos e na luta contra o sistema colonial português. Aquino morreu em 1986 em um acidente de avião, no qual se encontrava toda a comitiva do então presidente de Moçambique, Samora Machel, também falecido na ocasião, de quem era muito próximo.

Livro publicado pela Kapulana: 

Na obra Sonho da Lua, da série “Vozes da África”, a escritora Sílvia Bragança, com vasta e profunda vivência em Moçambique, nos oferece dez poemas infantis sobre o universo, apresentando às crianças o mundo que está ao seu redor, visível ou não. As ilustrações da brasileira Amanda de Azevedo enriquecem ainda mais as pequenas joias poéticas de Sílvia sobre a lua, o vento, a chuva, o elefante, a aranha, as flores, os pássaros, o arco-íris e outros elementos da natureza.

 

 

Sónia Sultuane – Nasceu em Maputo, em 4 de março de 1971. É uma artista multifacetada: poeta, artista plástica e curadora. Sultuane é uma voz afirmada na poesia, desde a estreia com a obra Sonhos, em 2001. Ganhou notoriedade em Imaginar o poetizado, 2006, e No colo da lua, 2009. Publicou igualmente o conto infantojuvenil A Lua de N’weti, 2014. É membro da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), onde ocupou o cargo de Secretária da Assembleia Geral.

 

Livro publicado pela Kapulana: 

Em Roda das encarnações, da série “Vozes da África”, a poeta moçambicana emociona o leitor ao revelar suas impressões mais profundas, como mulher, mãe, poeta e trabalhadora. Os poemas levam o leitor por um universo sensorial e místico em que as vivências espiritual e terrena se misturam, numa viagem por Moçambique, pela Índia e pelo interior vivo e profundo da poeta. Amanda de Azevedo criou delicadas vinhetas para esta edição.

 

Tatiana Pinto – Nasceu na Zambézia, província do norte de Moçambique, em 1985. Em Moçambique, viveu 17 anos da sua vida. Após isso, foi viver mais uns tantos em Timor-Leste, país de sua mãe. Em 2006 mudou-se para Portugal para estudar Jornalismo. Após  terminar o curso, decidiu regressar para Moçambique.

Livro publicado pela Kapulana: 

A viagem é o terceiro volume da série “Contos de Moçambique”. Masud e Wimbo tinham dois filhos, Agot e Mbuio, e uma filha, Inaya, que deseja ter o mesmo tratamento que seus irmãos. Ela sai de sua aldeia para salvá-los em outra cidade. Durante seu caminho, descobre sua força e coragem. Luís Cardoso usa diversas técnicas para dar vida aos bonecos tradicionais de Tomás Muchanga, ilustrando belamente esta história moçambicana.

Saiba mais:

Em 2018, Kapulana lança três livros de autores de literaturas africanas de língua inglesa

Rutendo Tavengerwei, Lesley Arimah e Binyavanga Wainaina são os autores dos  títulos inéditos da Kapulana, que tratam de diversas temáticas em cenários do Zimbábue, Nigéria e Quênia

 

Neste ano, a Editora Kapulana amplia seu catálogo e publica três obras de autores africanos de língua inglesa. Em maio, chegará aos leitores brasileiros o romance Esperança para voar, da zimbabuense Rutendo Tavengerwei. Já em julho, será lançado o premiado livro de contos de Lesley Nneka Arimah, de origem nigeriana – O que acontece quando um homem cai do céu. E em novembro ocorrerá a publicação do livro de memórias, do queniano Binyavanga Wainaina – Um dia vou escrever sobre este lugar.

Confira as sinopses dos três livros:

Esperança para voar, de Rutendo Tavengerwei, jovem escritora do Zimbábue, é a história de superação e amizade de duas adolescentes, Shamiso e Tanyaradzwa. Shamiso retorna com sua família do Reino Unido para o Zimbábue, após a morte do pai, jornalista de oposição ao regime ditatorial da época. O cenário é o Zimbábue, em 2008, ano de grave crise política nesse país africano, destroçado pela corrupção e pelo autoritarismo. É a história de como jovens no século XXI enfrentam perdas, rupturas, dores, miséria e autoritarismo. Esse delicado e emocionante livro, ao mesmo tempo em que nos apresenta um cenário africano com muita musicalidade, é uma espécie de fábula universal, cujos fatos poderiam ter ocorrido em qualquer país em qualquer tempo.

O que acontece quando um homem cai do céu é o livro de estreia da premiada Lesley N. Arimah. Elogiado por jornais e revistas do mundo todo, o livro discute, em doze contos, diversas temáticas contemporâneas como o insólito, a distopia, as memórias da guerra na Nigéria, a convivência humana com as tecnologias, a infância, a mulher na sociedade, e o embate entre as tradições familiares e a cultura na América – a autora nasceu no Reino Unido, viveu na Nigéria e agora mora em Minnesota, nos Estados Unidos.

Um dia vou escrever sobre este lugar, do escritor queniano Binyavanga Wainaina, conta suas memórias desde a infância, de forma bastante lírica, dando grande ênfase às questões linguísticas e culturais, revelando muito da história do Quênia e de outros países da África, como Uganda e África do Sul. O autor é um digital influencer bastante ativo em questões relativas à África e ao ativismo LGBTQ+, já participou de TED Talks e escreveu para grandes revistas e jornais, como National Geographic e NY Times. Em 2017, a Times o elegeu como “Uma das 100 pessoas mais influentes do mundo”. A edição da Kapulana inclui texto inédito do autor: “I am a homosexual, mum”.

Conheça os próximos lançamentos: http://www.kapulana.com.br/proximos-lancamentos/

Conheça as biografias dos novos escritores: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

 

 

Conheça dois novos volumes da série ‘Contos de Moçambique’

A série, originalmente publicada em Moçambique, apresenta histórias orais recriadas com narrativas que desenvolvem múltiplos universos e memórias das culturas africanas

 

Desde 2016, a série Contos de Moçambique vem sendo publicada no país pela Kapulana. Trata-se de um projeto em conjunto com a Escola Portuguesa de Moçambique (EPM), tendo como objetivo divulgar no Brasil as histórias das tradições orais moçambicanas. Ao todo serão dez volumes, sendo seis já lançados pela editora. Em março chega às livrarias as obras Na aldeia dos crocodilos, de Adelino Timóteo, e O caçador de ossos, de Carlos dos Santos.

Originalmente publicados em Moçambique, os livros revelam as riquezas das expressões populares do país, por meio de contos que inspiram o imaginário infantil e ampliam o conhecimento das culturas africanas. A série apresenta histórias tradicionais recriadas com narrativas que revelam os múltiplos universos. Além dos textos, as páginas acompanham ilustrações de artistas moçambicanos e suas diversas manifestações, como as pinturas a óleo de Silva Dunduro em Na aldeia dos crocodilos e as esculturas maconde de Emanuel Lipanga na composição de O caçador de ossos.

Ilustração de Silva Dunduro

AS OBRAS

Em Na aldeia dos crocodilos, Mandoguinhas e seu avô Boaventura vivem na localidade que dá título ao livro: uma terra fértil, onde tudo que é semeado cresce. O avô conta ao neto que os crocodilos que ficam na beira das águas não são animais, mas ubuntus (gente). O menino acha que o avô está alucinado devido à velhice, mas quando Boaventura desaparece no rio, Mandoguinhas tem que desvendar o mistério dos crocodilos. O conto foi inspirado no Vale do rio Zambeze, uma região em Moçambique onde ocorrem diversas manifestações tradicionais, sendo uma delas a da encarnação humana nos crocodilos. No relato sobre o livro, o autor Adelino escreveu:

“Na minha infância ouvi várias vezes contar essas histórias. Foram as que mais prenderam os meus sentidos. […] inspiraram-me a escrever este conto, a partilhar convosco este lado desconhecido de vidas paralelas (terra e rio) e que tornam Zambeze não só um vale rico e fértil, como também uma fonte que poderá alimentar novas gerações, e, quiçá, motivá-las à descoberta e à divulgação de contos tradicionais genuinamente moçambicanos, da memória e da autoria coletiva do povo moçambicano”.

A obra é ilustrada com as deslumbrantes pinturas a óleo de Dunduro.

Já no volume 8, O caçador de ossos, Carlos dos Santos narra a história de Sinaportar, reconhecido como um grande caçador de sua aldeia. Sua fama era de egoísta e solitário, pois negava-se a caçar em grupo, sendo acompanhado apenas dos cachorros que havia herdado do pai, antigo e lendário caçador. Mas Sinaportar guardava um segredo da aldeia: ele não era caçador e dependia totalmente dos cães para capturar as presas. Certo dia, inesperadamente, os cães passam a se negar a caçar. Diante disto, Sinaportar deverá resolver a situação antes que o seu segredo seja revelado. Carlos retrata a trajetória do crescimento humano com temas que abrem discussões sobre as consequências das mentiras e o individualismo. “Este conto talvez seja a mais importante de todas as lições: que é saber aprender das ações dos outros do que querer ser melhores do que eles”, relatou o autor. As esculturas de Lipanga desenvolvem as dinâmicas do enredo e estampam as tradições artísticas moçambicanas.

Ilustração de Emanuel Lipanga

 

OS AUTORES

ADELINO TIMÓTEO Nascido em 1970, na Beira, Adelino Timóteo é jornalista, artista plástico e escritor, destacando-se os livros Viagem à Grécia através da Ilha de Moçambique (Poesia, edição da Ndjira, do Grupo Leya – prêmio Nacional Revelação AEMO) e Dos Frutos do Amor e Desamores até à Partida (Poesia, 2011, Alcance Editores – prêmio BCI-2011). Como artista plástico, Adelino realizou várias exposições individuais de artes, tanto em Moçambique quanto no estrangeiro.

CARLOS DOS SANTOS Nascido em 1962, em Lourenço Marques, hoje Maputo, capital do país, Carlos dos Santos é profissional da educação desde 1981 e formado em Psicologia e Pedagogia (1989-1994) pela Universidade Pedagógica de Maputo. Carlos tem artigos publicados em vários jornais de seu país, além de poemas com o pseudônimo de Nyama.

OS ARTISTAS

SILVA DUNDURO Nascido em 1964, no distrito de Buzi, província de Sofala, Silva Dunduro é Ministro da Cultura e Turismo de Moçambique e vive em Maputo, capital do país. Entre 2008 e 2009, fez estudos de Mestrado no Brasil e trabalhou com a pintora Maria Do Karmmo, em seu atelier, no Rio de Janeiro. Desde 2012 tem participado de várias exposições coletivas em Moçambique (Beira, Chimoio, Maputo e Tete) e no estrangeiro (Itália Namíbia, Portugal, Suécia, entre outros). 

EMANUEL LIPANGA Nascido em Nangade, Cabo Delgado, em 1967, Emanuel Lipanga estudou na Tanzânia, em Ntwara. Em 1982, Lipanga foi para Dar es Salaam, onde aprendeu com o seu tio o ofício de escultor. Participou da Exposição de Artes da TDM (Telecomunicações de Moçambique), em 2001. além de já ter apresentado o seu trabalho artístico na China, em 2008.

CONTOS DE MOÇAMBIQUE

A série Contos de Moçambique surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. A Editora Kapulana fez uma parceria com a Escola Portuguesa de Moçambique para publicar no Brasil a coleção, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro um pouco da cultura moçambicana. A série é composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique. São histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato.

Para conhecer mais sobre as publicações anteriores, acesse o site da editora: www.kapulana.com.br.

Últimos dias: Submissão de originais para a Kapulana

A Editora Kapulana está ampliando o seu catálogo para a publicação de autores brasileiros. A linha editorial da Kapulana prioriza obras que tratem de questões marginalizadas, tais como questões raciais, de gênero, de sexualidades e de minorias sociais. Os gêneros e estilos podem ser diversos: romances, contos, crônicas, poemas, biografias, adultos, infantis e juvenis. O envio de originais deverá ser feito via formulário até o dia 31 de março.  Clique aqui e leia o regulamento.

Atualmente, o catálogo da editora é composto por livros de ficção e científicos, para adultos e crianças, em prosa e poesia. Os escritores e colaboradores são de países como Brasil, Angola, Moçambique, Nigéria, Portugal, Quênia e Zimbábue. 

 

Saiba mais: http://www.kapulana.com.br/seja-nosso-autor-aberto/

 

Ana Mafalda Leite, escritora e pesquisadora, participa de eventos no Brasil

Em fevereiro e março deste ano, a professora da Universidade de Lisboa e escritora portuguesa Ana Mafalda Leite participou de palestras com lançamento de seu novo livro de poemas

Ana Mafalda Leite, pesquisadora, professora, ensaísta e poeta, autora de ensaios e de livros de poesia veio ao nosso país para participar de palestras, cursos e sessões de lançamento de seu mais novo livro: Outras fronteiras: fragmentos de narrativas, da Editora Kapulana.

Em 27 e 28/02/2018, Ana Mafalda Leite participou de ciclo de debates sobre o Cinema da Guiné Bissau e fez palestra com leitura de poemas de seu novo livro, com sessão de autógrafos. O evento foi promovido Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e contou com a presença da curadora Profa. Dra. Carmen Tindó Secco e da Profa. Dra. Rosana M. Weg, diretora da Kapulana.

 Na semana de 5 a 10 de março, a escritora participou de atividades promovidas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (UFRS), como palestras, cursos e, no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, fez o lançamento com sessão de autógrafos de seu livro Outras fronteiras: fragmentos de narrativas. O evento foi promovido pela Escola de Humanidades e organizado pelo Prof. Paulo Ricardo Kralik Angelini.

No dia 13 de março, a escritora Ana Mafalda Leite participou de atividades na sede da Editora Kapulana, em São Paulo, com gravação de entrevista, leitura de trechos de seu novo livro e sessão de fotos.

A Editora Kapulana agradece à estimada escritora Ana Mafalda Leite, por presença no Brasil e por sua disposição e divulgar a literatura em nossa país.

A Kapulana agradece também à organização da URFJ e da PUCRS, pela oportunidade de participar de eventos literários de tanta importância.

Ainda este ano a escritora voltará ao Brasil a convite de outras instituições universitárias quando terá a oportunidade de participar de novas mesas de debate sobre poesia, sempre com o apoio da Kapulana.

São Paulo, 15 de março de 2018.

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/outras-fronteiras-fragmentos-de-narrativas/

Saiba mais sobre a autora Ana Mafalda Leite: http://www.kapulana.com.br/ana-mafalda-leite/

Veja fotos das atividades: http://www.kapulana.com.br/28-02-a-13-03-2018-ana-mafalda-leite-no-brasil/

Assista aos vídeos com a autora

 

 

 

 

Dia Mundial da Poesia com a Kapulana

Na última quarta-feira (21) comemorou-se o Dia Mundial da Poesia. A data foi criada em 1999, na XXX Conferência Geral da Unesco, com o objetivo de celebrar a leitura e a escrita.

A Kapulana tem o enorme prazer de fazer parte desta celebração com as publicações de obras poéticas de diversas autoras e autores que conduzem os leitores à reflexão da sociedade e os vastos sentimentos do mundo.

A editora selecionou diversos poemas dos livros de seu catálogo para comemorar este dia especial.

 

 
Sangue Negro

de Noémia de Sousa

Súplica

Tirem-nos tudo,
mas deixem-nos a música!

Tirem-nos a terra em que nascemos,
onde crescemos
e onde descobrimos pela primeira vez
que o mundo é assim:
um tabuleiro de xadrez…

Tirem-nos a luz do sol que nos aquece,
a lua lírica do xingombela
nas noites mulatas
da selva moçambicana
(essa lua que nos semeou no coração
a poesia que encontramos a vida)
teirem-nos a palhota – humilde cubata
onde vivemos e amamos,
tirem-nos a machamba que nos dá o pão,
ttrem-nos o calor de lume
(que nos é quase tudo)
– mas não nos tirem a música!

Podem desterrar-nos,
levar-nos
para longes terras,
vender-nos como mercadoria,
acorrentar-nos
à terra, do sol à lua e da lua ao sol,
mas seremos sempre livres
se nos deixarem a música!

Que onde estiver nossa canção
mesmo escravos, senhores seremos;
e mesmo mortos, viveremos,
e no nosso lamento escravo
estará a terra onde nascemos,
a luz do nosso sol,
a lua dos xingombelas,
o calor do lume,
a palhota onde vivemos,
a machamba que nos dá pão!

E tudo será novamente nosso,
ainda que cadeias nos pés
e azorrague no dorso…
E o nosso queixume
será uma libertação
derramada em nosso canto!
– Por isso pedimos,
de joelho pedimos.
Tirem-nos tudo…
mas não nos tirem a vida,
não nos levem a música!

(04/01/1949)

 

 

Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo

de Sangare Okapi

 

cardume de beijos

Teu corpo tem litoral
e mangal

A brisa, que
da boca escapa
alguma linguagem
marinha

e

oral, me devolve
o cardume de beijos

 

 

Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas

de Pedro Pereira Lopes

 

A ilha é um mundo

A ilha é um mundo,
uma bolha de terra
sentada na água

Uma bolha de areia em pilha.
A ilha que brilha
a água que molha.

Sobre o mar como folha
a bolha que é ilha
o vento embrulha.

A bolha que borbulha
a água empilha e molha
a folha que brilha,
a ilha.

 

 

 

Outras fronteiras: fragmentos de narrativas

de Ana Mafalda Leite

 

A lenda da criação

No princípio havia chauta [deus] e a terra parada

um dia um relâmpago imenso desenhou nos céus

a chuva

que trouxe à terra o homem e todos os animais

Pousaram nos planaltos da marávia e da angónia

no topo da montanha de domué

deus, os homens e os animais

as rochas ainda mostram as antigas pegadas, uma cesta uma enxada e um pilão

em harmonia sagrada

 

 

 

Roda das Encarnações

de Sónia Sultuane

A fome, com cara de menino, tocou-me
os pés e o coração. A fome, no corpo faminto
de um bebé inocente,
sem idade ainda para entender
esse karma que carrega
nem para saber que cada vida exige
uma profunda aprendizagem da alma
neste universo
onde milhões de pessoas por vezes
são iludidas, sem se aperceberem
que ela se mascara de várias maneiras
e inúmeras vezes até
com cara de bebé

 

 

 

O cão na margem

de Luís Carlos Patraquim

O olho
intrusivo

o que vês na paisagem
se houvesse

e
dizes a palavra
muda

há uma savana anjo
que te redime

ela
pietá
a invisível árvore

e tu
filho de nada
no seu colo

 

 

de terra, vento e fogo

de Lica Sebastião

Os poemas não revelam tudo
Faltam sempre as metáforas perfeitas
para descrever a tua respiração
entre o sono e o sonho.

As palavras não cabem todas nos dicionários.
Algumas escapam à caçada Académica dos lexicólogos.
E eu que precisava tanto do sinónimo para o teu gesto
a compor-me as tranças, sorrindo…

Os poemas não são tão maravilhosos assim.
Queria que dissipassem a minha fúria quando te censuro
só porque me trazes rosas e não margaridas,
só porque estás inseguro e eu altiva,
só porque não és o Hércules, apenas tu

 

 

Sonho da Lua

de Sílvia Bragança

 

Queria nascer como a Lua

Queria nascer como a Lua
Ao toque do anoitecer
uma bola prateada
rolando… rolando…

segredos escondidos
quantos os tenho eu!

Segredos escondidos
quantos os tenho eu!
À Lua os entrego

Para serem seus
Para serem seus
Para serem seus

Correi, correi para as montanhas
levai tranquila a verdade
que ela perdure
por toda a eternidade

 

 

 

Canções do caos – Vozes brasileiras

de Adriana CecchiAna Júlia BaldiAndrea Lucia Barros e Marcella Barbieri

 

Maçaneta

(Adriana Cecchi)

Acho que escrevi um texto pensando em você
Eu juro, ainda não sei o que isso quer dizer

Comecei a te ver em todos os lugares
Doa mais improváveis até
Ruas, ônibus, shoppings e bares

Pense que coisa louca, até na parede eu vi o seu rosto
Mas nada me abalou mais quando, de repente, da sua boca eu senti o gosto

Por isso, antes que qualquer coisa aconteça
Deixo este bilhete pendurado na sua maçaneta
Peço que leia e não se aborreça

Não tem erro, vocâ vai ver
Passando alguns dias, é certo
irá me esquecer

 

Existência

(Ana Júlia Baldi)

Penso que existo
E a cabeçadós, a alma pesa

Mandaram-me viver
E eu não soube recusar

Agora que já sou eu
Possoser um outro?
Tenho a mim
Mas a mim não desejo

Vivo assim, sendo.
Não sei não ser
Ainda que eu queira
Querer saber não ser

A vida que me deram
Não soube aceitar
Vivo assim, sem a vida
Que todos me esperaram acreditar

 

 

Somente…

(Andrea Lucia Barros)

Somente você
É capaz de mexer na ferida
Que insiste em sangrar
Aberta em meu peito
Deixa à vista o coração
Mostrando todas as veias
Que me fazem
Perder a razão
Enlouquecer em pensar
Que me deixaste
Estenda-me a mão
Mostre-mea esperança
Revele-me teu sorriso
Quebre minhas defesas
Busque o melhor de mim
Encontre o amor
Enfim, pronto para ser…
… Somente seu.

 

 

Ponto final

(Marcela Barbieri)

Qurendo chorar por tudo, mas chora por nada.

Desenvolvendo uma nova personalidade para disfarçar aquela que ninguém quer conhecer.

Contandocada respiração, torcendo para que o ar que vem de fora acalme o caos que está por dentro.

Ouvindo a música como se a melodia fosse capaz de consertar o aperto no peito.

Pensando em como acabar com a ansiedade, sem saber o porquê de ter começado.

 

 

Kapulana participou da Mostra de Literatura Negra em São Paulo e lançou dois novos volumes da série ‘Contos de Moçambique’

A Editora Kapulana participou, de 16 a 18 de março, da Mostra de Literatura Negra – Ciclo Contínuorealizada na Galeria Olido, centro de São Paulo.

Durante a mostra, aconteceu o lançamento dos volumes 7 e 8 da série de livros infantis Contos de MoçambiqueNa aldeia dos crocodilos, de Adelino Timóteo, e O caçador de ossos, de Carlos dos Santos.  Integram nas páginas das obras as pinturas a óleo de Silva Dunduro e as esculturas maconde de Emanuel Lipanga.

Para apresentar as obras, os artistas Mariana Rhormens e Marcial Macome preparam uma performance por meio de música, representação cênica, manipulação de bonecos e teatro de sombras. O espetáculo ocorreu na Sala Vermelha e contou com um público de diversa faixa etária.

 

A série Contos de Moçambique surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. A Editora Kapulana fez uma parceria com a Escola Portuguesa de Moçambique para publicar no Brasil a série, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro um pouco da cultura moçambicana. Composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique, são histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato. 

São Paulo, 22 de março de 2018.

Veja fotos do eventoKapulana lança “Na Aldeia dos Crocodilos” e “O caçador de ossos”, na Mostra de Literatura Negra, na Galeria Olido, em São Paulo, SP

Saiba mais:

Kapulana lança em São Paulo dois volumes da série ‘Contos de Moçambique’

A série, originalmente publicada em Moçambique, apresenta histórias orais recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de reconhecimento internacional

A Editora Kapulana estará presente na Mostra de Literatura Negra – Ciclo Contínuo, que acontecerá entre os dias 16 e 18 deste mês, com descontos nas vendas dos livros do catálogo. Durante a mostra, será realizado o lançamento dos volumes 7 e 8 da série de livros infantis Contos de Moçambique, que são Na aldeia dos crocodilos, de Adelino Timóteo, e O caçador de ossos, de Carlos dos Santos.  Integram nas páginas das obras as pinturas a óleo de Silva Dunduro e as esculturas maconde de Emanuel Lipanga.

O evento ocorrerá no domingo (18), às 11h00, no Centro Cultural Olido, na Sala Vermelha.  Para apresentar as obras, os artistas Mariana Rhormens e Marcial Macome realizarão uma performance teatral, a partir de música, representação cênica e manipulação de bonecos. O espetáculo é aberto a todo público.

‘O caçador de ossos’, arte de Emanuel Lipanga

OBRAS

Na aldeia dos crocodilos (Vol. 7) –  A aldeia dos crocodilos fica na beira do rio, onde tudo que é semeado, cresce. Lá vivem Mandoguinhas e seu avô Boaventura, que conta ao neto que os crocodilos que ficam na beira das águas não são animais, mas, sim, gente. Quando o avô desaparece, Mandoguinhas tem que desvendar o mistério dos crocodilos.

O caçador de ossos (Vol. 8) – Sinaportar era um grande caçador, porém, se negava a caçar em grupo; ia sempre à caça apenas com seus cachorros. O que ninguém sabe é que ele depende dos cães para abater qualquer animal. Quando os cães passam a se negar a caçar, Sinaportar deve resolver esse problema antes que o seu segredo seja revelado.

 

‘Na aldeia dos crocodilos’, arte de Silva Dunduro

A série Contos de Moçambique surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. A Editora Kapulana fez uma parceria com a Escola Portuguesa de Moçambique para publicar no Brasil a série, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro um pouco da cultura moçambicana. Composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique, são histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato. 

Para conhecer mais sobre as publicações anteriores, acesse o site da editora: www.kapulana.com.br.

 

‘O caçador de ossos’, arte de Emanuel Lipanga

 

ARTISTAS

MARIANA RHORMENS – é atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, doutoranda e mestra no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena na UNICAMP com o projeto intitulado “Um olhar sobre as máscaras de Mapiko: apropriação técnica, simbólica e criativa da máscara”, com orientação de Matteo Bonfitto Júnior. Com a Kapulana, Mariana participou de diversas apresentações, como no lançamento de O rei mocho, de Ungulani Ba Ka Khosa e nas contações das obras O caso de Pedro e Inês(quecível) até o fim do mundo, de Francisco Maciel Silveira, e das performances literárias das obras A triste história de Barcolino, Mesmos barcos e Orgia dos loucos.

MARCIAL MACOME – Ator e jornalista moçambicano, concluiu licenciatura em teatro na Escola de Comunicação e Arte, da Universidade Eduardo Mondlane. Com vasta carreira teatral, Macome encenou o livro O gato e o escuro, de Mia Couto, e as peça Naque ou o de actores e piolhos, de Sanchis Sinisterra, A mãe, de Bertolt Brecht, Antígona, de Sofocles, entre outras.  Escreveu e encenou lobolo do Cadaver, em 2016. Macome é membro fundador da ASSITEJ – Moçambique (Associação internacional de Teatro para jovens e Adolescentes), também trabalha como diretor de dança.

Mariana Rhormens e Marcial Macome

 

Lançamento dos livros ‘Na aldeia dos crocodilos, de Adelino Timóteo, e ‘O caçador de ossos’, de Carlos dos Santos.

Data: domingo, 18 de março

Hora: das 11:00 às 12:00

Local: Centro Cultural Olido – Sala Vermelha (Av. São João, 473. São Paulo, SP)

‘Na aldeia dos crocodilos’, arte de Silva Dunduro

Dia Internacional da Mulher: conheça as autoras e ilustradoras da editora Kapulana

Neste Dia Internacional da Mulher, a Kapulana faz uma homenagem para todas as autoras e ilustradoras que fazem parte da história da editora.

São dezenove mulheres que promovem, por meio das palavras e artes, as diversas manifestações culturais, inspirando gerações e apresentando reflexões sobre a representatividade, passando para as questões políticas, econômicas e sociais.
A Kapulana tem o orgulho de publicar as obras de incríveis mulheres, as escritoras:

Adriana Cecchi, Ana Júlia Baldi, Ana Mafalda Leite, Andrea Lúcia Barros, Carolina Mondin, Kely de Castro, Lesley N. Arimah, Lica Sebastião, Marcella Barbieri, Maria Celestina Fernandes, Noémia de Sousa, Rutendo Tavengerwei, Sílvia Bragança, Sónia Sultuane e Tatiana Pinto.
E as ilustradoras:
Amanda de Azevedo, Brunna Mancuso, Filipa Pontes e Mariana Fujisawa.
Confira as obras publicadas pela editora:

Canções do caos – Vozes brasileiras
de Adriana Cecchi, Ana Júlia Baldi, Andrea Lucia Barros e Marcella Barbieri
É uma coletânea de textos poéticos contemporâneos de quatro escritoras brasileiras da atualidade, com idades, gostos e talentos diferentes. Fazem parte dessa preciosa antologia poemas em versos e poemas em prosa, sobre amor, solidão, depressão, adversidades e esperanças vivenciadas ou testemunhadas por jovens mulheres.

 

Roda das Encarnações
de Sónia Sultuane
A poeta moçambicana Sónia Sultuane emociona o leitor ao revelar suas impressões mais profundas, como mulher, mãe, poeta e trabalhadora. Os poemas levam o leitor por um universo sensorial e místico em que as vivências espiritual e terrena se misturam, numa viagem por Moçambique, pela Índia e pelo interior vivo e profundo da poeta.

 

Sangue Negro
de Noémia de Sousa
A obra de Noémia de Sousa, chamada “Mãe dos poetas moçambicanos”, é composta por 46 poemas, escritos entre 1948 e 1951, que representam a resistência da mulher africana e dos povos da África.

 

 

 Kambas para sempre
e Kalimba
de Maria Celestina Fernandes 

Kambas para sempre Lueji é uma menina brasileira e afrodescendente, com nome de rainha. Ela gosta de ouvir as histórias da avó, que narra os episódios contados por seus bisavós, que foram trazidos ao Brasil em navios negreiros. Nesta história, Lueji passa por diversos momentos de preconceito, porém, ao final, descobre o valor da amizade e a importância de celebrar as diferenças. Com imagens coloridas, Mariana Fujisawa ilustra os momentos vividos pela menina Lueji.

Kalimba É a história do menino angolano Kababo e seu pássaro Kalimba. Acompanhe as aventuras dos dois amigos por aldeias angolanas no continente africano, onde eles conhecem pessoas e animais e aprendem diversas lições. As ilustrações da brasileira Brunna Mancuso levam o leitor a um mundo mágico em que a criança e o pássaro vencem desafios e ajudam uma comunidade em momentos de dificuldade.

 

 

  
A viagem

de Tatiana Pinto
Na obra, Masud e Wimbo tinham dois filhos, Agot e Mbuio, e uma filha, Inaya, que deseja ter o mesmo tratamento que seus irmãos. Ela sai de sua aldeia para salvá-los em outra cidade. Durante seu caminho, descobre sua força e coragem. Luís Cardoso usa diversas técnicas para dar vida aos bonecos tradicionais de Tomás Muchanga, ilustrando belamente esta história moçambicana.

 

Outras fronteiras: fragmentos de narrativas
de Ana Mafalda Leite
O livro é um conjunto de poemas organizados em quatro momentos, em que a poeta viaja por paisagens diversas, que conversam entre si. As viagens começam no interior do eu-lírico e percorrem cenários de Moçambique, em terra e no Índico, repletos de portais, jardins, templos, minaretes, serpentes, flautas mágicas, em um universo em que história e poesia convivem.

 

Serei sereia?
de Kely de Castro
A autora conta a história de Inaê, uma menina que já nasceu com um grande desafio a vencer: o fato de não poder andar. Nessa narrativa, contada pela artista Kely de Castro, Inaê, como todas as crianças, passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. A bordo de sua cadeira de rodas, enfrenta obstáculos e, aos poucos, com o apoio de sua mãe, descobre que pode construir sua própria história.

 

Sonho da Lua
de Sílvia Bragança
Nesta preciosa obra, a escritora Sílvia Bragança, com vasta e profunda vivência em Moçambique, nos oferece dez poemas infantis sobre o universo, apresentando às crianças o mundo que está ao seu redor, visível ou não. As ilustrações da brasileira Amanda de Azevedo enriquecem ainda mais as pequenas joias poéticas de Sílvia sobre a lua, o vento, a chuva, o elefante, a aranha, as flores, os pássaros, o arco-íris e outros elementos da natureza.

 

   Clarinha e Berenice e o Dicionário do Inesperado
de Carolina Mondin
Em um dia chuvoso, Clarinha ganha uma boneca, Berenice. Como não podem brincar lá fora porque está chovendo, as amigas vão para o universo das letrinhas em busca do Sol. Com a ajuda do “Dicionário do Inesperado” e da mochila de Clarinha, enfrentam desafios e um adversário, o Sr. Caos!

 

de terra, vento e fogo
de Lica Sebastião
Coletânea inédita de poemas da escritora moçambicana Lica Sebastião. Em seu primeiro livro publicado no Brasil, a poeta mulher africana, expressa um lirismo incontido quando expõe corajosamente suas alegrias e angústias. Para o título, escolheu três dos quatro elementos da natureza, terra, vento e fogo. O quarto elemento, a água, aparecerá para o leitor durante a leitura desse precioso conjunto de versos.

 

Próximos lançamentos:

O que acontece quando um homem cai do céu
de Lesley Nneka Arimah
Coletânea de doze contos da escritora Lesley Nneka Arimah, que nasceu no Reino Unido, mas foi criada na Nigéria. São histórias contadas majoritariamente de uma perspectiva feminina, e trazem questões como maternidade e relação mãe/filha, sacrifício, feminilidade, amadurecimento e violência. Alguns dos contos apresentam aspectos da literatura fantástica, outros são mais realistas. A autora está em alta, ganhou o “Kirkus Prize”, além de o livro estar em várias listas de mais lidos e mais recomendados de 2017. A Kapulana lançará o livro neste semestre.

Esperança para voar
de Rutendo Tavengerwei
O romance conta a história de Shamiso que, após a morte do pai, tem que se mudar do Reino Unido e voltar para o Zimbabwe, e Tanyaradzwa, que tem câncer e recebeu um prognóstico não muito favorável. As duas meninas têm 15 anos e se conhecem na escola-internato onde estudam, formando uma amizade baseada no fato de as duas se sentirem de fora: Shamiso por ser recém-chegada ao país e ter que esconder quem era seu pai, e Tanya por esconder o real estado da sua saúde. O background é político, já que o pai de Shamiso era um jornalista que denunciava a realidade do seu país natal, e há rumores de que ele foi assassinado. É uma história sobre amizade, luto e superação.

Conheça a série de livros infantis ‘Contos de Moçambique’, publicada no Brasil pela Kapulana

A série apresenta histórias tradicionais recriadas com narrativas que revelam os múltiplos universos do país.

Desde 2016, a série Contos de Moçambique vem sendo publicada no país pela Kapulana. Trata-se de um projeto em conjunto com a Escola Portuguesa de Moçambique (EPM), com o objetivo de divulgar no Brasil as histórias das tradições orais moçambicanas. Ao todo serão dez volumes, sendo seis já lançados pela editora e à venda no site .

Originalmente publicados em Moçambique, os livros revelam as riquezas das expressões populares, por meio de contos que inspiram o imaginário infantil e ampliam o conhecimento das culturas africanas. A série apresenta histórias tradicionais recriadas com narrativas que revelam os múltiplos universos do país. Além dos textos, as páginas acompanham ilustrações de artistas moçambicanos e suas diversas manifestações.

Em março chegam às livrarias dois volumes inéditos no Brasil: Na aldeia dos crocodilos, de Adelino Timóteo, ilustrado por Silva Dunduro, e O caçador de ossos, de Carlos dos Santos, ilustrado por Emanuel Lipanga.

AS OBRAS PUBLICADAS PELA KAPULANA

O rei mocho (v. 1), de Ungulani Ba Ka Khosa – No livro, Um pai mostra ao filho como as mentiras surgiram no mundo. Os pássaros escolheram o mocho, por causa dos chifres que tinha na cabeça, para guiá-los em suas tarefas. Até que o homem resolveu intervir, e descobriu a verdade que o mocho escondia. Américo Mavale ilustrou o livro a partir de peças em batique craquelê.

As armadilhas da floresta (v. 2), de Hélder Faife – Na história, homem e leão disputam a liderança na floresta. Cada um faz uso de artimanhas para vencer o outro, até que a disputa é solucionada, de maneira inesperada, com a participação de outro animal: o rato. O artista Mauro Manhiça ilustra majestosamente o conto com desenhos digitais que dão vida às personagens.

A viagem (v. 3), de Tatiana Pinto – Em A viagem, Masud e Wimbo tinham dois filhos, Agot e Mbuio, e uma filha, Inaya, que deseja ter o mesmo tratamento que seus irmãos. Ela sai de sua aldeia para salvá-los em outra cidade. Durante seu caminho, descobre sua força e coragem. Luís Cardoso usa diversas técnicas para dar vida aos bonecos tradicionais de Tomás Muchanga, ilustrando belamente esta história moçambicana.

O casamento misterioso de Mwidja (v. 4), de Alexandre Dunduro – O livro narra a intrigante história de Mwidja e seu irmão Zwiro, também melhores amigos, que passam por uma perigosa aventura e contam com a ajuda de seu amigo flamingo para encontrarem o caminho de volta para casa. Luís Cardoso usa diversas técnicas para dar vida aos bonecos de miçanga de Orlando Mondlane.

Kanova e o segredo da caveira (v. 5), de Pedro Pereira Lopes – No enredo, o mambo de Mopeia não está contente com as coroas em seu guarda-roupa! Ele envia meninos do reino para encontrar materiais para uma nova coroa. Um deles é Kanova, que, com a ajuda de uma caveira falante, passa por aventuras na busca de materiais dignos de uma coroa real. O artista Walter Zand ilustra essa narrativa misteriosa com pintura digital.

Wazi (v. 6), de Rogério Manjate – Na trama, o velho caçador Jhapondo ensina seu neto Wazi a caçar para manter as tradições do clã, mas apresenta uma regra misteriosa. Após a morte do avô, há uma reviravolta da vida de Wazi, que passa a entender a língua dos animais e a viver incríveis aventuras com seu cão Paciência. Celestino Mudaulane ilustra esta narrativa com a nanquim sobre papel.

Na aldeia dos crocodilos (v. 7), de Adelino Timóteo – Na obra, a aldeia dos crocodilos fica na beira do rio, numa terra fértil onde tudo que é semeado, cresce. Lá vivem Mandoguinhas e seu avô Boaventura, que conta ao neto que os crocodilos que ficam na beira das águas não são animais, mas, sim, ubuntus – gente. O menino acha que o avô Boa estava alucinando devido à velhice, porém, quando ele desaparece no rio, Mandoguinhas tem que desvendar o mistério dos crocodilos. O livro é ilustrado com as deslumbrantes pinturas a óleo de Silva Dunduro.

O caçador de ossos (v. 8), de Carlos dos Santos – No livro, Sinaportar era um grande caçador, reconhecido em sua Aldeia e arredores. Porém, tinha também fama de egoísta, solitário, pois se negava a caçar em grupo; ia sempre à caça sozinho, acompanhado apenas dos cachorros que havia herdado do pai, um lendário caçador. O que ninguém sabe é que Sinaportar não é um grande caçador, dependendo totalmente dos cães para abater qualquer animal. Um dia, inesperadamente, os cães passam a se negar a caçar. Agora, Sinaportar deverá resolver esse problema antes que o seu segredo seja revelado. As esculturas de Emanuel Lipanga desenvolvem as dinâmicas do enredo e estampam as tradições artísticas moçambicanas.

Leona,  a filha do silêncio (v. 9), de Marcelo Panguana – Em um lugar de mil encantos, vivem o Leão e a Leoa e sua filha, Leona. Leona é muito bela e encanta a todos que enxergam sua beleza, mas é triste e há muito tempo que não fala nada, nem ri. Um dia, seus pais viajam para um reino distante e, ao retornarem, trazem um vestido de noiva e decretam que aquele que conseguisse fazer Leona falar a levaria ao altar. O que ninguém sabe é que Leona já está apaixonada e espera a volta do seu amado. Será que algum dia seu amor vai retornar e ela vai voltar a falar e a rir?

CONTOS DE MOÇAMBIQUE

A série “Contos de Moçambique” surgiu da colaboração entre a Escola Portuguesa de Moçambique e a Fundació Contes pel Món, de Barcelona, Espanha. A Editora Kapulana fez uma parceria com a Escola Portuguesa de Moçambique para publicar no Brasil a coleção, com o objetivo de apresentar ao leitor brasileiro um pouco da cultura moçambicana. A série é composta por dez volumes de contos da tradição oral de Moçambique. São histórias recontadas por renomados escritores e ilustradas por artistas de diversas expressões, como pintura, desenho, escultura, batique e artesanato.

EDITORA KAPULANA

A Kapulana é uma editora voltada para a publicação e divulgação da literatura de autores brasileiros e estrangeiros. A proposta é ampliar e apresentar as diversas linguagens literárias aos leitores brasileiros. A seleção de títulos – voltada para autores e livros que ainda não têm visibilidade – apresenta múltiplas identidades, com temas e cenários que expressem seus valores socioculturais. Atualmente, o catálogo da editora é composto por livros de ficção e científicos, para adultos e crianças, em prosa e poesia. Os escritores, ilustradores e colaboradores são de países como Brasil, Angola, Moçambique, Nigéria, Portugal, Quênia e Zimbábue.

São Paulo, 19 de fevereiro de 2018.

Ana Mafalda Leite realiza o lançamento de ‘Outras fronteiras: fragmentos de narrativas’ na UFRJ

O livro apresenta um conjunto de poemas organizados em quatro momentos, em que a poeta viaja por paisagens diversas, que conversam entre si

A ensaísta, docente e poeta Ana Mafalda Leite participa, na quarta-feira (28), às 11h00, na Faculdade de Letras, no auditório E-3, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da palestra O Cinema da Guiné-Bissau, com a exibição e o debate do filme Nha Fala (2002), de Flora Gomes. O evento faz parte do projeto CinÁfrica, coordenado pela Profª Drª Carmen Lucia Tindó Secco. Durante o encontro, Mafalda Leite realizará a leitura de poemas e sessão de autógrafos do livro Outras fronteiras: fragmentos de narrativas. Na programação, Carmen Tindó falará sobre a obra e poesia da convidada, com a participação de Rosana Weg, diretora da Editora Kapulana.

Em Outras fronteiras: fragmentos de narrativas, Ana Mafalda Leite apresenta um conjunto de poemas organizados em quatro momentos, em que a poeta viaja por paisagens diversas, que conversam entre si. As viagens começam no interior do eu-lírico e percorrem cenários de Moçambique, em terra e no Índico, repletos de portais, jardins, templos, minaretes, serpentes e flautas mágicas, em um universo em que história e poesia convivem.

Ana nasceu em Portugal, cresceu e realizou os primeiros estudos acadêmicos na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique. É docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com Mestrado em Literaturas Brasileira e Africanas de Língua Portuguesa, além do Doutora em Literaturas Africanas, sua área principal de investigação.  Desenvolveu pesquisa de Doutorado e Pós-Doutorado na Escola de Estudos Orientais e Africanos (SOAS) da Universidade de Londres, na Universidade de Roma e na Universidade de Dakar.

Com mais de 30 anos de trajetória criando versos, Mafalda lançou seu primeiro livro de poemas, Em sombra acesa (Vega), no ano de 1984. Em seguida, as obras Canções de Alba (Vega), de 1989, Mariscando Luas (Vega), em colaboração com Luís Carlos Patraquim e Roberto Chichorro. de 1992, Rosas da China (Quetzal Editores), de 1999, entre outros. Em 2015, Mafalda recebeu o prêmio Femina Lusofonia de Literatura, honraria que contempla as “Notáveis Mulheres Portuguesas e da Lusofonia, mérito ao nível profissional, cultural e humanitário no Mundo, pelo Conhecimento e pelo seu relacionamento com outras Culturas”.

Pela Kapulana, a autora lançou, no ano passado, Outras fronteiras: fragmentos de narrativas. Sobre o livro, Carmen Tindó escreveu: “Poesia e história dialogam, lançando luzes sobre momentos problemáticos do passado moçambicano. Fragmentos narrativos e biográficos cruzam os poemas, trazendo informações sobre o contexto historiográfico de Moçambique, em especial sobre os prazos da coroa no vale do Zambeze, onde houve um sistema escravocrata interno que beneficiava as senhoras prazeiras e suas respectivas famílias”.

CINÁFRICA

O CinÁfrica é um projeto que aborda as relações entre literatura, cinema e afeto, investigando diferentes representações da história em obras literárias e cinematográficas moçambicanas e guineenses. O evento O cinema na Guiné-Bissau tem a organização Profª Drª Carmen Lucia Tindó Secco, Setor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, além do apoio da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Diretoria de Cultura e Extensão.

Leia um poema de Outras Fronteiras: fragmentos de narrativas:

A lenda da criação

No princípio havia chauta (deus) e a terra parada
um dia um relâmpago imenso desenhou nos céus
a chuva
que trouxe à terra o homem e todos os animais

Pousaram nos planaltos da marávia e da angónia
no topo da montanha de domué
deus, os homens e os animais

as rochas ainda mostram as antigas pegadas, uma cesta uma enxada e um pilão

em harmonia sagrada

 

Saiba mais sobre o evento: http://www.kapulana.com.br/eventos/palestra-com-ana-mafalda-leite/

Saiba mais sobre o livro Outras fronteiras: fragmentos de narrativashttp://www.kapulana.com.br/produto/outras-fronteiras-fragmentos-de-narrativas/

Saiba mais sobre a autora Ana Mafalda Leite: http://www.kapulana.com.br/ana-mafalda-leite/

Leia o posfácio de Carmen L. T. Secco: http://www.kapulana.com.br/posfacio-do-livro-outras-fronteiras-fragmentos-de-narrrativas-por-carmen-lucia-tindo-secco/

São Paulo, 11 de fevereiro de 2018.

13 espaços culturais em São Paulo que você precisa conhecer

1- Farol Santander (Foto: F J Jarabeck – Flickr)

No dia 26/01, o Edifício Banespa reabre para visitação. Além do já conhecido mirante, o público poderá visitar três espaços com obras expostas.

Rua João Brícola, 24 – Centro, São Paulo – SP, 01014-010

Terça-feira a domingo das 9h às 19h. Segundas-feiras fechado.

https://www.farolsantander.com.br/?gclid=EAIaIQobChMI0pXPmfLr2AIVkA-RCh3e3wacEAAYASAAEgL8QfD_BwE#/

 

2- Museu Afro-Brasil

Foto: Nicolas de Camaret

O Museu Afro Brasil é voltado à pesquisa, conservação e exposição de objetos relacionados à cultura negra no Brasil.
Avenida Pedro Álvares Cabral, Portão 10, s/n – Parque Ibirapuera, São Paulo – SP, 04094-050

Terça-feira a domingo das 10 às 17h. Segunda-feira fechado.

http://www.museuafrobrasil.org.br/

 

3- Museu da Imigração

O museu está localizado em um edifício que é patrimônio histórico tombado, devido à sua importância para compreender os fluxos de imigração no Brasil e no Estado de São Paulo.

Rua Visc. de Parnaíba, 1316 – Mooca, São Paulo – SP, 03164-300

Terça-feira a sábado das 9h às 17h e domingo das 10 às 17h. Segunda-feira fechado

http://www.museudaimigracao.org.br/

 

4- Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência

Divulgacao SEDPC

O Memorial traz o tema da deficiência e da inclusão das pessoas com deficiência com o registro da memória e da história do movimento social desse segmento, ativo desde meados dos anos 1970/80.

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-001

Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 18h e sábado das 13h às 17h. Domingo fechado

http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/

 

5- Biblioteca Pública (de poesia) Alceu Amoroso Lima

Foto: Rafael Munduruca

Foi inaugurada em dezembro de 1979 e virou um local de encontro cultural do bairro de Pinheiros. A especialização em poesia chegou em setembro de 2006.

Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05413-021

Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h e sábado das 09h às 16h. Domingo fechado

 http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_a_l/alceu/

 

6- Museu do Futebol

Foto: Rafael Neddermeyer

O Museu foi inaugurado em 2008 e está localizado atrás das arquibancadas na entrada principal de um dos mais antigos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu. 

Praça Charles Miller, s/n – Pacaembu, São Paulo – SP, 01234-010

Terça-feira a sexta-feira das 9h às 16h e sábado e domingo das 10 às 17h. Segunda-feira fechado

http://museudofutebol.org.br/

 

7- Casa das Rosas

Foto: Lua Nucci

Localizada na Avenida Paulista, é um casarão no estilo clássico francês que dá espaço a diversas manifestações culturais, principalmente ligadas à literatura e à poesia.

Av. Paulista, 37 – Paraíso, São Paulo – SP, 01311-000

Terça-feira a sábado das 10h às 22h e domingo das 10 às 18h. Segunda-feira fechado

http://www.casadasrosas.org.br/

 

8- Centro Cultural Tapera Taperá

Foto: Divulgação

A Tapera Taperá é uma biblioteca, livraria, espaço cultural. Localizado no centro de São Paulo, o espaço, que não tem fins lucrativos, recebe eventos literários e cursos.

Av. São Luís, 187 – 2º andar, loja 29 – República, São Paulo – SP, 01046-001

Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 20h e sábado das 10h às 18h. Domingo fechado

http://taperatapera.com.br/

 

9- Instituto Moreira Salles – Paulista

Pedro VannucchiIMS

O Instituto Moreira Salles é uma organização sem fins lucrativos fundada pelo diplomata e banqueiro Walther Moreira Salles em 1992. A nova localização em São Paulo fica na Avenida Paulista.

Av. Paulista, 2424 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-300

Terça-feira a domingo das 10h às 20h e quinta-feira das 10h às 22h. Segunda-feira fechado

https://ims.com.br/unidade/sao-paulo/

 

10- Parque da Água Branca

Murillo Constantino

O Parque, oficialmente Parque Fernando Costa, está localizado no distrito da Barra Funda, em São Paulo. Foi idealizado pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), e começou a ser formado em 1905 e inaugurado em 1929.

Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca, São Paulo – SP, 01156-000

Segunda-feira a domingo das 06h às 20h

http://www.ambiente.sp.gov.br/parqueaguabranca/

 

11- MASP

Foto: The Photographer

Localizado na Avenida Paulista, o museu é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. O edifício onde está localizado foi projetado pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi para ser sua sede.

Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-200

Terça-feira a domingo das 10h às 18h. Quinta-feira das 10h às 20h.

https://masp.org.br/

 

12- Centro Cultural São Paulo

Foto: Marcio De Assis

Um dos primeiros centros culturais multidisciplinares do Brasil. Oferece programação e serviços culturais – gratuitos ou a preços acessíveis – e disponibiliza seus espaços seus espaços e instalações para uso do público.

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade, São Paulo – SP, 01504-000

Terça-feira a sexta-feira das 10h às 20h e sábado e domingo das 10h às 18h.

http://www.centrocultural.sp.gov.br/

 

13- Centro Cultural Banco do Brasil

Foto: Divulgação

Rede de espaços culturais geridos e mantidos pelo Banco do Brasil, com o objetivo de disseminar a cultura pela e para a população.

Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo – SP, 01012-000

Segunda-feira à domingo das 9h às 21h. Terça-feira fechado.

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/sao-paulo

 

*Verificar a programação nos feriados.

Ana Mafalda Leite, ensaísta, docente e poeta, apresentou seu novo livro de poemas, publicado pela Editora Kapulana no Brasil

Na última semana de novembro, a conceituada escritora portuguesa Ana Mafalda Leite esteve no Brasil participando de várias atividades ligadas à cultura e a expressão da língua portuguesa nas literaturas.

Durante a Festa do Livro da USP, Ana Mafalda apresentou seu livro inédito de poemas, publicado pela editora Kapulana: Outras fronteiras: fragmentos de narrativas. A obra poética é enriquecida pelo ensaio da Profa. Carmen Tindó Secco, intitulado “Outras fronteiras: o brilho dos pirilampos e os fragmentos da memória”.

Ana Mafalda Leite nasceu em Portugal, e seu berço afetivo e cultural foi Moçambique, onde viveu na sua juventude e iniciou seus estudos universitários. Ao retornar a Portugal, dedicou seus estudos, e seus versos, à expressão cultural e literária desse país africano banhado pelo Oceano Índico. 

Seu novo livro revela as impressões existenciais da autora, que rompe as fronteiras tradicionais entre os povos por meio de seus versos. O leitor, então, é convidado a viajar com goeses, indianos, portugueses e moçambicanos pelos versos de Ana Mafalda, que ainda revela nas entrelinhas sua vivência brasileira.

No primeiro semestre de 2018, Ana Mafalda Leite estará de volta ao Brasil, quando participará de evento com sessão de autógrafos e conversas sobre seu novo livro, que já está disponível nas lojas brasileiras.

São Paulo, 06 de dezembro de 2017.

Saiba mais sobre o livro Outras fronteiras: fragmentos de narrativashttp://www.kapulana.com.br/produto/outras-fronteiras-fragmentos-de-narrativas/

Saiba mais sobre a autora Ana Mafalda Leite: http://www.kapulana.com.br/ana-mafalda-leite/

Leia o posfácio de Carmen L. T. Secco: http://www.kapulana.com.br/posfacio-do-livro-outras-fronteiras-fragmentos-de-narrrativas-por-carmen-lucia-tindo-secco/

Lançamento do livro Nós matamos o Cão Tinhoso!, do moçambicano Luís Bernardo Honwana, no centro cultural Tapera Taperá, em São Paulo

A Editora Kapulana lançou o livro Nós matamos o Cão Tinhoso! no centro cultural Taperá Tapera, no centro de São Paulo

Na noite de quarta-feira, 22 de novembro de 2017, aconteceu o lançamento do livro Nós matamos o Cão Tinhoso!, do moçambicano Luís Bernardo Honwana, mais recente publicação da Editora Kapulana. O evento ocorreu no centro cultural Tapera Taperá, que conta com biblioteca e livraria, no centro da cidade de São Paulo.

A Kapulana organizou uma mesa com roda de conversas mediada pela jornalista Rosane Queiroz, e que contou com a posfaciadora do livro, Vima Lia de Rossi, professora e pesquisadora da Letras-USP; com Luciana Bento, socióloga e blogueira, do Instagram “A mãe preta”; e com Oswaldo Faustino, jornalista e ativista do movimento negro. Além disso, a artista Daisy Serena leu trechos selecionados do livro, adicionando ainda mais emoção ao encontro.

Os convidados tiveram a oportunidade de ouvir os relatos e as impressões dos participantes da mesa sobre o livro Nós matamos o Cão Tinhoso!, relataram o impacto que a leitura dos contos causou neles e ofereceram teorias e interpretações diversas sobre os contos de Honwana. Após as falas dos três participantes da mesa, a conversa foi aberta para o público, que pôde dividir seus próprios sentimentos sobre este livro marcante.

Ficou evidente pela fala de todos os presentes o quanto o livro era aguardado por estudiosos da literatura africana e por leitores apaixonados pela boa literatura. Todos os que ofereceram suas impressões tinham algo a dizer sobre como Nós matamos o Cão Tinhoso! os havia marcado, em leituras antigas e recentes.

Nós matamos o Cão Tinhoso! apresenta sete contos nos quais Luís Bernardo Honwana denuncia e contesta a realidade brutal de Moçambique na época do colonialismo. O autor surpreende e inova ao trazer o olhar de narradores que ainda são crianças, suscitando diversas interpretações. A edição da Editora Kapulana traz, ainda, um conto nunca antes publicado em livro, “Rosita, até morrer”.

A Kapulana agradece aos participantes da mesa, que, trazendo seus sentimentos sobre esta obra fundamental, estimularam uma conversa aberta e interessante, e ao público presente, que enriqueceu o debate com suas impressões. Também agradece a Tapera Taperá por acolher o Cão Tinhoso e participar do retorno de Honwana ao Brasil.

São Paulo, 23 de novembro de 2017.

Saiba mais sobre o livro Nós matamos o Cão Tinhoso!http://www.kapulana.com.br/produto/nos-matamos-o-cao-tinhoso/

Saiba mais sobre o autor Luís Bernardo Honwana: http://www.kapulana.com.br/biografia-de-luis-bernardo-honwana/

No mês da Consciência Negra, Francisco Noa, escritor e professor moçambicano, participa de eventos no Brasil.

No mês da Consciência Negra, o professor moçambicano Francisco Noa fez conferência no Rio de Janeiro e participou de atividades de Festa da Cultura Negra, em São Paulo.

O professor, ensaísta e reitor moçambicano Francisco Noa, autor de três livros publicados pela Editora Kapulana no Brasil, retornou ao nosso país para importantes atividades de intercâmbio cultural entre Moçambique e Brasil, em novembro deste ano:

Em 14/11/2017, Prof. Noa proferiu palestra na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, a convite da Prof. Dra. Regiane Matos, em atividade coordenada pelo Grupo de Estudos de História da África , Departamento de História e Departamento de Letras da conceituada universidade. O tema abordado, que despertou grande interesse de alunos e outros pesquisadores de literatura africana, foi “O telúrico e o mar: Moçambique entre a concentração e a dispersão identitária”.

No período de 16 a 18/11/2017, Prof. Noa participou da 5a edição da “FlinkSampa – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra”, tradicional evento em comemoração ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro), que ocorreu na Faculdade Zumbi dos Palmares,  na cidade de São Paulo.

No dia 16 de novembro, na FlinkSampa, Francisco Noa integrou uma mesa temática intitulada “No contexto das políticas públicas”. Fizeram também parte da mesa autoridades da Faculdade Zumbi dos Palmares e de órgãos governamentais brasileiros das áreas de Educação e de Políticas de Igualdade Racial. Ao público presente, majoritariamente formado por educadores da rede pública de ensino, foram apresentadas questões relativas às experiências educacionais do Brasil e de Moçambique, discutidas ao final da sessão.

No dia 18 de novembro, Francisco Noa participou de uma Roda de Conversa intitulada “África-Brasil: versos em laços”, com dois poetas de cabo-verdianos Filinto Elíseo e Armênio Vieira. A atividade foi mediada pela conceituada pesquisadora de literaturas africanas de língua portuguesa, Maria Nazareth Fonseca, professora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Na ocasião, os três escritores africanos tiveram a oportunidade de apresentar suas ideias sobre as influências mútuas entre as literaturas do Brasil e Cabo Verde, o que despertou grande interesse do público, que interagiu com os escritores, colocando questões pertinentes à influência cultural entre os dois países.

O reitor moçambicano atendeu a um amplo programa de sessões culturais e literárias com destaque para as representações afro-brasileiras, como desfile de moda afro-brasileira, concurso literário, oficinas de artesanato etc.

A Editora Kapulana esteve presente na Feira de Livros da FlinkSampa, com obras de todos seus escritores moçambicanos como Aldino Muianga, Clemente Bata, Lica Sebastião, Lucílio Manjate, Luís Carlos Patraquim, Noémia de Sousa, Sangare Okapi, Suleiman Cassamo, Ungulani Ba Ka Khosa. Seus títulos infantis, de Moçambique e Angola, também estiveram à venda.

Os três livros de Francisco Noa publicados pela Kapulana tiveram bastante procura, particularmente o recém-lançado Uns e outros na literatura moçambicana, ensaios.

A Editora Kapulana agradece ao estimado escritor Francisco Noa, que sempre apoiou a editora em ações incansáveis para a promoção da literatura moçambicana no Brasil. A Kapulana agradece também à organização da FlinkSampa e da Faculdade Zumbi dos Palmares pela oportunidade de apresentar seu trabalho em prol da interação das culturas africana e brasileira por meio da literatura.

São Paulo, 20 de novembro de 2017.

Veja as fotos das atividadeshttp://www.kapulana.com.br/16-18112017-francisco-noa-escritor-mocambicano-na-flinksampa-em-sao-paulo-sp/

Sobre o escritor Francisco Noahttp://www.kapulana.com.br/francisco-noa/

Livros de Francisco Noa publicados no Brasil pela Kapulanahttp://www.kapulana.com.br/cientificos/

Leia o prefácio do livro Uns e outros na literatura moçambicana: “Meu encontro com Jorge Amado”: http://www.kapulana.com.br/o-meu-encontro-com-jorge-amado-por-francisco-noa/

Contação de história do livro Kambas para sempre, de Maria Celestina Fernandes, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

A Editora Kapulana promoveu a contação de história do livro Kambas para sempre, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

Na tarde da última quinta-feira, dia 12 de outubro de 2017, feriado do Dia das Crianças, aconteceu o mais recente lançamento da Editora Kapulana, do livro Kambas para Sempre, de autoria da angolana Maria Celestina Fernandes. O evento, uma contação dramatizada e musical da história, aconteceu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo.

As artistas Mariana Rhormens e Ana Vitória Prudente apresentaram Angola, a editora Kapulana e a menina Lueji, protagonista do livro Kambas para sempre.

Antes mesmo do início da apresentação, as crianças já se aproximavam, curiosas pelos panos africanos coloridos que compunham o cenário, as capulanas, para saber o que iria acontecer. A contação teve músicas, rimas e muita interação com o público que se aglomerou para ouvir a história de Lueji.

Kambas para sempre é a história de uma menina com nome de rainha, Lueji, que aprende com a avó Cisca a importância de celebrar suas origens africanas e de ser forte para lidar com as diferenças e o preconceito.

Kambas para sempre quer dizer Amigas para sempre!

No final da apresentação, a contadora Mariana Rhormens leu uma mensagem enviada diretamente de Angola pela autora Maria Celestina Fernandes, agradecendo ao público brasileiro por ouvir sua história e expressando a importância da mensagem trazida por Lueji.

Agradecemos a todos que puderam comparecer ao evento e a parceria da Livraria Cultura que, através de disposição, apoio e gentileza, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

São Paulo, 16 de outubro de 2017.

 

Saiba mais sobre o livro “Kambas para sempre”: http://www.kapulana.com.br/produto/kambas-para-sempre/

Saiba mais sobre a escritora Maria Celestina Fernandeshttp://www.kapulana.com.br/maria-celestina-fernandes/

Saiba mais sobre a ilustradora Mariana Fujisawahttp://www.kapulana.com.br/mariana-fujisawa/

Veja as fotos do lançamento: http://www.kapulana.com.br/12102017-lancamento-com-contacao-de-historia-kambas-para-sempre-na-livraria-cultura-do-conjunto-nacional-em-sao-paulo-sp/

Veja o vídeo do lançamento: https://youtu.be/0Q9HJk2FGCc


 

Lançamento no Brasil do livro Roda das Encarnações, se Sónia Sultuane

A editora Kapulana lançou, em 29/09/2017, livro de poemas da escritora moçambicana, Sónia Sultuane, inédita no Brasil

Na noite de 28 de setembro de 2017, a equipe da editora Kapulana recebeu para um evento exclusivo de lançamento de seu mais novo livro, Roda das encarnações, escritores, colaboradores e convidados que participam do processo de edição da editora e apoiam suas iniciativas em divulgar as Vozes da África no Brasil.

O evento, na sede da Kapulana em São Paulo, teve início às 19h e contou com a voz brasileira de Daisy Serena, que apresentou alguns poemas do livro com uma leitura emocionada de textos selecionados.

Na sequência, houve uma apresentação sobre a autora, pois este é seu primeiro livro lançado no Brasil. Nesta obra de caráter lírico, Sónia Sultuane emociona o leitor ao revelar suas impressões mais profundas, como mulher, mãe, poeta e trabalhadora africana.

Os presentes, de várias nacionalidades, como moçambicanos, brasileiros e portugueses, tiveram a oportunidade de ver a exposição de livros do catálogo da Kapulana e a confraternizar em um momento precioso de divulgação da cultura moçambicana.

A Kapulana agradece a todos por terem prestigiado com sua presença o lançamento de seu novo livro Roda das Encarnações, da poeta moçambicana Sónia Sultuane.

Agradece aos colaboradores que se empenharam para que o evento ocorresse com sucesso. Agradece à escritora de Moçambique, Sónia Sultuane, por confiar sua obra à Kapulana. Agradece à Fundação Fernando Leite Couto, editora do livro em Moçambique.

O encontro foi bastante agradável e importante para que a Kapulana sinta-se forte para continuar no seu caminho de divulgar vozes literárias que, muitas vezes, ainda não ecoam no Brasil.

O livro Roda das encarnações está disponível para venda na loja virtual da Editora Kapulana.

São Paulo, 02 de outubro de 2017.

 

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/roda-das-encarnacoes/

Saiba mais sobre a escritora Sónia Sultuane: http://www.kapulana.com.br/sonia-sultuane/

https://www.youtube.com/watch?v=2XBPkOZ071o 

https://www.youtube.com/watch?v=5USAVQGunz4&feature=youtu.be

 


 

Francisco Noa, crítico literário e reitor da UniLurio, de Moçambique, visita sua editora no Brasil, a Kapulana

Em 13/07/2017, Francisco Noa, de Moçambique, autor de livros editados pela Kapulana no Brasil, visita a sede de sua editora, em São Paulo, capital

Na manhã de 14 de julho de 2017, Prof. Dr. Francisco Noa (Doutor em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e atual reitor da Universidade Lúrio, de Moçambique) esteve nas dependências da Editora Kapulana, em São Paulo, capital, acompanhado da Prof. Dra. Tania Macêdo, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Foram recebidos pela diretora da Editora Kapulana e por toda a equipe responsável pela edição dos livros do renomado escritor moçambicano.

A Editora Kapulana lançou no Brasil este mês edição inédita de livro de ensaios de Francisco Noa: Uns e outros na literatura moçambicana. A Kapulana já tem outros dois títulos do escritor em seu catálogo: Perto do fragmento, a totalidade: olhares sobre a literatura e o mundo e Império, mito e miopia: Moçambique como invenção literária. São títulos de importância fundamental para os pesquisadores de cultura africana, particularmente de literatura moçambicana. Além disso, têm o mérito de apresentar ao público brasileiro escritores de Moçambique ainda não estudados no Brasil.

A Editora Kapulana foi responsável por sua participação em vários eventos culturais e científicos na cidade de São Paulo, como lançamento de seu novo livro na CBL e visita à Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo.

Por ocasião de sua visita à sede da editora, em 14 de julho passado, teve a oportunidade de estar em contato com toda a equipe que participou da elaboração das edições de seus livros. 

O escritor pôde conhecer presencialmente os colaboradores de sua casa editorial, e a equipe da Kapulana teve o privilégio de conversar pessoalmente com o autor de livros da editora. Foi um momento raro, e de suma importância, pois o escritor reside em Moçambique.

A Editora Kapulana agradece a Francisco Noa por sua atenção em conhecer pessoalmente sua casa e seus colaboradores.

 

São Paulo, 14 de julho de 2017.

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/13072017-escritor-mocambicano-francisco-noa-na-editora-kapulana/

Saiba mais sobre a escritor Francisco Noahttp://www.kapulana.com.br/francisco-noa-escritor-mocambique-literatura-africana/

Leia o prefácio do livro Uns e outros na literatura moçambicana: “Meu encontro com Jorge Amado”: http://www.kapulana.com.br/o-meu-encontro-com-jorge-amado-por-francisco-noa/

 

 


 

Prof. Francisco Noa, Reitor da Unilúrio, de Moçambique, visita a Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo

O Reitor da Universidade Lúrio, UniLúrio, de Moçambique, foi recebido na Universidade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, capital

O escritor da Editora Kapulana, Prof. Francisco Noa, ensaísta moçambicano, Reitor da Universidade Lúrio (UniLúrio), em Moçambique, e a Diretora da editora brasileira, Kapulana, Rosana Morais Weg, foram recebidos na sexta-feira, 14 de julho de 2017, na Faculdade Zumbi dos Palmares, instituição comunitária, sem fins lucrativos, que tem por missão a inclusão e a formação qualificada de profissionais comprometidos com os valores da ética, dignidade da pessoa humana e diversidade étnico racial.

A visita aconteceu a convite da pró-reitora da Faculdade, Profa. Francisca Rodrigues, que recepcionou os convidados acompanhada da coordenadora acadêmica, Danielle Paiva, e de Cristina Lima, também colaboradora da instituição de ensino.

Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer as dependências da faculdade, assistir a vídeo com apresentação de seus projetos, ver as exposições de painéis e fotos representativos dos ideais e valores da instituição, e trocarem informações e impressões sobre as particularidades das áreas de Educação e Cultura de seus países.

A Editora Kapulana presenteou a Faculdade Zumbi dos Palmares com os três livros do escritor Francisco Noa publicados pela Kapulana – Perto do fragmento, a totalidade, Império, mito e miopia e Uns e outros na literatura moçambicana, este último lançado na véspera, dia 13 de julho, na CBL, Câmara Brasileira do Livro.

Além desses títulos, a editora ofereceu outros de literatura moçambicana e angolana à Pró-Reitora da Zumbi dos Palmares  que, por seu lado, ofertou ao escritor e reitor moçambicano e à Editora Kapulana,  exemplares de publicações dessa famosa instituição de ensino.

A visita foi fundamental para o início de um intercâmbio cultural e acadêmico e o estabelecimento de futuros projetos de cooperação entre a Faculdade Zumbi dos Palmares e a UniLúrio, além de outras universidades de Moçambique. Também estabelece um relacionamento entre a Faculdade e a Editora Kapulana, para parcerias e projetos futuros.

Agradece aos participantes da mesa e a todos os membros da CBL, que receberam tão cordialmente o Reitor da Universidade do Lúrio e escritor da Editora Kapulana.

A Editora Kapulana agradece a Pró-Reitora Francisca Rodrigues pela oportunidade de apresentar a um de seus escritores, também reitor de uma universidade moçambicana, um projeto social e educacional de tamanha relevância, o da faculdade brasileira Zumbi dos Palmares.

São Paulo, 14 de julho de 2017.

 

Veja as fotos da visita: 

Saiba mais sobre a Faculdade Zumbi dos Palmares: http://www.zumbidospalmares.edu.br/index.php/institucional/quem-somos

Saiba mais sobre o livro Uns e outros na literatura moçambicanahttp://www.kapulana.com.br/produto/uns-e-outros-na-literatura-mocambicana/

Saiba mais sobre a escritor Francisco Noahttp://www.kapulana.com.br/francisco-noa/

Leia o prefácio do livro Uns e outros na literatura moçambicana: “Meu encontro com Jorge Amado”: http://www.kapulana.com.br/o-meu-encontro-com-jorge-amado-por-francisco-noa/


 

Editora Kapulana lança novo livro de Francisco Noa em evento na Câmara Brasileira do Livro

A Editora Kapulana apresentou seu novo livro, Uns e outros na literatura moçambicana, de Francisco Noa, em encontro na CBL

Na manhã de quinta-feira, 13 de julho de 2017, o professor e ensaísta moçambicano Francisco Noa, Reitor da Universidade Lúrio (UniLúrio), foi recebido na Câmara Brasileira do Livro (CBL) para o lançamento do seu novo livro, Uns e outros na literatura moçambicana, publicado pela Editora Kapulana, e para compartilhar com personalidades dos meios livreiro e acadêmico, suas experiências como gestor de educação e como escritor.

O presidente da CBL, Sr. Luís Antonio Torelli, presidiu a mesa de debates, que foi  mediada por Francis Manzoni, da coordenação da CPCPLP (Comissão para a Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa). Além de representantes da CBL e da Editora Kapulana, estiveram presentes intelectuais, profissionais do livro, educadores, gestores de instituição de ensino e pesquisa e entusiastas da literatura, do Brasil, de Moçambique e de Portugal.

Noa apresentou seu novo livro, Uns e outros na literatura moçambicana, e falou, brevemente, sobre a literatura moçambicana e a literatura brasileira e sobre o sistema de educação em Moçambique. Colocou questões relacionadas a temas como alteridade, identidade e as novas tendências literárias em Moçambique, mais especificamente, a conexão de autores contemporâneos com o Oceano Índico e o que ele representa para a cultura moçambicana.

A seguir, Francis Manzoni apresentou projetos futuros da CPCPLP que devem contribuir para a integração de ações entre Brasil e Moçambique, dois países de língua portuguesa de grande peso no mundo literário.

Para finalizar, Prof. Noa participou de sessão de autógrafos de seu novo livro de ensaios, o terceiro publicado pela Editora Kapulana, Uns e outros na literatura moçambicana.

A Editora Kapulana agradece a Luiz Álvaro Salles Aguiar de Menezes (Gerente de Relações Internacionais) e a Cinthia M. Favilla (Gerente Executiva de Projetos da CBL) que não mediram esforços para que esse encontro ocorresse.

Agradece aos participantes da mesa e a todos os membros da CBL, que receberam tão cordialmente o Reitor da Universidade do Lúrio e escritor da Editora Kapulana.

A Editora Kapulana agradece especialmente ao professor Francisco Noa pela oportunidade de compartilhar com os brasileiros conhecimentos, percepções e ideias, que contribuem para aproximar Brasil e Moçambique.

O livro Uns e outros na literatura moçambicana está disponível na loja virtual da Kapulana.

São Paulo, 13 de julho de 2017.

 

Veja as fotos do evento na CBL: http://www.kapulana.com.br/francisco-noa-escritor-mocambicano-lanca-novo-livro-na-camara-brasileira-do-livro-em-sao-paulo/

Saiba mais sobre o livro Uns e outros na literatura moçambicana, ensaios,  e leia alguns trechos: http://www.kapulana.com.br/produto/uns-e-outros-na-literatura-mocambicana/

Saiba mais sobre a escritor Francisco Noahttp://www.kapulana.com.br/francisco-noa/

Sobre o prefácio do livro Uns e outros na literatura moçambicana: “Meu encontro com Jorge Amado”: http://www.kapulana.com.br/o-meu-encontro-com-jorge-amado-por-francisco-noa/


 

Editora Kapulana lança livro de Luís Carlos Patraquim no Brasil

A Editora Kapulana promoveu sessões de autógrafos do novo livro de Luís Carlos Patraquim, O cão na margem, nas universidades UFRJ e UFF

LUÍS CARLOS PATRAQUIM, consagrado poeta e roteirista moçambicano, foi convidado especial para dois eventos brasileiros: a III MOSTRA DE CINEMA AFRICANO, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e o ENCONTRO COM O POETA MOÇAMBICANO LUÍS CARLOS PATRAQUIM, na Universidade Federal Fluminense.

No dia 6 de junho de 2017, a Editora Kapulana promoveu o lançamento do novo livro de Luís Carlos Patraquim nas duas referidas universidades: seu livro de poemas O cão na margem.

Na Mostra de Cinema na UFRJ, o público teve a oportunidade de assistir a filmes e conversar com o autor sobre sua obra literária e roteiros cinematográficos. Na UFF, em Niterói, professores, alunos e outros pesquisadores prestigiaram a presença do ilustre poeta, participando de sessão de leitura de poesia e debate sobre a literatura moçambicana.

Os debates contaram com a presença de renomados pesquisadores das áreas de cultura e literaturas africanas de língua portuguesa de várias universidades brasileiras que abrilhantaram o evento com a difusão de suas ideias e tópicos de pesquisas.

O escritor Luís Carlos Patraquim foi aplaudido com entusiasmo e participou gentilmente das concorridas sessões de autógrafos de seu novo livro O cão na margem, da Editora Kapulana.

A Editora Kapulana agradece a todos que contribuíram para o lançamento no Brasil dessa importante obra de literatura moçambicana. Apresenta especiais agradecimentos às equipes da Faculdade de Letras/ Setor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense.

São Paulo, 8 de junho de 2017.

Saiba mais:

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/06-07062017-lancamento-o-cao-na-margem-na-ufrj-e-uff-no-rio-de-janeiro/

Saiba mais sobre o livro O cão na margem e leia alguns trechos: http://www.kapulana.com.br/o-cao-na-margem-luis-c-patraquim/

Saiba mais sobre a escritor Luís Carlos Patraquim: http://www.kapulana.com.br/luis-carlos-patraquim/

Sobre o prefácio do livro O cão na margemhttp://www.editorakapulana.com.br/das-margens-poesia-ainda-por-cintia-machado-de-campos-almeida/


 

Lançamento do livro “Canções do caos, vozes brasileiras”, da Editora Kapulana, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

A Editora Kapulana lançou o livro Canções do caos, vozes brasileiras, coletânea de textos poéticos das escritoras Adriana Cecchi, Ana Júlia Baldi, Andrea Lucia Barros e Marcella Barbieri, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, SP

Na noite do dia 11 de maio, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, loja da Av. Paulista, na cidade de São Paulo, ocorreu o lançamento do livro Canções do caos, vozes brasileiras. Publicado pela Editora Kapulana, o livro é uma coletânea de textos poéticos das autoras Adriana Cecchi, Ana Júlia Baldi, Andrea Lucia Barros e Marcella Barbieri, com poesias e narrativas acerca do amor, da perda e do caos da cidade.

O evento teve início às 18h30 e contou com a presença das quatro autoras, que deram autógrafos e receberem seus convidados, familiares e amigos, além de outros leitores que vieram prestigiar o lançamento da obra.

A Kapulana agradece a todos que puderam comparecer ao evento e à equipe da Livraria Cultura que, através de disposição e apoio, tornou possível mais uma atividade literária.

O livro Canções do caos, vozes brasileiras está disponível para venda na loja virtual da Editora Kapulana.

São Paulo, 12 de maio de 2017.

 

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/11052017-lancamento-de-cancoes-do-caos-vozes-brasileiras-na-livraria-cultura-do-conjunto-nacional-em-sao-paulo-sp/

Leia alguns trechos do livro: http://www.kapulana.com.br/produto/cancoes-do-caos-vozes-brasileiras/

Saiba mais sobre a Editora Kapulana: http://www.kapulana.com.br/a-editora/

Saiba mais sobre as autoras: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

 


 

Editora Kapulana na Semana Literária do Colégio Oswald de Andrade, em São Paulo, SP

A Editora Kapulana participou da “Semana Literária” do Colégio Oswald de Andrade, na unidade da Cerro Corá, em São Paulo, SP

A Editora Kapulana participou da “Semana Literária” do Colégio Oswald de Andrade, na unidade da Rua Cerro Corá, em São Paulo, SP. O tema de 2017 foi “Margens”. A Editora Kapulana foi convidada a apresentar aos alunos de ensino médio um panorama sobre Literatura Moçambicana no Brasil.

No dia 10 de maio de 2017, Rosana Morais Weg, diretora editorial da Kapulana, e Mariana Fujisawa, ilustradora de vários livros da série “Vozes da África”, da editora, conduziram a apresentação denominada “Literaturas africanas de língua portuguesa: Moçambique”. A mediadora da apresentação foi a profa. Janaína Arruda da Silva.

A atividade consistiu em palestra, apresentação de vídeo e depoimentos de Rosana e Mariana sobre suas vivências em Moçambique. Paralelamente houve exposição de livros de autores da série “Vozes da África”, como Ungulani Ba Ka Khosa (Orgia dos loucos), Suleiman Cassamo (O regresso do morto) e Noémia de Sousa (Sangue negro). Algumas ilustrações da artista Fujisawa para os livros também estavam expostas.

Para finalizar, o público, constituído por alunos e professores do ensino médio, colocou questões, e um debate foi desenvolvido sobre temas de interesse como: linha editorial, panorama político e literário da cultura moçambicana, divulgação da literatura africana no Brasil, Literatura e História da África nas escolas, o registro escrito e o registro por imagens na literatura, dentre outros.

O público acompanhou atentamente a apresentação e participou do debate com interesse.

A Editora Kapulana agradece ao Colégio Oswald de Andrade que possibilitou à Kapulana mostrar seu trabalho editorial. Agradece a Eric Netto, Coordenador de Bibliotecas e Projetos de Leitura, e a Janaína Arruda da Silva, professora de Literatura. Agradece também à equipe de apoio e organização do evento.

São Paulo, 11 de maio de 2017.

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/10052017-editora-kapulana-no-colegio-oswald-de-andrade-em-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre a Editora Kapulana: http://www.kapulana.com.br/a-editora/

Saiba mais sobre escritores da Editora Kapulana: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

Saiba mais sobre o Colégio Oswald de Andrade: http://www2.colegiooswald.com.br/pt-br/conheca/


 

Escritores moçambicanos da Kapulana no Brasil – de 28/04 a 07/05/2017

Escritores moçambicanos da Editora Kapulana participam no Brasil de diversas atividades, em São Paulo, Poços de Caldas e Campinas

UNGULANI BA KA KHOSA, LUCÍLIO MANJATE e SANGARE OKAPI, escritores moçambicanos com livros publicados pela brasileira editora Kapulana, cumpriram extensa agenda de atividades durante sua estadia no Brasil, no período entre 28 de abril e 7 de maio de 2017, em três cidades brasileiras: São Paulo, Poços de Caldas e Campinas.

Em 28 de abril, pela manhã, a comitiva de Moçambique da qual faziam parte os três escritores moçambicanos da Kapulana, autoridades de Moçambique e outros escritores, foi recebida com um café da manhã de boas-vindas na CBL, Câmara Brasileira do Livro, em São Paulo, capital, em cerimônia conduzida por seu presidente Luís Antonio Torelli. A diretora da Editora Kapulana, Rosana M. Weg, participou da mesa de recepção aos moçambicanos, ao lado, entre outros, de Gisele Ferreira, curadora do Flipoços, Roberto Dove, representante do Ministério da Cultura de Moçambique, e Romualdo Jonhan, cônsul de Moçambique no Brasil.

No dia seguinte, 29 de abril, a comitiva moçambicana partiu para Poços de Caldas, MG, sede da 12a. Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas e FliPoços 2017 – Festival Literário de Poços de Caldas. Durante a abertura oficial do FliPoços 2017, Ungulani Ba Ka Khosa, autor dos livros publicados pela Kapulana, Orgia dos loucos e O rei mocho, foi o escritor estrangeiro homenageado desta 12a. edição do festival literário.

No dia 1o. de maio, UNGULANI BA KA KHOSA, LUCÍLIO MANJATE e SANGARE OKAPI participaram de sessões de autógrafos de seus livros. Na ocasião, foram lançados dois novos títulos: A triste história de Barcolino, o homem que não sabia morrer, de Lucílio Manjate, também autor de O jovem caçador e a velha dentuça. Sangare Okapi autografou Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo.

No dia 02 de maio, pela manhã, na esplanada do “Café Concerto”, no Parque José Afonso Junqueira, em Poços de Caldas, MG, a comitiva de escritores de Moçambique, composta pelos escritores da Kapulana, Ungulani Ba Ka Khosa, Lucílio Manjate e Sangare Okapi, e os escritores Paulina Chiziane, Mbate Pedro, Rui Laranjeira e Dani Wambire, participaram de uma sessão ao ar livre de entrevistas e leituras de textos literários, conduzida pelo jornalista e escritor  Claufe Rodrigues, para o programa televisivo Globo News Literatura.

Nos outros dias do importante evento literário, Ungulani Ba Ka Khosa, Lucílio Manjate e Sangare Okapi participaram de várias atividades como encontros com outros escritores, rodas de conversas com leitores, mesas temáticas, sessões de autógrafos no stand da Kapulana/Inalivros, sessões de fotos e filmagens.

No dia 3 de maio, os escritores da Kapulana, acompanhados do escritor Mbate Pedro, participaram da “II Jornada de Teoria Literária e Literaturas Africanas”, na Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. O evento foi organizado pelo GELCA (Grupo de Estudos de Cultura e Literatura Africanas) e pelo IEL (Instituto dos Estudos da Linguagem), com o apoio da Editora Kapulana.

Na ocasião os escritores tiveram a oportunidade de falar sobre a história da literatura moçambicana e conversar com alunos, professores e outros pesquisadores sobre o processo de criação literária das diversas gerações de escritores de Moçambique.

Para finalizar o evento, o grupo formado pelas artistas Mariana Rhormens, Ana Pessoa e Thaiane Atanásio fez apresentação cênica com leitura dramatizada de trechos das obras de Ungulani Ba Ka Khosa (Orgia dos loucos), de Lucílio Manjate (A triste história de Barcolino, o homem que não queria morrer) e de Sangare Okapi (Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo). Escritores e artistas tiveram a oportunidade de interagir com o público e foram bastante aplaudidos.

A Editora Kapulana agradece a todos que contribuíram para a divulgação de seus escritores moçambicanos e suas obras no Brasil: governo de Moçambique, equipe do FliPoços 2017, equipe da CBL (Câmara Brasileira do Livro), equipes da Unicamp, do GELCA (Grupo de Estudos de Cultura e Literatura Africanas) e IEL (Instituto dos Estudos da Linguagem), InaLivros, equipe da Kapulana e aos escritores de Moçambique, e seus acompanhantes, sempre atenciosos e dispostos a participar das atividades propostas.

Saiba mais:

Kapulana, escritores e suas obras: www.kapulana.com.br/nossos-autores

CBL – Câmara Brasileira do Livro, São Paulo, SP – Recepção à comitiva de Moçambique:

http://www.kapulana.com.br/28042017-recepcao-comitiva-de-mocambique-na-cbl-em-sao-paulo-sp/

FliPoços 2017, Poços de Caldas, MG:

Fotos da abertura oficial: http://www.kapulana.com.br/29042017-abertura-oficial-do-flipocos-2017-em-pocos-de-caldas-mg/

Fotos dos lançamentos de livros e sessões de autógrafos: http://www.kapulana.com.br/01052017-lancamento-de-mesmos-barcos-ou-poemas-de-revisitacao-do-corpo-de-sangare-okapi-e-a-triste-historia-de-barcolino-o-homem-que-nao-sabia-morrer-de-lucilio-manjate-no-flipocos-em-po/

Fotos dos encontros dos escritores moçambicanos: http://www.kapulana.com.br/02052017-encontros-dos-escritores-da-kapulana/

Vídeo dos encontros dos escritores moçambicanos: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1516171298424814&id=494520167256604

II Jornada de Teoria Literária e Literaturas Africanas”, Unicamp, Campinas, SP:

http://www.kapulana.com.br/03052017-editora-kapulana-na-unicamp-ii-jornada-de-teoria-literaria-e-estudos-africanos/

 


 

Editora Kapulana na “Desvairada – Feira de Livros de Poesia de São Paulo”

A Editora Kapulana participou da “Desvairada – Feira de Livros de Poesia de São Paulo”, no espaço Aldeia, em São Paulo, SP

Durante os dias 24 e 25 de março de 2017, sábado e domingo, a Editora Kapulana esteve presente na 1a. edição da “Desvairada – Feira de Poesia de São Paulo”, que teve lugar no magnífico espaço cultural “Aldeia”, em Pinheiros, à rua Lisboa, 445, na capital de São Paulo.

Das 17h do dia 24 até as 21h do dia 25 de março, a Editora Kapulana, em conjunto com outras editoras independentes, participou de exposição, vendas e atividades de leitura poética.

A artista Daisy Serena fez a leitura de poemas do livro Sangue Negro, da escritora moçambicana Noémia de Sousa, conhecida como a “Mãe dos Poetas Moçambicanos”. Trata-se da primeira edição do livro no Brasil, ilustrada pela brasileira Mariana Fujisawa. O público acompanhou atentamente a leitura e aplaudiu a sessão que trouxe ao evento uma voz africana, na voz brasileira de Daisy Serena.

Durante o evento, a Kapulana divulgou seus poetas moçambicanos Lica Sebastião, Pedro Pereira Lopes, Sílvia Bragança, e o brasileiro Francisco Maciel Silveira. A Editora aproveitou a ocasião para anunciar seus próximos lançamentos de poesia moçambicana: O cão na margem, de Luís Carlos Patraquim; Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo, de Sangare Okapi; e Roda das encarnações, de Sónia Sultuane. Ainda como próximos lançamentos, anunciou sua primeira antologia de poesia brasileira, Canções do caos, vozes brasileiras, e o primeiro livro de Ana Mafalda Leite editado pela Kapulana, Outras fronteiras, fragmentos de narrativas.

A Editora Kapulana agradece aos organizadores da “Desvairada” – Leonardo Gandolfi, Marília Garcia, Fabiano Calixto e Tiago Marchesano – que deram a oportunidade à Kapulana de divulgar seu trabalho editorial em um espaço colaborativo de convivência com outras editoras de poesia.

São Paulo, 27 de março de 2017.

Saiba mais sobre o livro Sangue Negro e leia alguns trechos: http://www.kapulana.com.br/produto/sangue-negro/

Saiba mais sobre a escritora Noémia de Sousa: http://www.kapulana.com.br/noemia-de-sousa/

Saiba mais sobre a ilustradora Mariana Fujisawa: http://www.kapulana.com.br/mariana-fujisawa/

Saiba mais sobre a “Desvairada, feira de poesia de São Paulo”: https://desvairadasite.wordpress.com/

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/24-25032017-devairada-feira-de-livros-de-poesia-na-aldeia-445-em-sao-paulo-sp/


 

Contação de história do livro “O casamento misterioso de Mwidja”, na Livraria 97, em São Paulo, SP

A Editora Kapulana promoveu a contação do conto tradicional de Moçambique, O casamento misterioso de Mwidja, na Livraria 97, em São Paulo, SP

No sábado, 11 de fevereiro de 2017, às 16h, a Editora Kapulana promoveu na Livraria NoveSete, na cidade de São Paulo, a contação da história africana infantil O casamento misterioso de Mwidja, recontada em forma escrita por Alexandre Dunduro. A história é ilustrada por Luís Cardoso que faz uso de peças artesanais em missangas, de Orlando Mondlane. Autor e ilustradores são de origem moçambicana.

O espetáculo foi conduzido por Mariana Rhormens, talentosa artista que contou a história fazendo uso de várias modalidades de apresentação: cantou e tocou instrumentos musicais tradicionais como a Timbila; apresentou a história com manipulação de bonecos em um cenário constituído por uma “caixa mágica”, e apresentou cenas em teatro de sombras.

O conto “O casamento misterioso de Mwidja” é o quarto volume de um conjunto de 10 contos da tradição oral de Moçambique que a Editora Kapulana vem publicando no Brasil. São histórias contadas aos jovens pelas pessoas mais velhas das aldeias.

Nesses contos tradicionais, há a convivência entre animais e seres humanos, algumas vezes em conflito, outras vezes em harmonia.

A plateia da Livraria 97, composta de crianças e de adultos, envolveu-se com o enredo das histórias e participou com entusiasmo das atividades propostas pela contadora.

A Editora Kapulana agradece a todos que puderam comparecer ao evento e à parceria da Livraria 97, que, com disposição, apoio e gentileza, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

São Paulo, 13 de março de 2017.

Saiba mais sobre o livro O casamento misterioso de Mwidja e leia alguns trechos: http://www.kapulana.com.br/produto/o-casamento-misterioso-de-mwidja/

Saiba mais sobre o escritor Alexandre Dunduro: http://www.kapulana.com.br/alexandre-dunduro/

Saiba mais sobre os ilustradores:

Luís Cardoso: http://www.kapulana.com.br/luis-cardoso/

Orlando Mondlane: http://www.kapulana.com.br/orlando-mondlane/

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/11032017-contacao-o-casamento-misterioso-de-mwidja-na-livraria-novesete-em-sao-paulo-sp/


 

Contação de “O jovem caçador e a velha dentuça” e “Kalimba”, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, São Paulo – SP

A Editora Kapulana promoveu a contação de duas histórias infantis africanas, uma de Angola e uma de Moçambique, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, em São Paulo, SP

No primeiro sábado de fevereiro de 2017, dia 4, às 16h, a Editora Kapulana promoveu na Livraria Cultura do Shopping Market Place, na cidade de São Paulo, a contação das histórias africanas infantis Kalimba, de Angola, e O jovem caçador e a velha dentuça, de Moçambique.

Beatriz Ferraresso iniciou o reconto oral com o livro da escritora angolana Maria Celestina Fernandes, o Kalimba. Na sequência, contou a história de O jovem caçador e a velha dentuça, do moçambicano Lucílio Manjate.

As duas histórias fazem parte do conjunto de contos da tradição oral dos dois países de língua portuguesa, Angola e Moçambique, e eram contadas aos jovens pelas pessoas mais velhas das aldeias. Nesses contos tradicionais, há a convivência entre animais e seres humanos, algumas vezes em conflito, outras vezes em harmonia.

Beatriz fez a contação fazendo uso de capulanas , que são panos típicos moçambicanos, de miniaturas de animais africanos e de utensílios domésticos dos dois países.

Ao final, a contadora conduziu atividade de pintura, colagem e dobradura, a partir das personagens dos livros, que foram ilustrados pela brasileira Brunna Mancuso.

A plateia, composta de crianças e de adultos, envolveu-se com o enredo das histórias e participou com entusiasmo das atividades propostas pela contadora.

A Editora Kapulana agradece a todos que puderam comparecer ao evento e à parceria da Livraria Cultura que, com disposição, apoio e gentileza, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

São Paulo, 06 de fevereiro de 2017.

Saiba mais sobre os livros e leia alguns trechos::

 Kalimba: http://www.kapulana.com.br/produto/kalimba/

O jovem caçador e a velha dentuçahttp://www.kapulana.com.br/produto/o-jovem-cacador-e-a-velha-dentuca/

Saiba mais sobre nossos escritores Maria Celestina Fernandes e Lucílio Manjate: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

Veja as fotos: http://1www.kapulana.com.br/04022016-contacao-contos-africanos-para-criancas-kalimba-e-o-jovem-cacador-e-a-velha-dentuca-na-livraria-cultura-do-shopping-market-place-em-sao-paulo-sp/


 

Contação de “Contos de Moçambique”, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo – SP

A Editora Kapulana promoveu a contação das histórias moçambicanas “As armadilhas da floresta” e  “A viagem” , na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo – SP

Em 22 de janeiro de 2017, às 16h, a Editora Kapulana ofereceu um conjunto tematico de contações sobre os contos da oralidade moçambicana, a partir de seus livros “As armadilhas da floresta”, de Hélder Faife,  e “A viagem”, de Tatiana Pinto, volumes 2 e 3 da série “Contos de Moçambique”, da Editora.

O evento foi mediado por Beatriz Ferraresso, que contou as histórias de forma dramatizada e desenvolveu atividades com o público presente

Em “As armadilhas da floresta”, de Hélder Faife, homem e leão disputam a liderança da floresta. Cada um faz uso de artimanhas para vencer o outro, até que a disputa é solucionada, de maneira inesperada. Beatriz fez uso de animais e bichinhos de pelúcia para conversar sobre a preservação da natureza retratada no livro.

Em “A viagem”, de Tatiana Pinto, Inaya, filha de Masud e Wimbo e irmã de Agot e Mbuio, deseja ter o mesmo tratamento que seus dois irmãos. É uma jovem corajosa que sai de sua aldeia para salvá-los em outra cidade. Com a ajuda de bonecos típicos do artesanato local de Moçambique, Beatriz retratou o papel da mulher na sociedade moçambicana.

Para finalizar a atividade, as crianças desenharam e pintaram suas  personagens preferidas, ao mesmo tempo em que conversavam a respeito dos temas em debate.

A Editora Kapulana agradece a todos que puderam comparecer ao evento e à parceria da Livraria Cultura que, com disposição, apoio e atenção, tornou possível mais uma contação bem-sucedida.

São Paulo, 23 de janeiro de 2017.

Saiba mais sobre o livro “As armadilhas da floresta”: http://www.kapulana.com.br/produto/as-armadilhas-da-floresta/

Saiba mais sobre o livro “A viagem”: http://www.kapulana.com.br/produto/a-viagem/

Saiba mais sobre o escritor Hélder Faife e sobre o escritora Tatiana Pinto: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/22012017-contacao-contos-de-mocambique-as-armadihas-da-floresta-e-a-viagem-na-livraria-cultura-do-conjunto-nacional-em-sao-paulo-sp/


 

Contação da história Serei sereia?, de Kely de Castro, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping

A Editora Kapulana promoveu, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, em São Paulo, uma contação de literatura inclusiva a partir da história do livro infantil Serei sereia?, de Kely de Castro

A contação de história Serei sereia?, publicada pela Editora Kapulana, aconteceu no sábado, 15 de janeiro de 2017, às 16 horas, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, em São Paulo, capital.

O evento foi mediado pela contadora de histórias Beatriz Ferraresso, e teve a participação de animadas crianças que interagiram fazendo perguntas.

Serei sereia?, livro de Kely de Castro, ilustrado por Amanda de Azevedo, é a história de Inaê, uma menina que nasceu com um desafio a vencer: o fato de não poder andar.  A menina é comparada ludicamente a uma sereia, por ter restrição de mobilidade, como uma sereia. Como todas as crianças, ela passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade, mas com a ajuda da mãe descobre que pode construir sua própria história.

A atividade teve duas sessões, às 16h e às 17h. O livro faz parte da temática inclusiva, com o objetivo de gerar visibilidade à causa da pessoa com deficiência.

A Editora Kapulana agradece a todos que puderam comparecer ao evento e à parceria da Livraria Cultura que, com apoio e gentileza, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

São Paulo, 16 de janeiro de 2017.

Veja as fotos: http://18.231.27.148/15012017-contacao-literatura-inclusiva-serei-sereia-na-livraria-cultura-do-bourbon-shopping-em-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre o livro Serei sereia?http://www.kapulana.com.br/produto/serei-sereia/

Saiba mais sobre a autora Kely de Castro: http://www.kapulana.com.br/kely-de-castro/

Saiba mais sobre a ilustradora Amanda de Azevedo: http://www.kapulana.com.br/amanda-de-azevedo/


 

Contação de “Poesia Africana para Crianças”, no Shopping Villa Lobos, em São Paulo – SP

A Editora Kapulana promoveu a contação dos livros de poesia africana “Sonho da lua” e “Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas”, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, capital

No  sábado, dia 14 de janeiro de 2017, às 16h, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, aconteceram as contações dramatizadas das poesias infantis moçambicanas dos livros  Sonho da lua e Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas, da Editora Kapulana .

O evento foi mediado pela contadora Beatriz Ferraresso, que iniciou a atividade dramatizada cantando os poemas de Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemas, de Pedro Pereira Lopes.  Ao conhecer os poemas, as crianças podem conviver com personagens incríveis, simpáticos animais, estranhos objetos e delicados elementos da natureza. Por meio das ilustrações de Filipa Pontes, as crianças são transportadas para um universo mágico.

Na sequência,  Beatriz apresentou cantando os poemas de Sílvia Bragança, Sonho da Lua. O livro reúne dez poemas infantis sobre o universo moçambicano e os elementos da natureza. Com ilustrações de Amanda de Azevedo, as personagens ganham vida e enriquecem ainda mais as pequenas joias poéticas sobre a lua, o vento, a chuva, o elefante, a aranha e as flores. 

A Editora Kapulana agradece ao público presente que participou com animação da atividade e ã equipe da Livraria Cultura que, com apoio e dedicação, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

São Paulo, 16 de janeiro de 2017.

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/14012017-contacao-poesias-africanas-sonho-da-lua-e-viagem-pelo-mundo-num-grao-de-polen-e-outros-poemas-na-livraria-cultura-do-shopping-villa-lobos-em-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre o livro Viagem pelo mundo num grão de pólen e outros poemashttp://www.kapulana.com.br/produto/viagem-pelo-mundo-num-grao-de-polen-e-outros-poemas/

Saiba mais sobre o livro Sonho da luahttp://www.kapulana.com.br/produto/sonho-da-lua/

Saiba mais sobre o escritor Pedro Pereira Lopes e sobre a escritora Silvia Bragança: http://www.kapulana.com.br/nossos-autores/

Saiba mais sobre as ilustradoras Amanda de Azevedo e Filipa Pontes: http://www.kapulana.com.br/nossos-ilustradores/


 

Ungulani Ba Ka Khosa, autor moçambicano, lança no Brasil seu livro Orgia dos loucos

Ungulani Ba Ka Khosa, autor do livro O rei mocho, lança seu novo livro no Brasil, Orgia dos loucos, pela Editora Kapulana

Ungulani Ba Ka Khosa é Diretor do Instituto Nacional do Livro e do Disco (INLD) e Secretário-geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO). Escreveu muitos livros, vários deles premiados. Autor dos livros O rei mocho (infantil) e Orgia dos loucos (contos), da Editora Kapulana, Ungulani Ba Ka Khosa esteve no Brasil entre os dias 04 e 11 de dezembro de 2016, para participar de eventos em Recife e São Paulo.

Em 6 de dezembro de 2016, às 18h30,  em Recife, Pernambuco, o renomado escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, participou do lançamento de seu livro Orgia dos loucos, pela Editora Kapulana, durante o “VI Encontro de Professores de Literaturas Africanas/ II Afrolic Dizer Áfricas: vozes, literatura, mulher”, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). A diretora da Kapulana, apresentou os protagonistas da edição brasileira de Orgia dos loucos. A mesa de lançamento teve mediação da Profa. Dra. Carmen Tindó Secco, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A prefaciadora Vanessa Teixeira falou de sua pesquisa sobre a obra de Ungulani Ba Ka Khosa e sobre seu prefácio para o livro Orgia dos loucos. O autor falou sobre seu processo criativo da obra, enquanto Mariana Fujisawa, ilustradora, explicou o processo artístico e as técnicas utilizadas na edição. Ao final do evento, houve sessão autógrafos para os presentes. Na mesma ocasião, os participantes fizeram o lançamento, em território pernambucano, do livro Sangue Negro, de Noémia de Sousa, a Mãe dos Poetas Moçambicanos.

Em 7 de dezembro, ainda no “VI Encontro de Professores de Literaturas Africanas/ II Afrolic Dizer Áfricas: vozes, literatura, mulher”, Ungulani Ba Ka Khosa participou da mesa de encerramento do evento, intitulada “O lugar da literatura e das humanidades nos estudos africanos”, com mediação do Prof. Dr. Benjamin Abdala Júnior, da Universidade de São Paulo (USP). Os presentes falaram sobre aspectos da criação literária e da obra de Ungulani, e abriram perguntas para discussão com o público.

Em 8 de dezembro de 2016, das 19h30 às 21h, em São Paulo, SP, a Editora Kapulana promoveu a participação de Ungulani Ba Ka Khosa em evento na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), denominado “Conversa com Ungulani Ba Ka Khosa, escritor moçambicano”. A editora da Kapulana apresentou os participantes da mesa, que foi mediada pelo Prof. Ubiratã Sousa (USP), pesquisador da obra de Ungulani, e contou com as presenças do autor e da ilustradora de Orgia dos loucos, e do renomado professor moçambicano José Luís Cabaço. Foram colocados em pauta temas como: cultura e literaturas africanas de língua portuguesa, literatura moçambicana, a obra de Ungulani Ba Ka Khosa e, principalmente, aspectos da criação literária e das ilustrações nos contos de Orgia dos loucos. Ao final do evento, houve sessão de autógrafos. O evento contou com o apoio do CEA (Centro de Estudos Africanos) e do CELP (Centro de Estudos das Literaturas e Culturas de Língua Portuguesa), ambos da Universidade de São Paulo.

Em 9 de dezembro de 2016, o escritor visitou a Editora Kapulana e acompanhou a dinâmica de trabalho da equipe da editora. Concedeu entrevistas em áudio e vídeo a Clarissa Wolff, do canal “A redoma de livros” e a Bárbara Ferreira Santos, correspondente no Brasil da “Rádio Voice of America”, que faz transmissões para países africanos de língua portuguesa. Concedeu ainda entrevista à Rádio Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho).

A equipe agradece a todos que apoiaram as atividades de Ungulani Ba Ka Khosa no Brasil, tornando possível a aproximação entre o escritor moçambicano e seus leitores brasileiros.

Acompanhe as novidades, que serão atualizadas diariamente no site e nas redes sociais da Editora Kapulana.

 

São Paulo, 09 de dezembro de 2016.

 

Fotos das atividadeshttp://www.kapulana.com.br/5-a-7122016-lancamento-de-orgia-dos-loucos-de-ungulani-ba-ka-khosa-na-afrolic-em-recife-pe/

http://www.kapulana.com.br/08122016-conversa-com-ungulani-ba-ka-khosa-na-fflch-usp-em-sao-paulo-sp/ 

http://www.kapulana.com.br/09122016-ungulani-ba-ka-khosa-na-editora-kapulana/

Vídeo “Ungulani Ba Ka Khosa lê trecho de conto de seu novo livro Orgia dos loucos”https://youtu.be/75wAx9U9rUA

Entrevista de Ungulani Ba Ka Khosa ao canal A redoma de livros: http://www.catarticos.com.br/doce/entrevista-ungulani-ba-ka-khosa/

Entrevista de Ungulani Ba Ka Khosa à Rádio Voice of America: https://www.youtube.com/watch?v=0OUIaDeKdMc

Enrevista de Ungulani Ba Ka Khosa à Rádio Unesp: em breve.

Sobre o autor Ungulani Ba Ka Khosa: http://www.kapulana.com.br/ungulani-ba-ka-khosa/

Sobre o livro Orgia dos loucos: http://www.kapulana.com.br/produto/orgia-dos-loucos/

Sobre o livro O rei mocho: http://www.kapulana.com.br/produto/o-rei-mocho/


 

Sangue Negro, da moçambicana Noémia de Sousa, no Brasil, pela Editora Kapulana

A Editora Kapulana faz lançamento nacional de Sangue Negro, de Noémia de Sousa, a Mãe dos Poetas Moçambicanos, pela primeira vez no Brasil

SANGUE NEGRO, da moçambicana Noémia de Sousa (1926-2002), é obra fundamental que marcou as gerações de poetas africanos. É composta por 46 poemas, inicialmente publicados esparsamente em jornais, que retratam a luta dos oprimidos na época colonial de Moçambique. São poemas que representam a voz dos negros, das mulheres e dos trabalhadores oprimidos.

O conjunto de poemas teve duas edições moçambicanas (2001 e 2011) e agora chega finalmente ao Brasil pela Editora Kapulana. Primeira edição brasileira, a obra apresenta rigor no tratamento dos textos.

A Kapulana optou por manter a grafia original dos textos, sem atualizações, de forma a que as particularidades da poesia de Noémia não se perdessem, como a sonoridade e o ritmo dos versos. Notas elucidativas foram inseridas no texto principal. Notas finais sobre termos de línguas locais foram devidamente organizadas com o auxílio de estudiosos de literaturas africanas de língua portuguesa do Brasil e de Moçambique.

Além dos 46 poemas de Noémia de Sousa, a edição brasileira conta com importante prefácio da pesquisadora brasileira Profa. Dra. Carmen Lucia Tindó Secco, e com uma seção de inestimável valor artístico denominada “Mensagens para Noémia”. São textos em prosa, em versos e ilustrados; de amigos, parentes, conhecidos, artistas plásticos, poetas, prosadores, estudiosos, ativistas culturais; mais jovens, mais velhos; brasileiros, moçambicanos, angolanos, portugueses, goeses.  Mariana Fujisawa, artista brasileira, ilustra a obra, inclusive com retratos inéditos de Noémia de Sousa.

Para o lançamento no Brasil do icônico livro da Mãe dos Poetas Moçambicanos, a Kapulana participou de dois grandes eventos literários: a II Pré-balada Literária da Bahia e a Balada Literária de São Paulo.

A II Pré-balada Literária da Bahia aconteceu nos dias 11 e 12 de novembro de 2016, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris). O lançamento do livro Sangue negro ocorreu no dia 11/11, às 17h, com leitura interpretada de alguns poemas de Noémia de Sousa por Lúcia Santos e Luíza Santos e intervenção visual com Pablo Dinada e Zezé Olukemi.

A Balada Literária de São Paulo realizou-se entre os dias 23 e 27 de novembro de 2016. O lançamento do livro Sangue negro, intitulado “Um canto para Noémia de Sousa”, aconteceu no dia 26 de novembro, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, às 16h30.

O evento contou com apresentação especial do “Sarau das Pretas”, grupo formado por quatro escritoras/poetizas negras paulistanas, que declamaram alguns poemas de Noémia de Sousa com a mesma força que a autora escreve no seu livro. Enquanto os poemas eram declamados, a ilustradora do livro, Mariana Fujisawa, realizou uma intervenção artística na Balada. Também aconteceram performances literárias com os escritores Nelson Maca e Raffa Carvalho.

 

A Editora Kapulana agradece a todos que ajudaram a concretizar este belíssimo trabalho na Pré-balada Literária de Salvador e na Balada Literária de São Paulo, em especial o escritor Marcelino Freire, que tornou possível o lançamento do livro Sangue negro, de Noémia de Sousa, com muito carinho e dedicação.

São Paulo, 28 de novembro de 2016.

Veja fotos do evento: http://www.kapulana.com.br/26112016-um-canto-para-noemia-de-sousa-lancamento-de-sangue-negro-de-noemia-de-sousa-na-balada-literaria-2016-em-sao-paulo-sp/ 

Veja as fotos da Pré-Balada: http://www.kapulana.com.br/11-e-12-112016-lancamentos-de-a-noiva-de-kebera-de-aldino-muianga-e-de-sangue-negro-de-noemia-de-sousa-ii-pre-balada-literaria-da-bahia-biblioteca-dos-barris-salvador-ba/

Saiba mais sobre o livro Sangue negro: http://www.kapulana.com.br/produto/sangue-negro/ 

Saiba mais sobre a escritora Noémia de Sousa: http://www.kapulana.com.br/noemia-de-sousa/

Saiba mais sobre a ilustradora Mariana Fujisawa: http://www.kapulana.com.br/mariana-fujisawa/

 


 

Maria Celestina Fernandes, escritora angolana, participa de atividades no Brasil

Maria Celestina Fernandes, autora do livro Kalimba, da Editora Kapulana, participa de eventos no Brasil

Seu primeiro livro infantil saiu em 1990, e também escreve para adultos. No entanto, a maior produção e o maior prazer são os livros para crianças, a quem gosta de contar histórias, transmitir conhecimentos e com elas aprender.

Autora do livro Kalimba, da Editora Kapulana, Maria Celestina Fernandes esteve no Brasil entre 17 e 23 de novembro de 2016, para participar de eventos culturais em São Paulo.

Em 19 de novembro de 2016, às 14h30, a FlinkSampa 2016 – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra contou com a ilustre presença da escritora angolana Maria Celestina Fernandes, autora do livro Kalimba, da Editora Kapulana, na mesa redonda que aconteceu na Biblioteca Latino-americana. O evento, intitulado “Literatura Infanto-juvenil e formação de leitores”, também contou com Teresa Cárdenas e Macaé Evaristo e foi mediado por Márcia Bulcão.

Os convidados discorreram sobre a importância da educação para construção de uma sociedade justa, democrática e sustentável. Além disso, houve debate sobre o direito à educação em países como Angola, Cuba e Brasil. Ao final da mesa, aconteceu a sessão de autógrafos com a autora Maria Celestina Fernandes.

Às 17h30, a escritora realizou a contação de história de seu livro Kalimba para as crianças participantes da Flinkinha, no espaço do Salão dos Atos.

No dia 22 de novembro, a autora visitou a Livraria Cultura do Shopping Bourbon, em São Paulo – SP, acompanhada da diretora Rosana M. Weg e da assessora de marketing da Editora Kapulana, Juliana Dantas, onde foi possível encontrar seu livro na estante da livraria.

Por fim, em 23 de novembro de 2016, a escritora visitou a Editora Kapulana e sua equipe e concedeu entrevista ao canal Compartlivros.

A equipe da Editora Kapulana agradece a FlinkSampa pelo convite e por proporcionar este encontro da literatura e da cultura negra, junto à autora Maria Celestina Fernandes.

Acompanhe as novidades, que serão atualizadas diariamente no site e nas redes sociais da Editora Kapulana.

São Paulo, 23 de novembro de 2016.

 

Veja fotos do evento: http://www.kapulana.com.br/18-e-1911-maria-celestina-fernandes-na-flinksampa-2016-em-sao-paulo-sp/

Vídeo: Maria Celestina Fernandes lê trecho de seu livro “Kalimba”: https://www.youtube.com/watch?v=9goTp5yGvO4

Entrevista ao jornal Plano Crítico: http://www.planocritico.com/entrevista-maria-celestina-fernandes-escritora-fala-sobre-literatura-infantil-representatividade-e-machismo/

Saiba mais sobre a autora: http://www.kapulana.com.br/maria-celestina-fernandes/

Saiba mais sobre o livro Kalimba: http://www.kapulana.com.br/produto/kalimba/


 

Aldino Muianga, escritor moçambicano da Editora Kapulana, no Brasil

O escritor moçambicano Aldino Muianga esteve no Brasil, a convite da Editora Kapulana, participando de eventos de lançamento da edição brasileira de seu livro A noiva de Kebera, contos

ALDINO MUIANGA, consagrado escritor moçambicano, autor de vários livros em prosa, esteve no Brasil, entre os dias 7 e 17 de novembro de 2016, a convite da Editora Kapulana. A Editora Kapulana publicou dois livros do autor no Brasil: O domador de burros e outros contos (2015) e A noiva de Kebera, contos, lançado em novembro de 2016, com a presença do autor.

O autor participou de um circuito de eventos culturais nas cidades de São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, como sessões de lançamento, mesas-redondas, debates e palestras sobre literatura moçambicana.

No dia 7 de novembro, Aldino Muianga chegou ao Brasil, acompanhado de sua esposa Carolina de Sousa. Foi sua primeira visita ao país.

No dia 8 de novembro, a convite da Profa. Dra. Tania Celestino de Macedo, do Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo (CEA-USP), participou do “Encontro com o escritor Aldino Muianga”, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. O escritor, que é médico-cirurgião, fez uma apresentação sobre sua vida e obra e seu processo de criação literária. O público presente – professores, alunos e outros pesquisadores de literatura – teve a oportunidade de conversar com o autor, que falou sobre a conexão existente entre os gêneros “conto” e “poesia” e fez uma análise do processo tradicional de contação de histórias de Moçambique, denominado “à volta da fogueira”.

No dia 9 de novembro, aconteceu o lançamento paulistano do livro de contos do autor, A noiva de Kebera, na Livraria Blooks de São Paulo. Na ocasião, foi organizada uma mesa-redonda com os principais participantes da edição brasileira: o autor moçambicano Aldino Muianga; o prefaciador Prof. Dr. Nazir A. Can, da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e o ilustrador dos contos, o brasileiro Dan Arsky. Foi um evento bastante interessante porque o público teve a oportunidade de ouvir dos protagonistas dessa publicação nacional como foi o processo de criação conjunto do livro que estava sendo lançado. Muianga falou sobre o processo de criação literária; Can, sobre sua leitura analítica da obra; e Arsky, sobre a representação em forma de imagens da obra moçambicana que lia pela primeira vez. Os três participaram da conversa com o público e da sessão de autógrafos.

No dia 10 de novembro, Aldino Muianga visitou a Editora Kapulana e concedeu duas entrevistas: para a Rádio Unesp e para o Jornal Plano Crítico. As entrevistas estão disponíveis on-line.

Nos dias 11 e 12 de novembro, Aldino Muianga, acompanhado de Rosana Weg e Amanda Azevedo, diretoras da Editora Kapulana, participou das atividades da II Pré-balada literária da Bahia, na cidade de Salvador, a convite dos organizadores, os escritores Marcelino Freire e Nelson Maca. As atividades ocorreram na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris). No dia 11, o escritor da Kapulana assistiu a uma série manifestações culturais de artistas baianos. No dia 12, houve o lançamento dos livros A noiva de Kebera, de Aldino Muianga; e Sangue negro, de Noémia de Sousa. Foi uma festa literária com mesas de conversas, leituras de poemas por Lúcia Santos e Luíza Santos, intervenções visuais em tempo real, performances musicais e dramatizações.

No dia 13 de novembro, o escritor moçambicano foi convidado a conhecer a casa onde morava e trabalhava o escritor baiano Jorge Amado, uma das grandes referências literárias de Aldino Muianga.

A cidade seguinte onde Aldino Muianga se apresentou foi o Rio de Janeiro, onde esteve acompanhado da diretora da Kapulana, Rosana M, Weg e de sua assistente editorial, Bruna Barros.

Em 17 de novembro, a convite da Profa. Dra. Carmen Tindó Secco, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Profa. Dra. Heloísa Buarque de Hollanda (Coordenadora do PACC, Programa Avançado de Cultura Contemporânea; Projetos LAB – Laboratório da Palavra e Universidade das Quebradas), o escritor Muianga participou, em conjunto com o poeta angolano Fernando Kafukeno, do evento “Angola e Moçambique: diálogos literários”. A mesa de debates foi conduzida pela Profa. Dra. Carmen Tindó Secco e pelo Prof. Dr. Nazir Ahmed Can, ambos do setor de Literaturas Africanas da UFRJ.

A equipe da Kapulana agradece a todos que, com sua participação e apoio, tornaram possível a realização desse circuito de eventos com o escritor moçambicano Aldino Muianga. Essa iniciativa da Kapulana atingiu o objetivo previsto, o de proporcionar um contato mais próximo entre escritores de países africanos de língua portuguesa e leitores brasileiros, o que só fortalece o intercâmbio cultural entre países de literaturas africanas de língua portuguesa.

A Editora Kapulana tem a honra de compartilhar com os leitores brasileiros o registro de suas atividades. Arquivos de fotos, áudios e vídeos são atualizados diariamente no site da editora. Acompanhe as novidades.

São Paulo, 18 de novembro de 2016.

FOTOS das atividades (de 8 a 17/11/2016): 

URFJ – RJ: http://www.kapulana.com.br/17112016-aldino-muianga-em-angola-e-mocambique-dialogos-literarios-universidade-federal-do-rio-de-janeiro-rio-de-janeiro-rj/

CASA DE JORGE AMADO –  Salvador-BA:http://www.kapulana.com.br/13112016-aldino-muianga-na-casa-de-jorge-amado-salvador-ba/

PRÉ-BALADA LITERÁRIA – Salvador-BA: http://www.kapulana.com.br/11-e-12-112016-lancamentos-de-a-noiva-de-kebera-de-aldino-muianga-e-de-sangue-negro-de-noemia-de-sousa-ii-pre-balada-literaria-da-bahia-biblioteca-dos-barris-salvador-ba/

LIVRARIA BLOOKS – São Paulo-SP: http://www.kapulana.com.br/09112016-lancamento-de-a-noiva-de-kebera-de-aldino-muianga-na-blooks-livraria-do-shopping-frei-caneca-em-sao-paulo-sp/

Vídeo: Aldino Muianga lê trecho de conto de seu novo livro: A noiva de Kebera – contos: https://www.youtube.com/watch?v=in78U5fOBRE

Entrevista de Aldino Muianga à Rádio Unesp: http://podcast.unesp.br/perfil-01122016-aldino-muianga-entrevista-2660

Entrevista de Aldino Muianga e Nazir A. Can ao canal Compartlivros: https://www.youtube.com/watch?v=C3yYA8jJIew

Entrevista de Aldino Muianga ao jornal Plano Crítico: http://www.planocritico.com/entrevista-aldino-muianga-no-lancamento-de-a-noiva-de-kebera-no-brasil/

Sobre o escritor Aldino Muianga: http://www.kapulana.com.br/aldino-muianga/

Sobre A noiva de Kebera, contos: http://www.kapulana.com.br/produto/a-noiva-de-kebera/

Sobre O domador de burros e outros contos: http://www.kapulana.com.br/produto/o-domador-de-burros-e-outros-contos/

Contação de história do livro Serei sereia?, de Kely de Castro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

A Editora Kapulana promoveu, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, a contação de história do livro infantil Serei sereia?, de Kely de Castro

A contação de história sobre o livro Serei sereia?, da Editora Kapulana, aconteceu no último sábado, 01 de outubro de 2016, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, capital.

A obra narra a história de Inaê, uma menina que nasceu com um desafio a vencer: o fato de não poder andar. Comparada ludicamente com uma sereia, que tem restrição de mobilidade, em função da cauda de peixe, a menina, como todas as crianças, passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. A garota enfrenta desafios, mas com a ajuda da mãe descobre que pode construir sua própria história.

O evento foi conduzido pela autora e contadora de histórias Kely de Castro, que explicou um pouco sobre o livro e a Editora Kapulana. Em seguida, encenou parte da história, com o acompanhamento musical do artista Vinícius Camargo. Os atores contracenaram com a protagonista da história, Inaê, representada por duas bonecas, uma com forma de sereia e outra uma menina que usa cadeira de rodas. As bonecas foram confeccionadas pela própria Kely de Castro.

A contação teve duas sessões, às 11h e às 12h. Ao final, houve sessão de autógrafos com a autora Kely de Castro e a ilustradora do livro, Amanda de Azevedo. O livro contempla a temática inclusiva, com o objetivo de gerar visibilidade à causa da pessoa com deficiência.

Agradecemos a todos que compareceram ao evento e à parceria da Livraria Cultura que, através de disposição, apoio e gentileza, tornou possível mais uma contação bem-sucedida da Editora Kapulana.

Saiba mais:

Sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/serei-sereia/

Sobre a autora: http://www.kapulana.com.br/kely-de-castro/

Sobre a ilustradora: http://www.kapulana.com.br/amanda-de-azevedo/

Veja também as fotos dos eventos sobre Serei sereia?:

http://www.kapulana.com.br/01092016-setembro-verde-lancamento-com-dramatizacao-de-serei-sereia-no-memorial-da-inclusao-em-sao-paulo-sp/

http://www.kapulana.com.br/15012017-contacao-literatura-inclusiva-serei-sereia-na-livraria-cultura-do-bourbon-shopping-em-sao-paulo-sp/

 

 

 

 


 

Fátima Mendonça, autora de posfácio do livro Sangue negro, de Noémia de Sousa, ganha “Prémio José Craveirinha de Literatura 2016”

Fátima Mendonça, professora e pesquisadora, ganhou o moçambicano “Prémio José Craveirinha de Literatura” de 2016, por sua contribuição para o desenvolvimento da literatura moçambicana

Profa. Fátima Mendonça é professora aposentada da Universidade Eduardo Mondlane, de Maputo, Moçambique. É investigadora integrada do CLEPUL (Centro de Culturas e Literaturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa) e autora de diversos ensaios sobre literaturas africanas e literatura moçambicana.

Um de seus mais importantes ensaios é “Moçambique, lugar para a poesia”, escrito em 2001, e publicado como posfácio nas edições moçambicanas do livro Sangue negro, de Noémia de Sousa.

A Editora Kapulana lançará no Brasil, em dezembro de 2016, nova edição de Sangue negro, de Noémia de Sousa, a Mãe dos Poetas Moçambicanos. Essa edição conta com o referido posfácio de Fátima Mendonça e textos de outros grandes escritores moçambicanos, como Nelson Saúte e Francisco Noa. A edição brasileira de Sangue negro conta também com o prefácio da renomada intelectual brasileira, Profa. Carmen Tindó, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O “Prémio José Craveirinha de Literatura” é uma homenagem ao poeta moçambicano José Craveirinha (1922-2003), primeiro autor moçambicano a receber o prêmio Camões de Literatura. É instituído pela AEMO (Associação dos Escritores Moçambicanos) e patrocinado pela HCB (Hidroeléctrica da Cahora Bassa), e é atribuído aos autores moçambicanos. Além de Fátima Mendonça, colaboradora da edição de Sangue negro, da editora Kapulana, outros escritores da Kapulana já ganharam esse prêmio. Dentre eles, destacam-se Ungulani Ba Ka Khosa e Aldino Muianga. A Editora Kapulana tem em seu catálogo os seguintes livros dos premiados escritores:

  • de Ungulani Ba Ka Khosa:  O rei mocho (2016) e Orgia dos loucos (em edição, 2016)
  • de Aldino Muianga: O domador de burros (2015) e A noiva de Kebera (em edição, 2016)

A Editora Kapulana parabeniza a Profa. Fátima Mendonça e agradece a oportunidade de ter tão importante intelectual como colaboradora em uma de suas mais relevantes obras de seu catálogo.

São Paulo, 14 de setembro de 2016.

Saiba mais sobre a edição de 2016 do Prémio José Craveirinha: http://opais.sapo.mz/index.php/cultura/82-cultura/41872-fatima-mendonca-vence-premio-jose-craveirinha-de-literatura-.html

http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/recreio-e-divulgacao/58595-edicao-2016-maria-de-fatima-mendonca-vence-o-premio-craveirinha.html

Saiba mais sobre Fátima Mendonça: http://www.kapulana.com.br/fatima-mendonca/


 

Hélder Faife, escritor de As armadilhas da floresta, publica crônica no jornal de Moçambique O País

Hélder Faife, escritor moçambicano, publica, em sua coluna Xipikiri, do jornal O País, de Moçambique, texto intitulado “Sabina”

Em 13 de setembro, Hélder Faife, escritor moçambicano, publica, no Jornal O País, em sua coluna “Xipikiri”, do jornal O País, de Moçambique, crônica intitulada “Sabina”.

Hélder Faife é autor de As armadilhas da floresta, segundo volume da coletânea “Contos de Moçambique, livro editado no Brasil, pela brasileira Kapulana.

Nessa crônica, Hélder Faife demonstra sua incrível capacidade de apresentar ao leitor uma situação que é, ao mesmo tempo, cotidiana e inesperada.

São Paulo, 13 de setembro de 2016.

 

Saiba mais sobre o texto de Hélder Faife: http://opais.sapo.mz/index.php/opiniao/182-helder-faife/41876-sabina.html

Saiba mais sobre a edição brasileira de As armadilhas da floresta, v. 2 de Contos de Moçambique:

http://www.kapulana.com.br/produto/as-armadilhas-da-floresta/

Saiba mais sobre Hélder Faife: http://www.kapulana.com.br/helder-faife/


 

Contação dramatizada de conto infantil de Moçambique – As armadilhas da floresta, da Editora Kapulana – com apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, no Parque do Ibirapuera

A Editora Kapulana, com o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, apresentou seu livro As asrmadilhas da floresta, do escritor moçambicano Hélder Faife, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo – SP

No dia 7 de setembro, a editora brasileira Kapulana proporcionou uma contação dramatizada de um conto de Moçambique, As armadilhas da floresta, do escritor Hélder Faife, com ilustrações de Mauro Manhiça, ambos moçambicanos. Trata-se do 2º volume da série “Contos de Moçambique”, parte de um projeto de resgate de contos da literatura oral desse país do sudeste da África. O 1º volume é O rei mocho, de Ungulani Ba Ka Khosa, e o 3º é A viagem, a ser lançado em Outubro, Mês das Crianças. Todos são de autores de Moçambique.

O evento teve início às 14h no auditório do DEA-UMAPAZ, Departamento de Educação Ambiental – Universidade do Meio Ambiente e Cultura de Paz, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo, localizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, capital.  

A atividade foi conduzida pela talentosa contadora Beatriz Ferraresso, acompanhada de intérpretes da secretaria municipal, que recontaram a história em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), já que parte da plateia era composta por surdos.

O cenário, composto por capulanas, típicos panos de Moçambique que servem de adorno e vestimenta, foi povoado por animais que representavam os seres da floresta que vivenciaram a disputa entre o leão e o homem pelo território da floresta.

Essa obra literária apresenta às crianças brasileiras uma amostra da cultura de Moçambique, a dos contos que eram transmitidos oralmente de pais para filhos. Além disso, o público teve a oportunidade de, a partir da história recontada, refletir sobre as formas de convivência entre homens e animais, a necessidade de respeito e preservação da natureza e a tolerância para com as diferenças sociais.

Na sequência da contação dramatizada, os presentes, principalmente as crianças, participaram de atividade de pintura com giz de cera, quando puderam colorir máscaras que representavam os animais da floresta, personagens do conto apresentado.

A Editora Kapulana agradece à equipe do DEA-UMAPAZ pela oportunidade de apresentar seu livro As armadilhas da floresta, parte integrante de um projeto que a Kapulana desenvolve em prol do fortalecimento do intercâmbio cultural afro-brasileiro. Agradece também aos intérpretes que auxiliaram sua contadora na transmissão da atividade e ao público presente que prestigiou mais uma atividade cultural na cidade de São Paulo.

São Paulo, 08 de setembro de 2016.

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/as-armadilhas-da-floresta/

Sabia mais sobre o autor: http://www.kapulana.com.br/helder-faife/

Veja as fotos: http://www.kapulana.com.br/20160907-contacao-de-historia-as-armadilhas-da-floresta-na-secretaria-do-verde-e-do-meio-ambiente-ibirapuera-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre o DEA-UMAPAZ, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/umapaz/programacao/index.php?p=222098

Lançamento do livro Serei sereia?, de Kely de Castro, da Editora Kapulana, no Memorial da Inclusão

A Editora Kapulana lança o livro Serei sereia?, de Kely de Castro, também em versão acessível, na abertura do Setembro Verde, com apoio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, no Memorial da Inclusão, em São Paulo – SP

 

No dia 1º de setembro, o lançamento do livro Serei sereia?, da Editora Kapulana, marcou o início do Setembro Verde, mês oficial voltado à inclusão social das pessoas com deficiência. O evento é realizado pela Federação das APAES do Estado de São Paulo – FEAPAES-SP, com o apoio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que teve lugar no Memorial da Inclusão.

O evento teve início às 13h, com abertura oficial da mesa através do pronunciamento da Secretária Dra. Linamara Rizzo Battistella e da presidente da FEAPAES-SP, Cristiany de Castro, que falou sobre a parceria entre as APAES e a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, além da presença de outros participantes.  

O lançamento do livro Serei sereia? aconteceu às 14h, com a apresentação da diretora da Editora Kapulana, Rosana Weg, que agradeceu a oportunidade da Dra. Linamara Rizzo Battistella, Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e também a colaboração da equipe Kapulana e dos artistas Kely de Castro e Vinicius Camargo.

Em seguida, houve a dramatização com acompanhamento musical de parte da história pela autora e bonequeira Kely de Castro, juntamente com o artista Vinícius Camargo. Os atores contracenaram com a boneca representando a menina Inaê, protagonista da história, e confeccionada pela própria autora, na forma de sereia e em sua forma humana, com cadeira de rodas.

A obra narra a história de Inaê, uma menina que nasceu com um desafio a vencer: o fato de não poder andar. Comparada ludicamente com uma sereia, que tem restrição de mobilidade, em função da cauda de peixe, a menina, como todas as crianças, passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. A garota enfrenta desafios, mas com a ajuda da mãe descobre que pode construir sua própria história.

O mês oficial da luta pela inclusão da pessoa com deficiência tem como objetivo gerar visibilidade à causa da pessoa com deficiência. Setembro foi escolhido para essa ação em razão do dia 21 ser Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Além da comemoração da data, a ação tem o intuito de tornar o mês referência nacional.

A Editora Kapulana agradece à Dra. Linamara Rizzo Battistella, Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência e sua equipe, e aos colaboradores do Memorial da Inclusão, por terem possibilitado o lançamento do livro Serei sereia?, também em versão acessível.

São Paulo, 05 de setembro de 2016.

Saiba mais sobre a autora: http://www.kapulana.com.br/kely-de-castro/

Saiba mais sobre o livro: http://www.kapulana.com.br/produto/serei-sereia/

Veja as fotos: http://http://www.kapulana.com.br/01092016-setembro-verde-lancamento-com-dramatizacao-de-serei-sereia-no-memorial-da-inclusao-em-sao-paulo-sp/

Saiba mais sobre o evento:  http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ultimas-noticias/setembro-verde-apresenta-atendimento-a-pessoas-com-deficiencia-intelectual-alinhado-a-lei-brasileira-de-inclusao-


 

Editora Kapulana divulga o lançamento de Sangue Negro, de Noémia Sousa, NA FFLCH-USP

A Editora Kapulana participa das atividades do XVI Encontro de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo
 
De 23 a 25 de agosto de 2016, a Editora Kapulana participou das atividades do XVI Encontro de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, a convite do CELP (Centro de Estudos das Literaturas e Culturas de Língua Portuguesa), da USP. 
 
O evento ocorreu na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo, no prédio do curso de Letras, das 14h30 às 19h30.
 
A Editora Kapulana compareceu com mostra e venda de livros de Literatura Africana de seu catálogo, da série de prosa e poesia “Vozes da África” e da série de teóricos, também de autores africanos, “Ciências e Artes”.

Na ocasião, a Editora divulgou o lançamento da obra poética Sangue negro, de Noémia de Sousa, a “Mãe dos Poetas Moçambicanos”. O lançamento do livro está previsto para o início de dezembro de 2016, em Recife, PE, no VI Encontro de Professores de Literaturas Africanas / II Afrolic, cujo tema é “Dizer Áfricas: vozes, literatura, mulher”, sob a coordenação da Universidade Federal Rural de Pernambuco, câmpus Dois Irmãos.

A equipe da Editora Kapulana agradece ao CELP-USP pelo convite para mais uma participação em evento de literatura na Universidade de São Paulo, contribuindo para a divulgação de expoentes das literaturas africanas de língua portuguesa, como a moçambicana Noémia de Sousa, autora de Sangue negro.

São Paulo, 26 de agosto de 2016.
 
Saiba mais:
 
Sobre o livro Sangue negro, de Noémia de Sousa: http://www.kapulana.com.br/produto/sangue-negro/
Saiba mais sobre Noémia de Sousa, a autora de Sangue Negrohttp://www.kapulana.com.br/noemia-de-sousa/
Saiba mais sobre Mariana Fujisawa, a ilustradora de Sangue Negrohttp://www.kapulana.com.br/mariana-fujisawa/
Veja as fotos do evento: 

Editora Kapulana participa da 28ª Semana da Educação Professor Paulo Freire, em Santos, SP

A Editora Kapulana esteve presente, em 19 de agosto de 2016, na 28ª Semana da Educação Professor Paulo Freire, em Santos, São Paulo, com destaque para o tema “Literatura Africana para crianças: um passeio multicultural”
 
A 28ª Semana da Educação Professor Paulo Freire – nos varais do meu quintal: diálogos entre a escola, a famíia e a leitura –  aconteceu entre os dias 17 e 19 de agosto de 2016, em diversos lugares da cidade de Santos, Estado de São Paulo, e a Editora Kapulana esteve presente em três deles, na sexta-feira, dia 19 de agosto: Museu do Café, Cine Roxy e UME Colégio Santista, onde houve mostra de livros com 30% de desconto para os professores.
 
No Cine Roxy aconteceram duas sessões do filme “As aventuras de Huckleberry Finn” de manhã e à tarde. No Colégio Santista, a Editora Kapulana marcou presença na Feira de Livros “3ª Onda Literária” e no Museu do Café, a Diretora da Editora Kapulana, Rosana Weg, ministrou a palestra intitulada “Literatura Africana para crianças: um passeio multicultural”, das 14 às 16h, voltada para educadores.
 
A Semana da Educação santista é anual e conta com a presença de educadores municipais e estudiosos em cumprimento à Lei Municipal nº 590, de 08 de maio de 1989 e alterada pela Lei 3.085, de 18 de dezembro de 2014, visando valorizar o educador da Rede Municipal de Ensino de Santos, oferecendo atividades que contribuam para sua formação pessoal e profissional.

A Editora Kapulana agradece aos servidores da Secretaria de Educação de Santos (SEDUC), especialmente a Seção de Projetos Educacionais Especiais, Coordenadoria de Formação Educacional e Departamento Pedagógico (SEPROJE/COFORM/DEPED) de Santos, por ter possibilitado nossa participação no evento.

São Paulo, 19 de agosto de 2016.
 
 
Saiba mais sobre o evento: http://www.santos.sp.gov.br/semanadaeducacao/
 

Contação dramatizada do livro “O caso de Pedro e Inês: Inês(quecível) até o fim do mundo”, de Francisco Maciel Silveira, no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, SP

A Editora Kapulana promoveu, no Centro de Tradições Nordestinas, na capital do estado de São Paulo, a encenação do livro da Editora Kapulana, O caso de Pedro e Inês: Inês(quecível) até o fim do mundo, de Francisco Maciel Silveira, o Xico Maciel
 
A contação dramatizada de cenas do livro O caso de Pedro e Inês: Inês(quecível) até o fim do mundo, da Editora Kapulana, aconteceu no sábado, 13 de agosto de 2016, no Centro de Tradições Nordestinas, na cidade de São Paulo, SP. O livro é uma releitura, em formato de versos de cordel, da história do cancioneiro português sobre o amor entre a galega Inês de Castro e o monarca português D. Pedro.
 
O caso de Pedro e Inês: Inês(quecível) até o fim do mundo é de autoria do premiado escritor Francisco Maciel Silveira, professor de Literatura Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP). As ilustrações ficaram por conta de Daniel Arsky, artista plástico e designer, também ilustrador de outros títulos da Kapulana.
 
A encenação foi realizada pelos artistas Mariana Rhormens e Marcelo Moraes. Os dois recontaram a história do livro em formato de dramatização, com o auxílio de bonecos, Inês e Pedro. O espetáculo foi acompanhado de música de autoria dos próprios artistas.

Nos intervalos entre as três sessões do espetáculo, no estande de livros da Editora Kapulana, houve sessões de autógrafos do autor Francisco Maciel Silveira e do ilustrador Dan Arsky.

Dan Arsky produziu ilustração em tempo real no espaço aberto ao público, o que muito impressionou a plateia, pois a figura representada era a do cadáver de Inês de Castro.

A Editora Kapulana agradece a todos que compareceram ao evento e ao Centro de Tradições Nordestinas que, através de colaboração e apoio, tornou possível mais uma contação bem-sucedida de uma história da Editora para o público brasileiro.

São Paulo, 16 de agosto de 2016.